<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Notícias &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
	<atom:link href="https://www5.usp.br/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www5.usp.br</link>
	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jul 2024 15:07:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.2</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">212913714</site>	<item>
		<title>&#8220;Crônica de uma Grande Excursão&#8221;</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/cronica-de-uma-grande-excursao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 15:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-foto-texto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www5.usp.br/?p=223159</guid>

					<description><![CDATA[<img width="706" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-706x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-706x480.jpg 706w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-412x280.jpg 412w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-768x522.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-1536x1044.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4.jpg 1627w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" />Epaminondas Sansigolo de Barros Ferraz, professor aposentado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="706" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-706x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-706x480.jpg 706w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-412x280.jpg 412w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-768x522.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4-1536x1044.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/capa-1-4.jpg 1627w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" /><p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_223160" aria-describedby="caption-attachment-223160" style="width: 420px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-223160 size-medium" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-420x280.jpg?x34176" alt="" width="420" height="280" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-420x280.jpg 420w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-720x480.jpg 720w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-768x512.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-1536x1024.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/07/2023_05_10_ESALQ_ACOM_GW_Retrato_do_Professor_Epaminondas_Ferraz_0004-2048x1366.jpg 2048w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /><figcaption id="caption-attachment-223160" class="wp-caption-text">Professor Epaminondas foi um dos fundadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura &#8211; Foto =: Gerhard Waller</figcaption></figure>
<p>Recebo com alegria essa iniciativa de comemorar os 90 anos da USP &#8220;USP 90 anos: sua história com a Universidade &#8220;.</p>
<p>Tenho 55 anos corridos de dedicação à USP, sendo 5 anos da graduação (1958) e 50 de docência, pois após os 30, em que conquistei todos os graus e títulos da carreira, permaneci mais 20 anos como professor colaborador.</p>
<p>Tenho muitas histórias para contar mas creio que uma delas é a melhor, e por ser a melhor de todas, transformei-a num livro<a href="https://jornal.usp.br/atualidades/como-uma-viagem-academica-foi-parar-no-centro-da-guerra-fria/" target="_blank" rel="noopener"> <em>Crônica de uma Grande Excursão</em>,</a> que a biblioteca central da Esalq [Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz]  possui em seu acervo.</p>
<p>O livro relata uma viagem realizada por alunos da Esalq ao Estados Unidos, em 1961, plena Guerra Fria. Em paralelo ao percurso acadêmico da viagem, o autor faz um panorama do momento histórico e detalha de que maneira a tensão geopolítica da Guerra Fria teve reflexos na presença do grupo em solo estadounidense.</p>
<p>Durante um mês, o grupo visitou propriedades agrícolas, sistemas agroindustriais, além de estabelecer contato com representações universitárias e de outras entidades pelo caminho.</p>
<p>Informações para acessar a obra pelo e-mail ihgp@ihgp.org.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">223159</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Jornal da USP substitui aplicativo de notícias</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/jornal-da-usp-substitui-aplicativo-de-noticias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 13:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108944</guid>

					<description><![CDATA[O Jornal da USP acaba de ganhar um aplicativo para celular. Agora, os leitores poderão ler os textos publicados pelo jornal com um simples toque no seu aparelho de telefone celular, no sistema Android e no sistema iOS. A inovação se deve a uma parceria entre a Superintendência de Comunicação Social (SCS) – que publica&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Jornal da USP </strong>acaba de ganhar um aplicativo para celular. Agora, os leitores poderão ler os textos publicados pelo jornal com um simples toque no seu aparelho de telefone celular, no sistema Android e no sistema iOS. A inovação se deve a uma parceria entre a Superintendência de Comunicação Social (SCS) – que publica o <strong>Jornal da USP</strong> – e a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), ambas da USP, e dá continuidade às mudanças introduzidas no jornal desde o início do ano, quando a publicação deixou de ser impressa e passou a ser exclusivamente on-line.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O novo aplicativo substitui os antigos Notícias USP e Eventos USP, além de permitir que o usuário escute a Rádio USP São Paulo e Ribeirão Preto. <a href="http://www.app.usp.br/?page_id=78">Clique aqui para mais informações e para fazer o download em seu celular.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108944</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Congresso reunirá experiências de ensino de graduação; inscrições abertas</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/congresso-reunira-experiencias-de-ensino-de-graduacao-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 May 2016 16:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso de Graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino superior]]></category>
