A Escola Politécnica (Poli) da USP assinou seu primeiro convênio de duplo diploma com uma universidade da América Latina. Por meio de um acordo, alunos da graduação em Engenharia Civil poderão fazer intercâmbio para a Facultad de Ciencias e Ingeniería da Pontificia Universidad Católica (PUC) del Perú e obter duas certificações. Alunos de Engenharia Civil da Pontificia Universidad Católica (PUC) del Perú também poderão estudar na Poli.
Os intercambistas desenvolverão o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Universidade de destino e serão avaliados por uma banca composta por docentes de ambas as instituições. O coordenador acadêmico do programa na Poli será o professor Henrique Lindenberg Neto, do departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica.
Mais informações: (11) 3091-5295
Tags: América Latina, Comunidade USP, Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotécnica, Duplo diploma, Engenharia Civil, Escola Politécnica, Facultad de Ciencias e Ingeniería da Pontificia Universidad Católica del Perú, Henrique Lindenberg Neto, Poli, PUCO Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP está recrutando mulheres, obesas ou não, para participar de pesquisa sobre o funcionamento do sistema nervoso central de obesas frente ao consumo de alguns nutrientes, no caso, glicose, lipídios e alimentos gordurosos.
As interessadas devem atender a algumas características, como ter idade entre 18 e 40 anos, não estar grávida, não apresentar outras doenças conhecidas, além de obesidade, incluindo tabagismo, etilismo e uso de drogas, não apresentar histórico de doença psiquiátrica e não usar nenhuma medicação.
Durante a pesquisa, as voluntárias que forem obesas receberão um tratamento médico com nutrólogo para perda de peso, já as não-obesas irão servir de comparativo para as obesas. Quem quiser participar da pesquisa, pode entrar em contato no celular (16) 9336-0995 e falar com os médicoa Cristiane ou José Henrique, do departamento de Clínica Médica, Divisão de Nutrologia, da FMRP.
Mais informações: (16) 9336-0995
Tags: Comunidade USP, HCFMRP, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Imprensa, Obesidade, Pesquisa, Ribeirão Preto, VoluntáriosO programa Universidade 93,7 do dia 26 de maio, às 11h30, vai debater no especial “As cores do Brasil”, no tema “Branco”, a saúde pública. O programa apresentará o lado dos pacientes e o ponto de vista dos médicos. Será debatida a criação e a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS), com a opinião do especialista Paulo Rogério Gallo, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.
O programa destaca a reportagem de Raphael Martins, que conversou com pessoas no Hospital do Mandaqui, Zona Norte de São Paulo e constatou falta de estrutura e descaso nos atendimentos médicos. O repórter Bruno Molineiro acompanhou um pouco a rotina de um médico na Santa Casa de São Paulo e constatou alguns dos problemas relatados por Raphael. A repórter Carolina Vilaverde entrevistou a pesquisadora Elize Massard, que explicou o processo de formação do SUS, em 1988. A rádio deve ser sintonizada na frequência 93,7 FM.
Mais informações: site www.radio.usp.br
Tags: As cores do Brasil, Bruno Molineiro, Carolina Vilaverde, Comunidade USP, Debate, Elize Massard, Especial, Faculdade de Saúde Pública, FSP, Imprensa, Paulo Rogério Gallo, Rádio USP, Santa Casa de São Paulo, São Paulo, Sistema Único de Saúde, SUSO Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP recebe inscrições para concurso na área de Clínica Médica ou Medicina de Família para atuar no Serviço de Assistência Médica e Social de Pessoal (SAMSP).
Os interessados devem possuir residência em Clínica Médica ou Medicina de Família e Comunidade ou Título de Especialista em Clínica Médica ou Medicina de Família e Comunidade (conferido pela Associação Médica Brasileira ou pelas respectivas entidades, sociedades ou associações oficiais que agregam as especialidades), além de Carteira do Conselho de Classe (CREMESP) devidamente atualizado.
Os vencimentos são de R$ 3.906,25, contando salário e benefícios, para jornada de 20 horas semanais. As inscrições devem ser feitas até 29 de maio no site www.hcrp.usp.br.
