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	<title>USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Guilherme_Ary_Plonski@Luciano_Gualberto.usp.br</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/guilherme_ary_plonskiluciano_gualberto-usp-br/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 13:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-com-a-usp-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Guilherme Ary Plonski, professor sênior da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) e do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Toponímia uspiana</strong></p>
<p>O professor Flávio Fava de Moraes foi o primeiro Reitor com quem tive o prazer de trabalhar diretamente, a partir de fevereiro de 1994, quando assumi a coordenação da Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e de Atividades Especiais (Cecae), órgão recente, vinculado à Reitoria. Afável, acolhedor e sereno, surpreendia-nos frequentemente com observações espirituosas e, ao mesmo tempo, ilustradas.</p>
<p>Uma delas, perto do final de sua gestão, é a afirmação de que não gostaria de ser homenageado pela nominação de uma das vias da Cidade Universitária, pois elas carregavam os nomes de reitores mortos&#8230;</p>
<p>De fato, ressalvadas algumas denominações pictóricas (como “Praça do Relógio” e “Rua do Matão”), as avenidas e praças recebem tipicamente os nomes de reitores falecidos que exerceram o mandato antes da ocupação da Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira” pela USP. Esta ocorre a partir da segunda metade da década de 1950.</p>
<p>Cabe observar que o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) é o primeiro ocupante da Cidade Universitária, para onde começou a se mudar em 1937. A construção do prédio Adriano Marchini, seu icônico edifício-sede, inicia em 1947 e conclui em 1953. A USP chega mais tarde; os relatos verbais indicam que os primeiros servidores da USP a se instalarem ali utilizavam como local de almoço o refeitório do IPT, então o único disponível no campus.</p>
<p>Há duas exceções na toponímia uspiana. Uma é a Avenida Orlando Marques de Paiva, em que se situa a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). A sua gestão reitoral transcorreu no período 1973-1977, em que a Cidade Universitária já estava intensamente ocupada. <em>D’ailleurs</em>, o homenageado foi docente e diretor da FMVZ.</p>
<p>A outra exceção é a praça em frente ao portão de entrada do IPT. Ela reverencia o engenheiro-arquiteto paulistano Francisco de Paula Ramos de Azevedo, responsável por projetos icônicos como o Teatro Municipal, o Palácio da Justiça e o Liceu de Artes e Ofícios (atual Pinacoteca). Foi, ademais, um dos fundadores da Escola Politécnica (Poli), incorporada à USP em 1934. Diferentemente dos demais nominados nas vias do campus, ele não foi reitor da USP, nem poderia ter sido, pois faleceu antes da criação da Universidade.</p>
<p>O visível monumento de 22 toneladas e 25 metros de altura, que estava originalmente instalado na avenida Tiradentes, em frente ao Liceu e perto das antigas instalações da Poli, teve que ser desmontado para a construção da linha pioneira do Metrô. Como sói acontecer nestas plagas, seus pedaços ficaram encostados por alguns anos num barracão da Pinacoteca, até que fosse decidido o que fazer. Num ato de justiça poética, a obra, que havia sido inaugurada no ano de criação da USP, acabou acompanhando a mudança da Poli e está, remontada, na Cidade Universitária.</p>
<p><strong>A “minha” via</strong></p>
<p>No momento da escrita deste depoimento, tenho 47 anos de atuação como servidor docente da Universidade. Todos os envolvimentos transcorrem nas imediações de uma única via, a Avenida Professor Luciano Gualberto, que foi reitor no biênio 1950-1951. Seguindo a numeração crescente da via, minhas atividades ocorrem em seis locais:</p>
<p>1) O prédio da antiga “Nova Reitoria”, onde se localiza o Instituto de Estudos Avançados, do qual sou professor sênior, após ser conselheiro, vice-diretor e diretor. Ali também atuei na implementação da Escola Técnica e de Gestão da USP (Escola USP), da qual fui o primeiro coordenador;</p>
<p>2) O prédio atual da Reitoria, onde coordenei a Cecae (na ocasião o prédio era denominado “Antiga Reitoria”);</p>
<p>3) O prédio do Centro de Inovação da USP (InovaUSP), do qual fui vice-coordenador em duas gestões reitorais;</p>
<p>4) O prédio da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA), onde sou professor-sênior, após décadas de docência ativa no Departamento de Administração. Fui também coordenador científico do Núcleo de Política e Gestão da USP (PGT), ali sediado;</p>