		<category><![CDATA[Experiências pedagógicas]]></category>
		<category><![CDATA[PRG]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108495</guid>

					<description><![CDATA[Esta é a segunda edição do Congresso de Graduação da USP, que acontece em Piracicaba no início de julho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta é a segunda edição do Congresso de Graduação da USP, que acontece em Piracicaba no início de julho</p>
<p><img decoding="async" class="alignright size-full wp-image-108497" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/cong_grad-e1464021897881.jpg" alt="cong_grad" width="384" height="240" data-id="108497" />Integrar o corpo docente e compartilhar as melhores práticas de ensino e experiências pedagógicas. São esses os principais objetivos do <a href="http://www.congressograduacao.usp.br/"><i>Congresso de Graduação da USP</i></a><i>,</i> iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação que chega à sua segunda edição nos dias 5 e 6 de julho. Inovações em aulas de laboratório, indicadores de aprendizagem, mudanças curriculares, tutoria acadêmica e jogos didáticos para ensino são alguns dos temas que estarão em discussão no evento.</p>
<p>Os interessados podem submeter trabalhos até o dia 23 de maio. Serão aceitas comunicações orais e pôsteres. O público-alvo do congresso são docentes, pós-doutores, pós-graduandos, bolsistas de estágio PAE e monitores-bolsistas dos cursos de Licenciaturas. As inscrições para ouvintes devem ser feitas pelo site até o dia 10 de junho. A participação é gratuita.</p>
<p>Durante o congresso, será lançada a revista Grad+, dedicada ao ensino de graduação. A publicação foi idealizada na primeira edição do evento, que aconteceu em 2015 e reuniu mais de mil participantes. Nos <a href="http://www.prg.usp.br/wp-content/uploads/anais_congresso_graduacao_usp2015.pdf">Anais do I Congresso de Graduação 2015</a> é possível acessar o resumo de todas as apresentações.</p>
<p>O segundo <i>Congresso de Graduação da USP </i>acontece no Salão Nobre da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, localizada na Av. Pádua Dias, 11, em Piracicaba, no interior de São Paulo. Descubra <a href="http://www4.esalq.usp.br/como-chegar">como chegar</a>.</p>
<p><b>Mais informações: (11) 3091-2310, email </b><a href="mailto:cong.prg.usp@gmail.com"><b>cong.prg.usp@gmail.com</b></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108495</post-id>	</item>
		<item>
		<title>HC busca idosos para pesquisa sobre debilidades comuns ao envelhecimento</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/hc-busca-idosos-para-pesquisa-sobre-debilidades-comuns-ao-envelhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 19:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Educação física]]></category>
		<category><![CDATA[EEFE]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
		<category><![CDATA[FMUSP]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Lacre]]></category>
		<category><![CDATA[Proteínas]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108315</guid>

					<description><![CDATA[Selecionados vão fazer exercícios, passar por avaliações nutricional, física, cardiorrespiratória, e realizar exames laboratoriais e suplementação nutricional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Selecionados vão fazer exercícios, passar por avaliações nutricional, física, cardiorrespiratória, e realizar exames laboratoriais e suplementação nutricional</p>
<p>O Laboratório de Avaliação e Condicionamento em Reumatologia (LACRE) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) recruta voluntários idosos para participarem de estudo que avaliará os efeitos do treinamento de força e da ingestão de proteínas e aminoácidos sobre a musculatura esquelética.</p>
<p>O estudo, realizado em parceria com a Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, objetiva buscar estratégias efetivas no combate às debilidades físicas comuns ao envelhecimento através da combinação de exercícios e alimentação. Podem participar homens e mulheres acima de 65 anos que não tenham realizado musculação nos últimos seis meses.</p>
<p>Os voluntários passarão por triagem médica. Aqueles que se encaixarem nos pré-requisitos irão realizar exercícios, por um período de quatro meses, passarem por avaliações nutricional, física, cardiorrespiratória, além de serem submetidos a exames laboratoriais e suplementação nutricional.</p>
<p>Os exercícios serão realizados na EEFE, duas vezes por semana. O pesquisador responsável é o doutor Hamilton Roschel.</p>
<p><strong>Mais informações: (11) 2661-8022, email <a href="mailto:idosousp@gmail.com">idosousp@gmail.com</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108315</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Centro de Estudos da Metrópole oferece bolsas de pós-doutorado</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/pesquisa-noticias/centro-de-estudos-da-metropole-oferece-bolsas-de-pos-doutorado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 19:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa-auxílio]]></category>