Mais informações: (16) 3602-2612
Tags: Clínica Médica, Comunidade USP, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Imprensa, Medicina, Medicina de família, Ribeirão Preto, SAMSP, Serviço de Assistência Médica e Social de PessoalEstão abertas, até 7 de junho, as inscrições para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, oferecido pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.
O programa objetiva formar recursos humanos qualificados para atuar em pesquisa e desenvolvimento na área de Engenharia e Ciências Mecânicas e é oferecido em modalidade interunidades pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), pelo Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC). A seleção será para o segundo semestre de 2013, com total de 56 vagas entre mestrado e doutorado, distribuídas nas seguintes linhas de pesquisa: Cerâmicas, Compósitos, Metais e Polímeros.
As provas acontecerão em 21 de junho. Os interessados podem realizar a inscrição enviando os documentos necessários por meio do endereço de email pgrcem@sc.usp.br. Para acessar os documentos solicitados, acesse o link.
Mais informações: site www.cem.iqsc.usp.br
Tags: 10 anos da EACH, Cerâmicas, Ciências mecânicas, Compósitos, Comunidade USP, Doutorado, EESC, Escola de Engenharia de São Carlos, IFSC, Imprensa, Instituto de Química de São Carlos, IQSC, Mestrado, Metais, Polímeros, Pós-graduação, Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de MateriaisOs gases emitidos pela queima do bagaço de cana de açúcar, resíduos de milho, pneus velhos inservíveis e garrafas PET pós uso podem ser utilizados na fabricação de nanotubos de carbono, como mostra estudo realizado pelo físico Joner de Oliveira Alves, na Escola Politécnica da USP. Testes realizados em laboratório mostraram que, dentre esses quatro resíduos testados, os gases resultantes da queima do bagaço de cana apresentaram os melhores resultados, gerando nanotubos em um volume maior e com mais pureza. A queima de resíduos de milho apresentou resultados parecidos com os obtidos com o bagaço; já com o pneu e o PET, os resultados foram um pouco inferiores.
Os nanotubos de carbono são formados por folhas tubulares coaxiais de grafeno cujo diâmetro corresponde a nanômetros, ou seja, um bilionésimo de metro (10-9metros). “Os nanotubos são materiais com elevada resistência mecânica e, por este motivo, são utilizados como reforço em materiais poliméricos e cerâmicos. Apesar do vasto campo de potenciais aplicações, ainda não existem no Brasil empresas que produzem esses materiais em larga escala. Os utilizados no país são, na maioria, importados, fato que contribui para o valor elevado do produto”, explica Alves.
A pesquisa, além de abrir possibilidade para a redução do valor desses produtos, apresenta um importante aspecto ligado à sustentabilidade. A queima dos resíduos pode reduzir em até 90% a quantidade dos rejeitos finais gerados, evitando sua deposição em lixões. O bagaço de cana, por exemplo, é atualmente utilizado pela maioria das usinas para a geração de energia capaz de suprir todo o processo de produção de cana e etanol.
Na técnica desenvolvida pelo pesquisador, os resíduos poderão continuar a ser aproveitados para a geração de energia: a diferença é o aproveitamento dos gases resultantes da saída do processo. Isso ocorre porque na pesquisa desenvolvida na Poli, Alves realizou a quebra dos hidrocarbonetos gerados durante a queima: a parte de carbono encontrada nos gases foi utilizada para a fabricação dos nanotubos; o que restou foi o hidrogênio, gás não poluente que pode ser liberado na atmosfera. O estudo foi realizado em escala laboratorial. A queima de 4 gramas de resíduo gerou aproximadamente 300 miligramas de materiais carbonosos, sendo parte destes referentes aos nanotubos.