<p>5) O “prédio do Biênio” da Escola Politécnica, onde se localiza o Departamento de Engenharia de Produção, do qual fui docente ativo por várias décadas; e</p>
<p>6) O complexo do IPT, do qual fui Diretor Superintendente por nomeação do Governador. Embora legalmente afastado, continuei a ministrar aulas na Poli e na FEA, assim como a orientar discípulos.</p>
<p><strong>Mas quem foi Luciano Gualberto?</strong></p>
<p>Curiosamente, há também uma via homônima à do meu convívio cotidiano no campus. É a rua Professor Luciano Gualberto no bairro do Jardim Morumbi. O logradouro, originalmente denominado “Rua 3”, foi oficializado pelo Prefeito José Vicente de Faria Lima pelo Decreto nº 6.512, de 17 de junho de 1966. Ali se determina que na placa deve constar o dizer “Médico Emérito”.</p>
<p>O Dicionário de Ruas, plataforma do Arquivo Histórico Municipal que reúne informações sobre os nomes das vias da cidade de São Paulo, se estende sobre a sua biografia, aqui transcrita com pequenas correções formais e separação de parágrafos para mais fácil leitura:</p>
<p><em>O professor Luciano Gualberto, nasceu em 14 de janeiro de 1883, em Petrópolis, Estado do Rio de Janeiro. Fez seus primeiros estudos nos Colégios São Vicente de Paulo e São Luís.</em></p>
<p><em>Diplomou-se pela Faculdade de Medicina em 1907. Viajou para a Europa, onde permaneceu por muito tempo estudando com Seguem, Marion, Victor Pauchet e Layte Pozzi, além de ter sido assistente de professores famosos em Roma e Florença.</em></p>
<p><em>Vindo para São Paulo, foi assistente dos professores Arnaldo Vieira de Carvalho, Alves de Lima e Alfonso Bovero. Após provas brilhantes, alcançou em primeiro lugar a cátedra de Ginecologia da Faculdade de Medicina. Foi professor de anatomia, médico-cirurgião da clínica urológica.</em></p>
<p><em>Ocupou importantes cargos administrativos no setor universitário, entre os quais o de membro do Conselho Universitário, chefe do serviço da Santa Casa de Misericórdia e Reitor da Universidade de São Paulo. Grande cirurgião, foi cirurgião-chefe do Hospital das Clínicas, Hospital Municipal, Pronto Socorro da Cruz Vermelha, Hospital da Força Pública, e nos hospitais da frente de combate durante a grande guerra.</em></p>
<p><em>Membro de várias academias e sociedades de medicina, possuía diversas condecorações e títulos honoríficos. Político militante, foi vereador, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito interino da Capital paulista, além de presidente da Viação Aérea São Paulo S.A. &#8211; VASP.</em></p>
<p><em>Como escritor, deixou diversos romances e volumes de poesias, tais como: A Sociedade Moderna; O homem que perdeu a Fé; Gondola Azul e Torre de Babel. Cientista, escreveu trabalhos de grande valor. Faleceu em 21 de setembro de 1959.</em></p>
<p>A sua produção literária o torna membro da Academia Paulista de Letras de 1941 até seu falecimento, em 1959. Foi o segundo ocupante da cadeira no. 29, cujo patrono é Paulo Eiró. Anos mais tarde, a cadeira passa a ser ocupada por um notável colega da FEA, professor José Pastore, do Departamento de Economia, a quem por vezes encontro também num dos concertos apresentados na Sala São Paulo.</p>
<p>Em seu discurso de posse ele faz uma importante menção à trajetória de Luciano Gualberto, reproduzida a seguir:</p>
<p><em>Valdomiro Silveira foi sucedido por Luciano Gualberto, um extraordinário médico e administrador público que, dentre os vários cargos que ocupou, destaco o de Reitor da Universidade de São Paulo.</em></p>
<p><em>Mas Gualberto fora colaborador de Arnaldo Vieira de Carvalho e Alfonso Bovero na criação da Faculdade de Medicina da mesma Universidade. Especializou-se em urologia, tendo escrito e traduzido inúmeras obras nesse campo.</em></p>
<p><em>Além de sua competência científica, Luciano Gualberto foi um agradável professor, que entremeava suas aulas com estórias de muito calor humano. De fato, o bom professor não é aquele que só implanta fatos na cabeça dos alunos, mas o que provoca neles a curiosidade, a imaginação e a criatividade.</em></p>
<p><em>A veia social do grande mestre despertou cedo. Sua tese de doutoramento, aprovada em 1909, foi sobre &#8220;A Proteção do Operário em Casos de Acidentes do Trabalho&#8221;. Inspirado nessa obra, o governo editou um Decreto-Lei (DL 3.724) que tratava da proteção aos acidentados. Mas isso foi em 1919 &#8211; dez anos depois. Como se vê, a demora em decidir não é invenção dos governos de hoje.</em></p>