		<category><![CDATA[CEM]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos da Metrópole]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa Inovação e Difusão]]></category>
		<category><![CDATA[CEPID]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade USP]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-doutorado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108314</guid>

					<description><![CDATA[A oportunidade está aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A oportunidade está aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins</p>
<p>Até dia 13 de junho, o Centro de Estudos da Metrópole (CEM) recebe inscrições para o programa de bolsas de pós-doutorado em Ciências Sociais. A oportunidade é aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins, com forte histórico de publicação e bom desempenho em inglês falado e escrito.</p>
<p>Os bolsistas deverão conduzir pesquisas teóricas ou empíricas no programa, além de outras atividades regulares, como a apresentação de seminários, elaboração de papers e a disseminação dos resultados da pesquisa.</p>
<p>As linhas de pesquisa disponibilizadas distribuem-se entre os temas &#8220;<a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1120" target="_blank">Entender os efeitos independentes das políticas públicas nas condições sociais e/ou na redução da desigualdade</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1121" target="_blank">Entender o papel das instituições políticas nas decisões sobre políticas redistributivas, particularmente o comportamento eleitoral e o processo de elaboração das leis</a>&#8221; e <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1122" target="_blank">&#8220;Mapear formas alternativas de governança em áreas urbanas e em suas conexões com o Estado de forma a entender &#8216;quem faz o quê&#8217;?&#8221;</a>.</p>
<p>O selecionado receberá bolsa, no valor de R$ 6.819,30 mensais e reserva técnica, que equivale a 15% do valor anual da bolsa, destinada a realizar despesas diretamente relacionadas à atividade de pesquisa. Mais informações sobre a bolsa podem ser acessadas no <a href="http://www.fapesp.br/bolsas/pd" target="_blank">site da Fapesp</a>.</p>
<p>Os interessados poderão se inscrever até o dia 13 de junho pelo email <a href="http://centrodametropole@usp.br" target="_blank">centrodametropole@usp.br</a> com o título<em> “Bolsa – PD CEPID-CEM”</em>. Os documentos necessários e demais informações sobre o processo seletivo podem ser consultados <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>O CEM é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fapesp. Trata-se de uma instituição de pesquisa avançada em ciências sociais, sediada na USP e no Cebrap, que investiga temáticas relacionadas a desigualdades e à formulação de políticas públicas nas metrópoles contemporâneas.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249" target="_blank">http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249</a>; email <a href="mailto:centrodametropole@usp.br" target="_blank">centrodametropole@usp.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108314</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Células de gordura podem inibir a formação óssea</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/pesquisa-noticias/celulas-de-gordura-podem-inibir-a-formacao-ossea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 16:23:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Biomateriais para Implante em Tecido Ósseo]]></category>
		<category><![CDATA[Células-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de tecidos]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto]]></category>
		<category><![CDATA[FORP]]></category>
		<category><![CDATA[Gordura]]></category>
		<category><![CDATA[terapia celular]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108294</guid>

					<description><![CDATA[Substância em gordura inibe potencial de células-tronco para se diferenciarem em células ósseas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Substância em gordura inibe potencial de células-tronco para se diferenciarem em células ósseas</p>
<p>Pesquisa da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da USP revela que substância encontrada em gordura inibe potencial de células-tronco para se diferenciarem em células ósseas. Num futuro próximo, a reposição de um pedaço qualquer de osso, seja a perda decorrente de acidente, doença ou envelhecimento natural, será possível com substâncias produzidas pelo próprio organismo humano. Essa previsão tem base: os avanços da terapia celular e da engenharia de tecidos.</p>
<p>Esse cenário ainda é futurista. Mas o grupo de pesquisa <em>Biomateriais para Implante em Tecido Ósseo</em> da FORP deu mais um passo rumo a essa realidade. O pesquisador e pós-graduando Rodrigo Paolo Flores Abuna, conseguiu identificar e comprovar em laboratório a ação de substância produzida por células de gordura, o fator de necrose tumoral alfa (TNF alfa, do inglês Tumor Necrosis Factor) que reduz a formação de tecido ósseo por inibir a diferenciação de células-tronco em osteoblastos (células que dão origem aos ossos).</p>
<p>Procurando a melhor técnica de reparo ósseo, Abuna utilizou culturas de células-tronco mesenquimais, que têm capacidade de se transformar em células de diferentes órgãos, inclusive em células de ossos, de duas fontes diferentes: da medula óssea e do tecido adiposo (gordura do organismo).</p>