A pesquisa foi desenvolvida durante a tese de doutorado de Alves, Síntese de nanotubos de carbono a partir do reaproveitamento de resíduos sólidos carbonosos, que foi defendida em 2011. O trabalho foi realizado na modalidade sanduíche: no Brasil, pela Escola Politécnica, com orientação do professor Jorge Alberto Soares Tenório, do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais. Nos Estados Unidos, a orientação foi do professor Yiannis Angelo Levendis, da Northeastern University, em Boston. Parte das análises dos materiais ocorreu no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Os resíduos foram incinerados isoladamente em um forno, em diferentes níveis de temperatura, pressão e oxigênio de acordo com cada o tipo (bagaço, milho, PET e pneus). Os gases resultantes das queimas foram submetidos a um filtro de carboneto de silício (SiC) e repassados para um outro forno com temperatura de 1000 graus Celsius. Neste segundo forno, foram colocadas telas de aço inoxidável que atuaram como um catalisador: quando o gás passava por esta tela, parte do carbono era convertido para a forma de pó e o hidrogênio era liberado pelo sistema. As telas eram então imersas em uma solução de etanol e submetidas a um processo de agitação por ultra-som que liberava um pó preto, no qual foram encontrados os nanotubos.
A pesquisa já levou a publicação de 09 artigos em periódicos nacionais e internacionais, 16 artigos em anais de congressos, um capítulo de livro e um texto para capa de jornal. No total, o trabalho já foi premiado cinco vezes: Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade; Prêmio da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) de Meio Ambiente; Prêmio Antonio Mourão Guimarães da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração (ABM); Prêmio Capes de Teses, e Prêmio MERCOSUL de Ciência e Tecnologia.
Sobre a aplicação prática do projeto, o pesquisador conta que seria preciso realizar, em primeiro lugar, a adaptação de locais onde a queima de resíduos já é feita para a geração de energia, como no caso das usinas de açúcar e etanol. Segundo Alves, “A tendência é que haja um crescimento do mercado brasileiro de etanol e as empresas tendem a produzir cada vez mais energia elétrica a partir da queima do bagaço da cana.
A pesquisa também apresenta possibilidade de ganhos econômicos, ao utilizar matéria-prima barata, como os resíduos, para a produção dos nanotubos. “Os nanomateriais têm uma série de aplicações que já deixaram os laboratórios de pesquisa e podem ser encontradas em produtos que vão desde a indústria aeroespacial até área cosmética. Há muito desenvolvimento sendo realizado, mas primeiramente é necessário baixar o preço dos nanotubos”, finaliza.
Mais informações: email joner@usp.br, com Joner Oliveira Alves
Tags: Bagaço de cana, Comunidade USP, Escola Politécnica, Garrafa PET, Gases, Imprensa, Joner de Oliveira Alves, nanomateriais, ResíduosA USP foi a vencedora do prêmio internacional Citrix Innovation Award 2013, por conta do projeto Nuvem USP, idealizado pela pela Superintendência de Tecnologia da Informação da Universidade e que criou um dos maiores ambientes em nuvens na América Latina. A cerimônia de premiação aconteceu nesta quarta-feira (22), no Anaheim Convention Center, localizado na cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Única representante latino-americana no prêmio, que teve como finalistas o Hospital Infantil de Miami, nos EUA, e a multinacional Essar Group, de Mumbai, na Índia, a USP foi reconhecida como fornecedora de “uma experiência educacional de excelência mundial para uma nova geração de estudantes” pela Citrix, uma das maiores empresas de serviços em Tecnologia da Informação no mundo.
O representante da Universidade no evento foi o professor Luiz Natal, diretor de informática da Vice-Reitoria Executiva de Administração (VREA) da Universidade. Em seu site oficial, a Citrix aponta a USP como uma das maiores e mais prestigiadas universidades em sua região, e reconhece a excelência de seu projeto, que criou “um dos maiores maiores ambientes em nuvem da América Latina.”
Projeto que começou a ser desenvolvido pela Superintendência de Tecnologia de Informação (STI) da USP no ano de 2010, o Nuvem USP teve por objetivo criar servidores virtuais que ajudassem na gestão da Tecnologia da Informação (TI) na Universidade. O sistema facilita o monitoramento e o gerenciamento dos servidores, o controle dos backups e o dimensionamento da real necessidade de processamento e armazenamento de cada Unidade, eliminando gastos com equipamentos ociosos.