<p><em>Os acidentes da época eram devastadores devido à rudeza do ferramental da agricultura, ao fogo errático das forjarias, aos perigosos andaimes da construção civil e tantos outros fatores de risco. A devastação permaneceu por vários anos. Não muito distante, ao longo da década de 90, 39 mil brasileiros que saíram de casa para trabalhar, não voltaram. Morreram trabalhando: 39 mil em dez anos!</em></p>
<p><em>Esses são os casos notificados. Até hoje, a grande maioria dos acidentes de trabalho não é notificada. Os estragos são brutais para os trabalhadores, as famílias e a economia do país. Pesquisa recente mostrou que os acidentes do trabalho custam ao Brasil 25 bilhões de reais por ano! São 100 bilhões de reais a cada quatro anos (11). Uma fábula de recursos! Sem contar a dor, o sofrimento e as vidas, que, evidentemente, não têm preço.</em></p>
<p><em>Nos últimos tempos, os números melhoraram. Eficiência? Não, infelizmente. É irônico dizer que a redução do número de acidentes resultou, em grande parte, de uma lei que desestimulou a notificação por parte das empresas (Lei 6.367 de 1976). Um absurdo.</em></p>
<p><em>No Brasil é assim. Quando a febre está muito alta, troca-se o termômetro&#8230; Na inflação, dá-se o mesmo. Quando o preço do chuchu dispara, tira-se o chuchu da lista do custo de vida. E a inflação baixa. É assim que os tecnocratas demonstram a sua genial criatividade&#8230;</em></p>
<p><em>Além de médico e professor, Luciano Gualberto foi um homem de vida pública e de ação enérgica, como era o seu jeito de ser &#8211; sempre falante, direto e contundente.</em></p>
<p><em>Foi vereador em três legislaturas, deputado estadual, vice-prefeito, prefeito interino e secretário da saúde e da educação.</em></p>
<p><em>Saúde e educação foram suas grandes paixões. Perdão. Não posso omitir a sua vocação de poeta &#8211; poeta das horas vagas, como se auto-definia. Ele costumava brincar, dizendo que suas poesias saíam sempre de &#8220;pé quebrado&#8221; porque, como urologista, não dominava as ferramentas dos ortopedistas&#8230;</em></p>
<p><em>Pura modéstia. As criações literárias de Luciano Gualberto foram simples, mas retrataram seu diuturno convívio com o sofrimento humano nas clínicas, nos centros de saúde e nos hospitais, como se nota nos seguintes versos:</em></p>
<p><em>Eu conheço o sabor da lágrima e do riso,</em><br />
<em>Tenho rido e chorado e, assim, dessa maneira,</em><br />
<em>Ora tendo o caminho eriçado, ora liso,</em><br />
<em>Senti as sensações de uma existência inteira.</em></p>
<p>Chamo a atenção a aspectos da vida de Luciano Gualberto que o professor Pastore destaca. Eles enfatizam questões centrais também da trajetória do homenageador, um sociólogo internacionalmente reconhecido pelos seus estudos e atuação como intelectual público no campo da economia do trabalho e das relações do trabalho.</p>
<p><strong>Afinidades acadêmicas</strong></p>
<p>Não tive oportunidade de interagir com o professor Luciano, pois tinha apenas 11 anos quando do seu passamento. Contudo, identifico algumas afinidades, além naturalmente do fato de termos ambos encontrado na Universidade de São Paulo o ambiente ideal para desenvolvimento pessoal e contribuição à sociedade ampla. Valho-me da resenha feita pelo professor Pastore, da qual extraio alguns trechos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre a função do professor universitário</span>: “Luciano Gualberto foi um agradável professor, que entremeava suas aulas com estórias de muito calor humano. De fato, o bom professor não é aquele que só implanta fatos na cabeça dos alunos, mas o que provoca neles a curiosidade, a imaginação e a criatividade”.</p>
<p>Se sou ou não bom professor e orientador deixo por conta dos/as que tive o privilégio de ter como alunos/as e orientado/as. Mas, como Luciano, entremeio as aulas com estórias. Em algumas busco expor os estudantes aos contextos relevantes em que teorias foram propostas, técnicas foram desenvolvidas e inovações emergiram. Destaco sempre o “fator Quem”: por exemplo, qual foi a trajetória pessoal e a jornada profissional de Jorge Sábato que o levaram a propor o modelo trino pioneiro para geração de desenvolvimento econômico e social a partir da Ciência, três décadas antes da hoje dominante Hélice Tríplice. O importante no processo de ensino-aprendizagem é integrar <em>logos</em>, <em>páthos</em> e <em>ethos</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre a responsabilidade social do professor universitário</span>: “A veia social do grande mestre despertou cedo. Sua tese de doutoramento, aprovada em 1909, foi sobre ‘A Proteção do Operário em Casos de Acidentes do Trabalho’&#8221;.</p>