<h2>Medula é a melhor fonte</h2>
<p>As células-tronco mesenquimais foram extraídas de ratos e cultivadas em meios osteogênico e adipogênico. O pesquisador observou que, apesar das duas culturas apresentarem potencial para a diferenciação de osteoblastos, as células da medula óssea “exibiram maior expressão gênica de marcadores ósseos e formação de nódulos semelhantes ao osso”.</p>
<p>Nesses experimentos também se verificou que, em células de gordura, a formação das células ósseas era menor. Por fim, os pesquisadores observaram que células de gordura inibiam a diferenciação de células-tronco de medula óssea em osteoblastos e que o responsável por essa inibição é o TNF alfa. Essas células-tronco — da medula óssea e do tecido adiposo — representam hoje “uma ferramenta atraente para a reparação do tecido ósseo baseada na terapia celular”, adianta o pesquisador.</p>
<p>Segundo o professor Márcio Mateus Beloti, do departamento de Morfologia, Fisiologia e Patologia Básica da FORP, orientador de Abuna, a substituição de parte da medula óssea por gordura, decorrente do envelhecimento, é fato reconhecido pela literatura, mas chama a atenção a informação nova de que o tecido adiposo exerce efeito inibitório sobre a diferenciação de células-tronco da medula óssea em osteoblastos (para renovar o tecido ósseo)”.</p>
<p>O professor lembra que a literatura mostra que células-tronco mesenquimais vindas do tecido adiposo são uma fonte de células para essas terapias. No entanto, continua o professor, “observamos que a medula óssea é de fato a fonte mais interessante para que se produzam terapias, pensando no reparo ósseo”.</p>
<p>Porém, Beloti faz questão de lembrar que tudo ainda é objeto de estudo para terapias futuras. Hoje, a Odontologia não oferece rotineiramente tratamentos que estimulam a regeneração do osso usando terapia celular. Porém, com base nas informações que a ciência vem produzindo, pode-se dizer que “a interação entre células de gordura e do osso” deve ser levada em consideração no caso de uma futura indicação de terapia nesse nível.</p>
<h2>Benefícios ao idoso</h2>
<p>Como provaram que existe “conversa” entre essas duas populações celulares e que ela compromete o tecido ósseo, Beloti lembra que esse fato pode direcionar mais atenção aos idosos, pois é no idoso que se verifica a substituição de parte da medula óssea por tecido gorduroso. As pessoas apresentam mais problemas de perda óssea e alterações hormonais (principalmente as mulheres) com o passar do tempo.</p>
<p>Tomando a sua área, a Odontologia, como referência, o professor adianta que o implante é um dos principais focos quando se pensa em reposição de dentes ausentes. E a população idosa, em geral a que mais necessita desses recursos, é a que apresenta o osso em condição mais precária para receber implantes. Assim, o desenvolvimento de terapias celulares de reconstituição óssea para essa área deverá considerar fatos como: essa é uma população com mais tecido adiposo e o balanço entre gordura e tecido ósseo tem papel relevante no processo de formação do osso. Beloti reforça que as respostas que obtiveram ainda são de testes<em> in vitro</em>.</p>
<p>Liderado pelos professores Adalberto Luiz Rosa e Paulo Tambasco de Oliveira, todos da FORP, o grupo de pesquisa vem testando terapias celulares tanto <em>in vitro</em> quanto <em>in vivo</em>. “Pode ser que esses resultados sejam confirmados em testes in vivo. Dependemos ainda de mais estudos para dizer com clareza”, enfatiza o professor.</p>
<p>O estudo desenvolvido pelo grupo foi publicado na edição de janeiro de 2016 da revista <em>Journal of Cellular Physiology</em> e também foi tema da dissertação de mestrado de Rodrigo Abuna, defendida na FORP em 2014, com orientação do professor Beloti.</p>
<p>Além dos coordenadores, Rosa e Oliveira, o grupo de pesquisa Biomateriais para Implantes em Tecido Ósseo, certificado pelo CNPq, conta com os pesquisadores Beloti e Karina Fittipaldi Bombonato Prado.</p>
<p><em>Rita Stella / Assessoria de Comunicação de Ribeirão Preto</em></p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3315-4785</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108294</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Protocolo de controle do Aedes aegypti é a resposta contra zika, defende pesquisadora</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/protocolo-de-controle-do-aedes-aegypti-e-a-resposta-contra-zika-defende-pesquisadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 22:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Ciências Biomédicas]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Capurro]]></category>
		<category><![CDATA[Microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Zanotto]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Zika]]></category>
		<category><![CDATA[USP Talks]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108258</guid>

					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Paolo-Zanotto_Margareth_104-16_foto-Cecília-Bastos-3.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Encontro USP Talks trouxe pesquisas em desenvolvimento sobre a doença e formas de combater o transmissor do vírus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Paolo-Zanotto_Margareth_104-16_foto-Cecília-Bastos-3.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>Primeira edição do <em>USP Talks</em> trouxe pesquisas em desenvolvimento sobre a doença e formas de combater o transmissor do vírus</p>