A Nuvem USP agiliza e potencializa a eficiência de gestão em TI pois reduz a necessidade de realização de licitações para compra de novos equipamentos. Uma vez que gestores de cada uma das unidades da Universidade sintam a necessidade de expansão da capacidade de seus servidores virtuais, eles mesmos podem ampliá-las, sem requisição prévia aos órgãos centrais.
“Nesta gestão, é decisão estratégica envidar investimentos nas mais variadas áreas da Universidade. No que se refere à computação, a implantação do projetoNuvem USP tem como objetivo igualar nossa Instituição às grandes universidades do mundo”, aponta o reitor da USP, João Grandino Rodas.
O projeto custou cerca de R$200 milhões de reais, oriundos do orçamento da própria Universidade. No entanto, pode representar uma grande economia a longo prazo, pois reduz a necessidade de gastos com compra de equipamentos, manutenção, consumo de energia elétrica e de água, além de investimentos em segurança patrimonial, espaço física e recursos humanos.
A Citrix é uma empresa de computação que fornece soluções para o setor de TI e prestadores de serviço a criar nuvens, aproveitando tecnologias de virtualização e rede para desenvolver servidores virtuais econômicos, com alto desempenho e flexibilidade. É uma das líderes do mercado e já tem seus produtos usados por mais de 260.000 organizações e conta com mais de 100 milhões de usários por todo o mundo.
A empresa foi a fornecedora da tecnologia necessária para o desenvolvimento do projeto Nuvem USP. Com uma solução chamada CloudPlatform, a Citrix deu o suporte necessário para a criação de uma nuvem para a Universidade de arquitetura flexível, capaz de adequar e aumentar suas capacidades para atender a crescente demanda da Instituição.
Mais informações: site www.citrix.com
Tags: Citrix, Comunidade USP. Imprensa, Nuvem USP, Prêmio, Superintendência de Tecnologia da Informação, TI, USP, USP Cloud
“O século 21 ficará conhecido como século em que a humanidade quis entender seu próprio comportamento”. A reflexão é do historiador canadense Chad Gaffield, que ministrou no último dia 17 a palestra Understanding People In The Digital Age. O evento reuniu, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, professores, cientistas sociais e interessados no conhecimento que a análise de dados por sistemas digitais pode gerar.
Para o especialista e presidente do Social Science and Humanity Research Council (SSHRC), organização dedicada à pesquisa das ciências sociais no Canadá, vivemos o período de maior mudança desde a invenção da imprensa. Pela primeira vez na história do homem todos os campos da Ciência e esferas sociais caminham rumo a uma mesma compreensão. “Percebemos que o foco agora é ampliar o conhecimento sobre pessoas”, explica Gaffield, ao revelar que o Canadá é o segundo país que mais recebe alunos do Ciência Sem Fronteiras e o SSHRC tem parcerias com 41 países.
Historiador por formação, o pesquisador dedicou os últimos anos ao estudo dos dados, mais especificamente dos “grandes dados”, ou “Big Data”, em inglês. A expressão se refere a conjuntos de dados tão complexos que se torna difícil processá-los usando-se ferramentas de análise de dados tradicionais. Os desafios envolvendo a área incluem captura, curadoria, armazenamento, busca, compartilhamento, transferência, análise e visualização.

Cientistas no mundo inteiro encontram limitações devido a esses grandes conjuntos de dados em muitas áreas, entre elas a meteorologia, a genômica, a física e a pesquisa ambiental. Entretanto, para o canadense, cabe às ciências humanas tomar partido na interpretação dos dados sobre como agem as pessoas e, consequentemente, a sociedade.
De acordo com Gaffield, desde a segunda metade do século passado, o foco em pessoas e a preocupação em compreender o comportamento humano tem ganhado importância. “Nos negócios o foco começou a mudar do produto para o consumidor. Hoje, empresas querem saber o que as pessoas querem, os produtos são ‘user-oriented’ e os serviços buscam entender como o usuário pensa”, declara ao citar previsões sobre como o conhecimento sobre o homem pode contribuir para vida em sociedade.