<p>Cedo também entendi a multidimensionalidade do papel do engenheiro. Tendo declinado do convite para ser docente da Poli logo após me formar, com o algo ingênuo argumento de que “antes de ser professor de engenharia precisava ser engenheiro”, fui admitido numa das principais empresas de engenharia consultiva do Brasil. Coincidindo com Luciano, o meu primeiro texto publicado mostrava o tamanho da tragédia dos acidentes do trabalho e doenças profissionais no Brasil no começo dos anos 1970, tema não muito apreciado no regime autoritário de então.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre a translação do conhecimento acadêmico em políticas públicas</span>: “Inspirado nessa obra, o governo editou um Decreto-Lei (DL 3.724) que tratava da proteção aos acidentados.”.</p>
<p>Não tenho a ilusão de que o modesto artigo de engenheiro recém-formado tenha impulsionado uma política pública em defesa dos trabalhadores. Mas desde sempre considerei a frutificação do conhecimento gerado na universidade em inovações transformadoras um dos eixos direcionadores do meu papel de gestor ao longo da jornada uspiana, especialmente na coordenação da Cecae e do PGT, assim como na direção do IEA. E, <em>ça va sans dire</em>, também quando fui dirigente do IPT, instituição particularmente bem-posicionada para esse mister. Um exemplo concreto é a criação pelo Instituto do “Espaço Tecnologia” na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre a demora para implementação de políticas públicas no Brasil</span>: “Mas isso foi em 1919 &#8211; dez anos depois. Como se vê, a demora em decidir não é invenção dos governos de hoje”.</p>
<p>Esposo idêntico assombro. Ele é objeto de um dos capítulos do livro “Vencerás pela Ciência, Transformaremos pela Inovação”, uma das obras alusivas aos 90 anos da USP a ser publicada pela Edusp em 2025.</p>
<p><strong>E agora?</strong></p>
<p>A Universidade é uma construção coletiva intergeracional. Assim, estendo a evidenciação das afinidades acadêmicas ao professor José Pastore, já mencionado acima. Após fazer as homenagens de praxe aos ocupantes anteriores da cadeira no. 29, inclusive Luciano Gualberto, ele expõe um pouquinho da sua pessoa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre a decisão de ser professor-sênior</span>: “Espero que o meu atrevimento seja compreendido como um gesto de quem deseja aprender. Aliás, eu estava ainda aprendendo quando dei a última aula na Universidade de São Paulo. Não me conformei com a aposentadoria. Voltei a lecionar e a ouvir os alunos. Meus colegas apoiaram”.</p>
<p>Fui beneficiado pelo projeto do preclaro senador José Serra, que estende os efeitos da chamada PEC da Bengala a todos os servidores públicos da União, estados e municípios. Em decorrência, a idade da aposentadoria obrigatória no funcionalismo público passou a ser 75 anos e não mais 70, assim como aconteceu com os ministros do Supremo Tribunal Federal. Poderia me aposentar bem antes, por estar na pitoresca condição conhecida no jargão acadêmico como “pé na cova”. Em termos menos fúnebres, havia reunido todas as condições para me aposentar com percepção integral (e paridade) de vencimentos.</p>
<p>Não tive dúvida em continuar com a quádrupla vinculação (Poli, FEA, IEA e InovaUSP). E ganhei um ano de bônus, por ser diretor do IEA selecionado num processo eletivo, podendo cumprir o mandato até o final.</p>
<p>Quando chegou a hora inapelável de término do serviço ativo, tive a ventura de, como Pastore, receber o apoio carinhoso de colegas e de dirigentes para me tornar professor-sênior. Como alertado pelo solícito colega do Departamento de Recursos Humanos, com o efeito colateral de prejuízo de vencimentos, pela perda do adicional de permanência.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sobre o futuro na Universidade</span>: “Eles têm razão. O ser humano que para de aprender vira obsoleto, tenha ele 20, 30, 40 ou 50 anos. Quero seguir o exemplo deste grande brasileiro, Miguel Reale, que, com 93 anos, não desiste de aprender e, por isso, não para de ensinar. É esta sede de aprender e este impulso de ensinar que me levaram a escolher Vossa Excelência, caro Professor, para me receber nesta Academia. Este é, sem dúvida, um dos momentos mais felizes de minha vida”.</p>
<p>Imbuído da mesma ideia de <em>lifelong learning</em> e inspirado no lema do saudoso doutor José Mindlin (“Não faço nada sem alegria”), permaneço professor da USP. Espero gozar de saúde de corpo e mente para continuar a aprender e contribuir à USP e, por meio dela, ajudar a reparar o mundo, seguindo a diretriz judaica de tikun olam que me acompanha desde a infância.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Parabéns, minha senhora!</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/parabens-minha-senhora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 13:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-com-a-usp-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Carlos Pinheiro, mestre pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências e Humanas (FFLCH) da USP