<p>Desde o segundo semestre de 2015, o Brasil acompanha o surgimento e crescimento dos casos de infecção pelo Zika vírus, transmitido pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>. Uma doença nova e que causa preocupação por sua associação ao nascimento de crianças com microcefalia e outros problemas no sistema nervoso central. Como combater o transmissor e enfrentar a doença é o grande desafio do país atualmente, segundo a bioquímica Margareth Capurro e o virologista Paolo Zanotto, professores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP</p>
<p>Os dois integrantes da Rede Zika &#8211; força-tarefa de pesquisadores paulistas dedicados a estudar o vírus &#8211; participaram nesta quarta-feira, dia 27 de abril, da primeira edição do <em>USP Talks.</em> O evento é organizado pelas Pró-Reitorias de Pesquisa e Graduação da USP e pelo Estadão, em parceria com a Livraria Cultura, para discutir temas de interesse da sociedade, e o tema de estreia foi “<em>Aedes aegypti</em>, Zika e microcefalia: Como vencer o mosquito e suas doenças?”, com a mediação do jornalista do Estadão Herton Escobar.</p>
<p>Margareth destacou que não existem medidas milagrosas contra o <em>Aedes aegypti</em> ou mesmo a possibilidade de erradicação.“O mosquito chegou ao Brasil na época da escravidão, a partir dos navios que traziam os escravos da África, com os ovos aderidos na parte externa das embarcações. Apesar de ter sido erradicado por volta dos anos 1950, ele retornou”. E o mar continua sendo a porta de entrada, segundo a professora &#8211; com a globalização e os deslocamentos frequentes de navios entre países, fica praticamente impossível controlar a chegada do mosquito.</p>
<h2>Controle</h2>
<p>Se não é possível exterminar o vírus, o caminho é adotar medidas de controle e o momento para isso é agora, entre o outono e inverno, quando ocorre menor infestação do mosquito em algumas regiões do país. “A responsabilidade de controle é individual e depende de modificar o pensamento da sociedade, que precisa ser engajada no programa”, disse Margareth. Para isso, a pesquisadora defende a adoção de um protocolo de controle efetivo e integrado do mosquito, uma iniciativa que deve partir dos órgãos públicos.</p>
<p>Ela citou três tecnologias testadas e comprovadas para o controle do <em>Aedes aegypti</em>: captura massiva do mosquito; impregná-lo com larvicida para que retorne ao criadouro e destrua os ovos; e a adoção do mosquito modificado geneticamente que, ao encontrar a fêmea e copular, consegue esterilizá-la, já que a fêmea é a responsável pela transmissão do vírus.</p>
<p>“Baixando o volume do vetor, não se consegue eliminar completamente a doença, mas diminuímos sua incidência. Para acabar com a Zika é preciso de outras técnicas, como a vacina”, de acordo com Margareth. A busca de uma vacina contra a doença é justamente um dos focos dos pesquisadores da Rede Zika, segundo Paolo Zanotto. Está em andamento uma parceria da USP com o Instituto Butantan para o desenvolvimento de uma vacina a partir de vírus inativos da Zika.</p>
<p>Outro trabalho da rede é a busca de um método de diagnóstico rápido e preciso. “O problema desse vírus é que ele é muito parecido com dengue, que é extremamente comum no Brasil. Então, em análises de sorologia, é difícil distinguir o sinal de Zika e dengue”, afirma Zanotto.</p>
<p>Ele contou que a equipe do professor Luis Carlos Ferreira, do ICB, desenvolveu um sistema de detecção sorológica que está sendo validado no Instituto Pasteur, na França. “É um sistema promissor, consegue discriminar Zika de dengue, mas ainda tem um problema de sensibilidade que está sendo aprimorado com os franceses”.</p>
<p>Mas a maior concentração de esforços dos pesquisadores da Rede Zika é o acompanhamento de grávidas que contraíram a doença devido à associação com a microcefalia. “O acompanhamento da microcefalia causada pelo Zika é complicado porque não há um quadro clássico nas crianças, há um espectro de lesões que vão de leves a extremamente complicadas, dependendo do período da gravidez em que ocorre a infecção pelo Zika”.</p>
<p><em>Hérika Dias / Agência USP de Notícias</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108258</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Liberdade de expressão: o debate que não se esgota</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/liberdade-de-expressao-o-debate-que-nao-se-esgota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Izabel Leão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 21:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Censura]]></category>
		<category><![CDATA[direito à comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[Obcom]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Blotta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108205</guid>

					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />O Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura, da ECA, atualiza o debate sobre a censura no Brasil de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>O Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura da ECA atualiza o debate sobre a censura no Brasil de hoje</p>
<p>Diante do mundo, desde 1988 o Brasil voltou a fazer parte do rol de países democráticos, em que a liberdade política e de expressão são asseguradas. Os pesquisadores do Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura (Obcom) porém, têm muito claro que a cultura da censura ainda persiste no país, e que ela se manifesta de diversas formas. Interdições são promovidas principalmente pelas mãos do Estado, seja pela atuação do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. Para os estudiosos do tema, estes poderes ainda se apoiam em critérios e justificativas oficiais para favorecer os anseios de uma elite econômica ou política que protege seus interesses.</p>