“No trabalho, as empresas terão o dever de compreender seus empregados. Assim como os políticos, cada vez mais, terão que entender quem é o cidadão”, reitera, fazendo um paralelo sobre concepções que a Era Digital já está começando a transformar. “Na educação, por 200 anos, não se preocuparam em entender como as pessoas aprendem. Sabemos hoje que transmitir conhecimento unilateralmente nem sempre é o melhor jeito de aprender. Na saúde, ouvir o médico era a principal fonte de informação, hoje a saúde é sobre o paciente e não mais sobre a doença”, reforça.

Todas essas mudanças, na opinião de Gaffield, são resultados diretos de uma época em que a humanidade se encontra cada vez mais conectada. Para ele, o controle que temos sobre nossas próprias informações, assim como nosso estado de constante conexão nos permite conhecermos uns aos outros como nunca antes.
“O aspecto mais distinto sobre o Big Data deve ser esse: o fato desses grandes conjuntos de dados serem sobre a humanidade, sobre pessoas”, afirma, relembrando seu lado historiador. Para o historiador, é a partir da análise das relações entre pessoas que poderemos entender como as mudanças acontecer na sociedade e – melhor do que prever como será o futuro – poderemos tomar responsabilidade sobre o rumo que queremos para o planeta.
“Não somos vítimas do presente. Devemos nos focar menos em previsões de futuros e mais em criação de futuros melhores”, finaliza Gaffield.
Mais informações: site www.sshrc-crsh.gc.ca, com o Social Sciences and Humanities Research Council do Canadá.
Tags: Bases de Dados, Big Data, Canadá, Chad Gaffield, Ciências Humanas, Comunidade USP, Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas, FFLCH, Imprensa, Social Science and Humanity Research, SSHRCO Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP) da USP precisa de voluntárias com história de herpes genital para participar de estudo em sua Unidade de Pesquisa Clínica. Para se candidatarem, as mulheres precisam ter apresentado pelo menos dois episódios de feridas na região genital (herpes genital).
Além do problema de saúde, as candidatas devem ter mais de 18 anos de idade, não estar grávidas ou amamentando, mas encontrar-se em idade fértil e fazendo uso de método anticoncepcional.
As pacientes que se encaixarem no perfil acima e se voluntariarem serão acompanhadas e receberão tratamento gratuito para herpes genital por uma equipe especializada do HCFMRP. As interessadas devem entrar em contato com o ambulatório de Ginecologia, Balcão 1, pelos telefones (16) 3602-2956 ou 3602-2311. O endereço é Av. Bandeirantes, 3.900, Ribeirão Preto – SP.
Mais informações: (16) 3602-2956 / 3602-2311
Tags: Comunidade USP, HCFMRP, Herpes Genital, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Unidade de Pesquisa ClínicaO Projeto FAU Brasiliana, nomeado Ensinando Arquitetura com Cultura disponibilizou dois documentários sobre a construção da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP que podem ser assistidos na internet. Os documentários mostram o processo de construção do edifício da Biblioteca desde a concepção do edifício até a conclusão da obra. A equipe Videofau, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, produziu os filmes.
O primeiro filme, “A arquitetura de uma ideia”, foi feito a partir de entrevistas com o bibliófilo José Mindlin, o professor Ístvan Jancsó, os arquitetos Rodrigo Loeb e Eduardo de Almeida e do diretor da Biblioteca Brasiliana, Pedro Puntoni, apresenta a ideia de construção do edifício e a relação entre idealização, partido arquitetônico e concepção de projeto. Aborda a origem e desenvolvimento do Projeto Brasiliana USP e Brasiliana Digital. Pode ser conferido neste link.
O segundo filme, “A casa dos livros: elementos estruturais do edifício”, foi feito por meio de entrevistas com os projetistas responsáveis pelo cálculo dos elementos estruturais da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, como Frederico Falconi, Waldemar Hachich e Heloísa Maringone. Pode ser conferido neste link.
Mais informações: email imprensafau@usp.br
Tags: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, Comunidade USP, Eduardo de Almeida, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, FAU, Frederico Falconi, Heloísa Maringone, Imprensa, Ístvan Jancsó, Pedro Puntoni, Projeto FAU Brasiliana, Rodrigo Loeb, São Paulo, VídeoFAU, Waldemar Hachich