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></strong></p>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Minha homenagem ao nonagésimo aniversário da Universidade de São Paulo (USP)</div>
<div dir="auto"></div>
<p>Há noventa anos atrás<br />
Pra orgulho de nós paulistas<br />
Nasce um dos melhores centros<br />
Da Ciência brasileira</p>
<p>A nossa USP foi criada<br />
Com a missão de mudar<br />
O velho padrão de ensino<br />
Herdado de Portugal</p>
<p>Parte do corpo docente<br />
Foi composto por europeus<br />
Contratados que deixaram<br />
Um Importante legado</p>
<p>No entanto, a universidade<br />
Não agiu de forma firme<br />
Pra levar a educação<br />
Superior ao povo negro</p>
<p>Fui o primeiro da minha<br />
Família que consegue<br />
Adentrar em seus domínios<br />
Pra completar os estudos</p>
<p>Na época, foi onde vi<br />
Uma possibilidade<br />
De estudar a proteção<br />
Do belo Mogi Guaçu</p>
<p>Da minha passagem por<br />
Aí guardo boas lembranças<br />
Dos grupos do Coralusp<br />
E das apresentações</p>
<p>Também me lembro de andar<br />
Despreocupadamente pela<br />
Grande praça do Relógio<br />
Em busca de inspiração</p>
<p>Vale destacar ainda<br />
Que os alunos mais humildes<br />
Podem contar com moradia,<br />
Bandejões e hospital</p>
<p>Mas, o seu financiamento<br />
Ainda hoje é quase<br />
Parecido ao calcanhar<br />
Do jovem guerreiro Aquiles</p>
<p>É lamentável notar<br />
Nos dias de hoje que uma parte<br />
Da sociedade quer<br />
Dar-te uma boa flechada</p>
<p>Mas, mesmo sangrando tu<br />
Continuará atraindo<br />
Sem parar mulheres e homens<br />
Talentosos e brilhantes</p>
<p>Parabéns, minha senhora<br />
Pelo seu pioneirismo<br />
E nunca abandone a sua<br />
Luta pela Educação!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minha História com a USP &#8211; Afrânio Neves Junior</title>
		<link>https://youtu.be/xyRgK6B6TE8</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 19:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-video]]></category>
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					<description><![CDATA[Afrânio Neves Junior, doutor pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Afrânio Neves Junior, doutor pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minha História com a USP &#8211; Edson Oliveira Silva</title>
		<link>https://youtu.be/3NyWESEG7-4?si=PHfGLhvYVIFV1Ur-</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 20:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-video]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="853" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-853x480.png?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-853x480.png 853w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-498x280.png 498w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-768x432.png 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira.png 1280w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" />Edson Oliveira Silva, egresso da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="853" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-853x480.png?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-853x480.png 853w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-498x280.png 498w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira-768x432.png 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/Edson-Oliveira.png 1280w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" />]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A USP fez a minha vida</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/a-usp-fez-a-minha-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 19:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-com-a-usp-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Eliseu Martins, professor emérito da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A USP mais do que fez ou faz parte da minha vida. Ela FEZ a minha vida. Filho de sitiante, residia no interior e com 15 anos (início de 1961) queria ir para a Escola Preparatória de Cadetes do Ar de Barbacena (MG) e de lá para o ITA, aberto havia poucos anos. Mas minha mãe demonstrou todo o seu horror a uniforme militar por conta do que sofrera na Espanha. Sofri, mas não quis contrariá-la.</p>