<p>Com o intuito de debater e atualizar os conceitos acerca da liberdade de expressão, o Obcom promove, no dia 29 de abril, o <em>Seminário Liberdade e Interdição: Pontos de Vista</em>, no auditório Lupe Cotrim, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Após o evento ocorrerá o lançamento do livro de mesmo título, uma reunião de ensaios de diversos autores que pesquisam a liberdade de expressão e a censura, organizado por Maria Cristina Castilho Costa, coordenadora do Obcom.</p>
<figure id="attachment_108239" aria-describedby="caption-attachment-108239" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-108239" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_3.jpg" alt="“Ausência de regulação e censura é tão irrealista quanto incorreto&quot;, afirma Vitor Blotta | Foto: Cecília Bastos" width="400" height="266" data-id="108239" /><figcaption id="caption-attachment-108239" class="wp-caption-text">Vitor Blotta: tanto a ausência de regulação quanto a censura são inadequadas | Foto: Cecília Bastos</figcaption></figure>
<p>Para Vitor Blotta, professor do Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA, quando olhamos o problema da regulação da liberdade de expressão na perspectiva da esfera pública e do direito à comunicação, isto é, a partir dos espaços de expressão individual, coletiva, política e cultural da sociedade &#8211; incluindo aí a comunicação estatal, e suas formas de proteção social e legal -, um debate sobre o tema que se polariza entre &#8220;ausência de regulação&#8221; e &#8220;censura&#8221; é tão irrealista quanto incorreto.</p>
<h2>Direito à comunicação</h2>
<p>A partir da esfera pública e do direito à comunicação, segundo Blotta, a questão se transfere para quais perspectivas de liberdade e de regulação estão em jogo, e se são válidas ou não. “Se a sociedade não se apropria das formas de regulação das liberdades de comunicação e seus direitos e deveres correlatos, num debate sério e democrático, deixamos de acessar outros direitos que nos permitem participar efetivamente em todas as esferas sociais”, afirma o pesquisador, que estará em uma das mesas do evento do Obcom.</p>
<p>Na avaliação de Blotta, dificilmente podemos ver o direito à comunicação sendo concretizado de maneira justa no Brasil. Isso, esclarece ele, se entendermos este como um direito individual de acesso aos meios de se comunicar, sem quaisquer fronteiras ou restrições. Em outras palavras, um direito à autodeterminação informacional, o que implica a proteção da privacidade e da personalidade, a livre expressão intelectual, religiosa, política, artística e de imprensa, a pluralidade dos meios de comunicação, e os direitos de participação política e fiscalização do poder.</p>
<figure id="attachment_108238" aria-describedby="caption-attachment-108238" style="width: 340px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_2.jpg" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-108238 size-large" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_2-340x480.jpg" alt="Cartaz do evento OBCOM | clique para ampliar" width="340" height="480" data-id="108238" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_2-340x480.jpg 340w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160427_2.jpg 679w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" /></a><figcaption id="caption-attachment-108238" class="wp-caption-text">Cartaz do evento &#8211;  clique para ampliar</figcaption></figure>
<p>Para Blotta, a formação da esfera pública brasileira, marcada por desigualdades estruturais de acesso à informação em sentido amplo, pelo uso privatista de espaços e instituições públicas, e por invasões estatais e corporativas em espaços privados e sociais de comunicação, dificulta a realização desse direito em diversos níveis. “O debate distorcido sobre regulação é ao mesmo tempo causa e sintoma disso”, analisa.</p>
<p>Sobre o impacto da censura na produção jornalística brasileira, Blotta ressalta que o jornalismo brasileiro foi gestado no século 19 de modo muito próximo da censura estatal prévia e da própria comunicação estatal. Isso fez com que, para alguns setores do Estado e do poder social, a intervenção na imprensa fosse aceitável em alguns casos. Quando a imprensa privada ganha autonomia econômica e política em relação ao Estado no século 20, o mercado se torna seu grande &#8220;agente regulador&#8221;, e a censura prévia estatal dá lugar a formas mais pulverizadas de censura, ou constrangimentos externos aos princípios e ao ofício próprio do jornalismo, como os imperativos econômicos da indústria, as mudanças morais da sociedade e o próprio uso do poder judiciário.</p>
<h4>Serviço</h4>
<p>O <em>Seminário Liberdade e Interdição: Pontos de Vista</em> acontece dia 29 de abril, das 14 às 20 horas, no auditório Lupe Cotrim, 1º andar da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP &#8211; Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo. Inscrições gratuitas no local.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108205</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo material amplia controle de máquina em radioterapia</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/ciencias/novo-material-amplia-controle-de-maquina-em-radioterapia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Amanda Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 16:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[cério]]></category>
