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Docentes da USP discutem razões do sucesso nos rankings internacionais

Fortalecimento da internacionalização da Universidade é um dos principais fatores que contribuem para o ótimo desempenho da USP nos rankings internacionais, avaliam professores.

Receptividade

No campo da Engenharia Civil, em que a USP obteve a 47ª posição do ranking QS, o professor Edson Wendland, coordenador do curso da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), atribui o bom resultado a um conjunto de fatores, que inclui o corpo docente qualificado e sua produção científica, a infraestrutura dos laboratórios e a formação abrangente dos alunos, cuja qualidade os professores estrangeiros têm conhecido por meio dos intercâmbios dos jovens contemplados com bolsas do programa Ciência Sem Fronteiras. “Nossos alunos têm participado com bastante intensidade do programa e, pelo que eles comentam, o curso de São Carlos é bastante bom quando comparado aos de outros países. Eles dizem que nossa carga horária é mais intensa e há uma maior proximidade com o corpo docente, gerando mais engajamento dos estudantes. Eles estão tendo boa receptividade nas universidades estrangeiras”, comenta o coordenador.

Foto: Marcos Santos
Foto: Marcos Santos

O melhor resultado obtido pela USP no ranking foi na área de Odontologia, que cravou o 12º lugar com uma nota muito próxima à da Universidade de Harvard, que ficou em 9º. O professor Waldyr Antônio Jorge, diretor da Faculdade de Odontologia (FO), avalia que o reconhecimento é fruto de uma história centenária de constante busca pela excelência.

“Causa-nos muita alegria a FO ter se destacado como a melhor da Universidade, ao lado das nossas coirmãs de Bauru e Ribeirão Preto. Nós nos colocamos realmente na ponta de toda a graduação mundial e agora aumentam as nossas responsabilidades para procurar manter essa excelência”, diz Jorge. Ele cita como fatores importantes para explicar o desempenho da USP na área a robusta formação dos pós-graduandos e do quadro de docentes da FO, o contínuo compromisso com a pesquisa em áreas básicas e as parcerias com outras unidades da Universidade, tais como o Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), a Faculdade de Medicina (FM), a Escola Politécnica (Poli) e o Hospital Universitário (HU).

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