<p>Mudei-me, por conta da decepção, para São Paulo e consegui entrar para fazer o ensino médio (Científico, à época) na&#8230; USP! Colégio de Aplicação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras! Inacreditável para mim, vindo do interior. 15 anos e aluno dos brilhantérrimos Profs. Osvaldo Scipione di Pierro Netto, Miriam Krasilchik e tantos outros.</p>
<p>Mas, fim de 1963, terminava o ensino médio e, apesar de todos os testes de avaliação profissional da Pedagogia, não conseguia me definir. Desisti de qualquer curso superior por uns tempos e meu objetivo tornara-se entrar no Banco do Brasil (já trabalhava em outro banco desde os 17 anos). Eis que passa, num sábado, um colega e fomos ao cinema, mas antes ele precisava passar na Rua Dr. Vila Nova para fazer inscrição para o vestibular para a FCEA (sigla da FEA à época). Me forçou até me inscrever também, sem ter a mínima ideia do que significava essa escola.</p>
<p>E mesmo sem estudar, não é que entrei? (Colégio de Aplicação extraordinário! Mérito dele.) Entrei também no BB. Início de 1964 e eis-me na USP, só que agora noutro nível, mas ainda perdido profissionalmente. Mas o ingresso à época era mais inteligente: entrava-se na FEA e só no segundo ano, após conhecer o básico dos vários cursos, escolhia-se qual a seguir. E me deparei com Contabilidade, me apaixonei, e então escolhi Ciências Contábeis. Já no segundo ano o Prof. Alkindar de Toledo Ramos me convida para ser monitor; quando concluo o curso, em 1967, o Prof. Sérgio de Iudícibus me convida para ser seu “Auxiliar de Ensino”.</p>
<p>Jamais dera uma aula, mas meu apego à USP, minha paixão pela Contabilidade e um pouco de ousadia me levaram a me demitir do Banco do Brasil e a seguir a carreira Docente. A monitoria me fizera ver melhor o que era a Universidade por trás das salas de aula. Que choque para meus pais abandonar emprego, aos 22 anos, tão cobiçado à época (B. Brasil). Mas aí me encontrei definitiva e apaixonadamente na vida Acadêmica. Doutoramento, Livre-Docência, Associado, Titular, tudo com o mesmo espírito.</p>
<p>Só que, em função da minha área, não aceitava ficar só na Academia. Fiz consultorias, fui Diretor de Companhia Aberta, estive em duas gestões na CVM – Comissão de Valores Mobiliários, uma na Diretoria do Banco Central, Conselhos de Administração, Fiscal e outros de empresas privadas e de economia mista, Pareceres Técnicos etc.</p>
<p>Mas&#8230; pesquisas, artigos, orientações (mais de 80, incluindo fora da USP), teses, livros e&#8230; aulas tudo ao mesmo tempo por muitos anos. Chefe de Departamento, Coordenador de Pós, Diretor da FEA, COP e tantas outras funções administrativas. Fui praticamente obrigado a me aposentar da Universidade com 40 anos de docência em 2008 para outra função pública, mas passei a Professor Sênior nas duas FEAs da nossa querida USP. Até hoje.</p>
<p>Ah, é lógico, meus dois filhos também na USP! Além de Doutores pela FEA, um é também Mestre em Música pela ECA!</p>
<p>Estou completando 56 anos como Docente, mas minha vida, mesmo fora da Universidade, só existiu, única e exclusivamente pela oportunidade que a USP me deu desde o ensino médio!!</p>
<p>Sou o que sou exclusivamente por causa dela. A USP me Fez. Como sou grato à população que me ofereceu gratuitamente essa oportunidade, um pouco também à sorte, aos Professores nominados e tantos outros, e por isso procuro até hoje devolver à sociedade parte do que recebi. Dando aulas (até no USP 60+ agora) e inclusive participando dos Fundos de Endowment da FEA, a Sempre FEA e o Fundo Patrimonial.</p>
<p>Viva a Universidade de São Paulo!</p>
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		<title>Um campeonato de vídeo game</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/um-campeonato-de-video-game/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 15:54:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-foto-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="853" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-853x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-853x480.jpg 853w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-498x280.jpg 498w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-768x432.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-1536x864.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" />Vítor Kei Taira Tamada, egresso do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="853" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-853x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-853x480.jpg 853w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-498x280.jpg 498w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-768x432.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-1536x864.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/e3-2018-2048x1152.jpg 2048w" sizes="(max-width: 853px) 100vw, 853px" />		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="226656" class="elementor elementor-226656" data-elementor-post-type="post">