		<category><![CDATA[Controle]]></category>
		<category><![CDATA[Depto de Física]]></category>
		<category><![CDATA[FFCLRP]]></category>
		<category><![CDATA[Lítio]]></category>
		<category><![CDATA[óxido de magnésio]]></category>
		<category><![CDATA[Radiação]]></category>
		<category><![CDATA[Radioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Samário]]></category>
		<category><![CDATA[Scientific Reports]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108211</guid>

					<description><![CDATA[Material registra com precisão a quantidade de radiação emitida por máquinas de radioterapia. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Material registra com precisão a quantidade de radiação emitida por máquinas de radioterapia</p>
<p>Em busca de maior eficiência para os detectores de radiação usados em máquinas de radioterapia, pesquisadores do Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP desenvolveram novo material, a base de óxido de magnésio, com adição de Lítio, Cério e Samário e que adquire propriedades luminescentes e dosimétricas, capaz de registrar com precisão, e quantas vezes for necessário, a quantidade de radiação recebida. A ideia dos pesquisadores é que, no futuro, esse possa ser um importante instrumento no controle de qualidade das máquinas de radioterapia.</p>
<p>A radioterapia de intensidade modulada e a próton terapia são técnicas modernas utilizadas no tratamento de tumores. Essas técnicas permitem alcançar alvos específicos com altas doses de radiação, poupando o máximo possível os tecidos saudáveis. Esses tratamentos são sofisticados e exigem planejamento e programa de controle de qualidade complexos. Segundo especialistas, faltam detectores eficientes para isso, que consigam medir as doses de radiação emitidas pelas máquinas de radioterapia, capazes de reproduzir sozinhos a distribuição de dose planejada de radiação e que identifiquem e meçam alvos.</p>
<p>Segundo o físico Luiz Carlos Oliveira, esse é o resultado de pesquisa inédita e o material funciona como se fosse um dispositivo de memória. Quando submetido à radiação ionizante (radiação com altas concentrações de energia), o material sofre um processo de “gravação”, ou seja, informações são armazenadas no seu interior.  Se desejamos saber a quanto de radiação o material foi exposto basta ‘ler’ a informação registrada.  A leitura da informação armazenada no material é feita por meio da sua iluminação. “Quanto maior for a luz emitida de volta pelo material, maior terá sido a dose a que ele foi exposto”.</p>
<p>Para deixar mais claro o funcionamento do material, Oliveira faz uma analogia com uma fotografia. “Seria como produzir a imagem medindo a intensidade de luz de cada um dos seus milhões de pontos (pixels). ”</p>
<h2><strong>Dosimetria da radiação</strong></h2>
<p>Com características únicas, diz o pesquisador, esse novo material é adequado para a dosimetria da radiação ionizante, como o RX, por exemplo, em duas dimensões, a chamada dosimetria bidimensional, que faz a leitura de uma extensa área a ser medida. Outro importante resultado apresentado pelo material desenvolvido no laboratório é a rapidez com que é possível fazer a leitura da quantidade dessa radiação. “Esse material é altamente sensível a radiação, pode medir desde doses muito pequenas até muito grandes, além de manter a estabilidade do sinal e também ser capaz de distinguir e medir alvos”.</p>
<p>Oliveira lembra que, atualmente, a determinação da distribuição de dose é uma dificuldade tecnológica. Outros laboratórios também trabalham para solucionar o problema e diversos tipos de materiais têm sido usados ou testados na dosimetria bidimensional em radioterapia. “É difícil medidas de precisão melhor que 5%, devido à combinação de fatores como, por exemplo, dependência com a energia de fóton, alcance dinâmico limitado, que é o trecho entre o valor mais escuro e o mais claro de uma imagem, instabilidade do sinal, condições de processamento”.</p>
<p>E o pesquisador comemora o feito do laboratório onde atua “o material que descobrimos supera esses fatores limitantes devido as suas propriedades intrínsecas. Trata-se de um material que reúne várias das características que os outros materiais apresentam separadamente, num único pacote”.  Oliveira lembra, ainda, que o óxido de magnésio acrescido de Lítio, Cério e Samário não se encontra disponível para comercialização, pois ainda é fabricado em escala laboratorial. “No momento somente nosso laboratório é capaz de reproduzi-lo”, diz Oliveira.</p>
<p>A pesquisa deu origem ao trabalho <em>MgO: Li, Ce, Sma as a high sensitive material for Optically Stimulated Luminescense dosimetry</em> que foi publicado no dia 14 de abril, na revista <em>Scientific Reports</em> do Grupo Nature.  O trabalho é resultado do pós-doutorado de Oliveira e foi supervisionado pelo professor Oswaldo Baffa Filho, da FFCLRP e contou com a colaboração do professor Eduardo Yukihara, da Universidade do Estado de Oklahoma, Estados Unidos.</p>
<p><em>Gabriela Vilas Boas / Serviço de Comunicação da Prefeitura do Campus de Ribeirão Preto</em></p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3315-0384</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108211</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Corte de frios pode levar a contaminação por bactéria</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/corte-de-frios-pode-levar-a-contaminacao-por-bacteria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 15:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação cruzada]]></category>
