Campus Luiz de Queiroz inaugura prédio do NAP em Biologia Celular e Molecular na Agropecuária

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Alicia Nascimento Aguiar / Assessoria de Comunicação da Esalq

Com o objetivo de estabelecer uma instalação central, de gestão compartilhada e de acesso a usuários da USP e da comunidade científica em geral voltada à pesquisa em Biologia Celular e Molecular na Agropecuária, será inaugurado nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, no campus Luiz de Queiroz, junto à portaria do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena), o prédio do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Biologia Celular e Molecular na Agropecuária. A cerimônia, que terá início às 13 horas, contará com a presença do Reitor da USP, Marco Antonio Zago.

O Núcleo é resultado de parceria estabelecida entre quatro grandes centros de pesquisa da USP – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ), Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA), Cena e Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), instituições que englobam as grandes áreas de ciências agrárias e biológicas voltadas para o desenvolvimento de conhecimentos biotecnológicos visando ao aumento da produtividade vegetal e animal.

O prédio, construído com o apoio da FINEP, irá abrigar o NAP Centro de Instrumentação: Laboratório Multiusuário Centralizado de Genômica Funcional Aplicada à Agropecuária e Agroenergia e o NAP Bioenergia que atuam na prestação de serviços nas áreas de sequenciamento e genotipagem de DNA, sequenciamento e quantificação de proteínas, identificação de biomoléculas e bioinformática; treinamento de pesquisadores nas áreas de genômica, proteômica, metabolômica e bioinformática; difusão de conhecimento.

De acordo com os professores Luiz Lehmann Coutinho, da Esalq, e Antonio Vargas de Oliveira Figueira, do Cena, essa consolidação irá promover a integração dos usuários e a otimização de recursos humanos, insumos e equipamentos.

Para os professores, um grande impacto já pode ser notado nos projetos de expressão gênica e proteômica como, por exemplo, o envio de RNA e proteína para o exterior, que é difícil, pois sempre ocorre perda do material encaminhado. Agora, os pesquisadores que enviavam amostras para fora têm ficado satisfeitos com a qualidade e velocidade do serviço prestado. Nos últimos dois anos, esses serviços já executaram 60 projetos de genômica, 29 de proteômica e capacitação de mais de 50 usuários nas diferentes áreas de atuação.

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