Alunos da ECA produzem documentário sobre a Armênia

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Giuliano Tonasso Galli/ Laboratório Agência de Comunicação

Quando se pensa em Armênia, provavelmente, vem à mente a estação do metrô em São Paulo ou a Dona Armênia, personagem da telenovela Rainha da Sucata, dizendo: “na chon”.

Mas também é do conhecimento de alguns que o povo armênio sofreu um massacre que dizimou 1,5 milhão de pessoas e espalhou tantas outras por regiões diversas do mundo.

Um dos destinos desse povo foi o Brasil. Marcados por uma tradição milenar e um triste passado em comum, descendentes de armênios vivem seu dia a dia no Brasil mantendo fortemente seus costumes.

A fim de contar a história dessas pessoas que vivem no Brasil de forma quase anônima, alunos do curso de jornalismo, do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE), produziram o documentário Sangue Armênio, em que vários desses descendentes, de diferentes idades, contam experiências inusitadas e histórias emocionantes que atravessam gerações e distâncias.

O segredo para a permanência? Segundo a maioria deles, é o sangue. Sangue armênio.

O material, que foi produzido para a disciplina Projeto Experimental em Jornalismo, ministrada pelo professor Renato Levi Pahim, está disponível na íntegra aqui.

A direção é de Leandro Carabet, produção por Naíma Saleh e Rafaela Carvalho, roteiro e edição por Diego Gutierrez, Leandro Carabet, Naíma Saleh e Rafaela Carvalho, imagens por Diego Gutierrez, Leandro Carabet, Naíma Saleh, Rafaela Carvalho, Gabriela Kenchian e Thais Hirata.

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