		<category><![CDATA[FoRC]]></category>
		<category><![CDATA[frios]]></category>
		<category><![CDATA[Listeria monocytogenes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www6.usp.br/?p=108208</guid>

					<description><![CDATA[Bactéria Listeria monocytogenes é transferida para fatias de frios quando cortadas por um aparelho contaminado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Bactéria Listeria monocytogenes é transferida para fatias de frios quando cortadas por um aparelho contaminado</p>
<p>Pesquisa da mestranda Daniele Faria, orientada pela professora Bernadette Franco, coordenadora do Centro de Pesquisa em Alimentos/ Food Research Center (FoRC) da USP, mostra como se dá a contaminação cruzada da bactéria<em>Listeria monocytogenes</em> no processo de corte de frios. A contaminação cruzada é o processo de transferência de micro-organismos de um alimento contaminado para outro não contaminado. No estudo, ela simulou em laboratório a contaminação cruzada em um fatiador de frios e conseguiu demonstrar que essa bactéria é transferida a duas centenas de fatias de rosbife cortadas por um aparelho contaminado com o micro-organismo.</p>
<p>O estudo comprova que, apesar de o processamento térmico desses alimentos ser suficiente para eliminar esse micro-organismo, a ocorrência de contaminação cruzada pós-processamento pode resultar em aumento do risco à saúde do consumidor. A <em>Listeria monocytogenes</em> é uma bactéria que pode colocar em risco a vida de pessoas com imunidade baixa e a dos bebês durante a gravidez. O micro-organismo é um patógeno que pode estar presente em alimentos prontos para o consumo, pois são mantidos em refrigeração e possuem longa vida de prateleira, favorecendo a multiplicação deste patógeno. “O Brasil precisa estudar melhor essa bactéria. Trata-se de um patógeno que sequer aparece nas nossas estatísticas epidemiológicas”, afirma Daniele.</p>
<p>A <em>Listeria monocytogenes</em> é causadora da doença listeriose, infecção que tem incidência baixa, mas alto grau de severidade e alto índice de mortalidade (20% a 30%) e cujos sintomas em um adulto normal são semelhantes aos da gripe.”Trata-se de uma bactéria que pode causar problemas sérios em gestantes, recém-nascidos, idosos e pacientes debilitados e imuno-deprimidos”, alerta. “No caso das gestantes, a listeriose materno-fetal ocorre com mais frequência no último trimestre da gestação. Os sintomas iniciais são semelhantes a uma gripe, com febre, mialgias e dor de cabeça, seguidos de complicações, como aborto, feto natimorto, nascimento prematuro e infecções neonatais”, explica.</p>
<p>Já alisteriose invasiva, se caracteriza por bacteremia, doença caracterizada pela grande presença de bactérias no sangue, com ou sem focos evidentes de infecção, ou por afetar o sistema nervoso central podendo causar meningite, meningoencefalite e abscessos no cérebro. “Afeta pincipalmente pacientes com mais de 50 anos, causando febre, alterações na percepção sensorial e dor de cabeça”, acrescenta.</p>
<h2>Contaminação</h2>
<p>Para estudar a extensão da contaminação cruzada, Daniele adquiriu uma peça de rosbife não contaminado, inseriu a bactéria em uma peça e a cortou. Depois de contaminado o cortador, ela passou a fatiar uma peça não contaminada. O processo foi feito em laboratório, mas em temperatura ambiente. Ela estudou cada uma das fatias, verificando quantas bactérias estavam presentes, e descobrindo que até a ducentésima fatia ainda havia presença da <em>Listeria monocytogenes</em>. “Apesar da transferência de bactérias de uma fatia para outra ir decrescendo, em número, a pesquisa mostra que a contagem na última fatia obtida é alta”, aponta.</p>
<p>Segundo Daniele, essa bactéria sobrevive a grande variação de temperatura — de quatro graus negativos até 50 graus Celsius. Portanto, o problema pode se dar tanto em locais onde as pessoas pedem o produto fatiado quanto para quem compra a peça inteira ou ainda fatiada e acondicionada em embalagens de isopor. “Se o alimento contaminado estiver em uma bandeja, a bactéria pode sobreviver ao processo de resfriamento”, completa. “A <em>Listeria</em> sobrevive a temperaturas muito frias e a alimentos com muito sal, então esse tipo de produto é ideal para ela se estabelecer”, diz.</p>
<p>Um dos principais objetivos de Daniele com a pesquisa é alertar as autoridades sanitárias no Brasil. “O País não tem legislação para garantir que produtos como o rosbife e outros frios estejam livres da Listeria, bem como exigir um processo de limpeza e sanitização adequados em locais de fatiamento, e não faz alertas para os grupos mais vulneráveis ao risco de contaminação”, conclui.</p>
<p>Criado em 2013, o FoRC é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) reúne equipes multidisciplinares e infraestrutura laboratorial de diferentes instituições de pesquisa do Estado de São Paulo, como USP, Unicamp, Unesp, Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) e Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). Suas linhas de pesquisa estão estruturadas em quatro pilares: Sistemas Biológicos em Alimentos; Alimentos, Nutrição e Saúde; Qualidade e Segurança dos Alimentos; e Novas Tecnologias e Inovação. Atualmente, cerca de 30 pesquisadores integram o FoRC.</p>
<p><em>Da Acadêmica Agência de Comunicação</em></p>
<p><strong>Mais informações: (11) 5081-5237 / 5549-1863</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">108208</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 
Database Caching 42/142 queries in 0.219 seconds using Disk

Served from: www5.usp.br @ 2026-04-08 21:20:53 by W3 Total Cache
-->