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							<p>Dois eventos marcaram meus anos na USP, em particular no IME: um campeonato de vídeo game e assistir a uma conferência de vídeo games na lanchonete do IME, lotando o espaço.</p><p>Primeiro evento: campeonato de vídeo game</p><p>O IME já tinha uma televisão e um vídeo game em sua vivência fazia alguns anos. No ano em que entrei, 2014, começaram a jogar tanto o Super Smash Bros para Nintendo 64, disponível nesse espaço, que alguns colegas decidiram tentar fazer um upgrade: trouxeram um Nintendo Game Cube para jogar Super Smash Bros Melee. </p><p>Entre o segundo semestre de 2014 e o primeiro de 2015, já trouxeram um Nintendo Wii com a versão modificada do jogo chamada de Project M. Ao longo dos anos seguintes, diversos colegas foram se juntando ao grupo e investindo cada vez mais em melhorar suas habilidades nesses jogos, chegando a criar um cenário competitivo junto de outros institutos, como o IF e a Poli, dentro da Cidade Universitária. Além disso, o canto da vivência que possuía apenas uma televisão passou a ter 3 e um vídeo game para cada, com controles disponíveis para quem quisesse jogar e não tinha um próprio.</p><p>Em 2018, esse grupo de colegas decidiu organizar um pequeno campeonato desses dois jogos em uma sala do segundo andar do bloco B do IME. Por algumas pessoas terem contato com jogadores inclusive de fora da USP, esse evento teve uma boa quantidade de participantes. Entre pedir permissão para usar um espaço do IME em um final de semana, levar grandes e pesadas TVs de tubo escada acima, organizar o cronograma, participar, premiar os vencedores, pedir comida e arrumar tudo depois, foi um dia bastante memorável e divertido, começando de manhã cedo e terminando somente a noite.</p><p>Segundo evento: assistir à E3 na lanchonete do IME.</p><p>O mesmo grupo de colegas que investiu em vídeo games no IME queria assistir às novidades, em particular da Nintendo, ao vivo da E3 2018, congresso de vídeo games. Como os notebooks têm tela muita pequena, decidiram pedir permissão para utilizar a televisão da lanchonete para todos assistirmos juntos em um monitor maior. Além de a permissão ser obtida, os ânimos, surpresas e agitações foram bem grandes, chegando a encher mais o espaço do que durante os jogos da Copa do Mundo que aconteceram nas semanas seguintes.</p>						</div>
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		<title>Uma segunda casa, uma segunda família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 12:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-foto-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="852" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-852x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-852x480.jpg 852w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-497x280.jpg 497w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-768x433.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-1536x866.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n.jpg 2048w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" />Rodrigo Alves Pessanha, funcionário da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="852" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-852x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-852x480.jpg 852w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-497x280.jpg 497w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-768x433.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n-1536x866.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/316278525_5544554268997639_2980941362881326744_n.jpg 2048w" sizes="(max-width: 852px) 100vw, 852px" />		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="226640" class="elementor elementor-226640" data-elementor-post-type="post">
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							<div class="gmail_default">Ingressei na USP, mais especificamente na EACH, em julho de 2010. De lá para cá, claro, a USP passou a fazer parte ativamente de minha história&#8230; E fazer parte da história da USP me enche de orgulho e de alegria. Já se vão quase quatorze anos desde que pisei o pé pela primeira vez no <i>campus</i> da Zona Leste&#8230; Hoje, desde 2016, tenho o privilégio de pertencer ao quadro de funcionários da Esalq, o que também me traz muita felicidade e satisfação.</div><div class="gmail_default"> </div><div class="gmail_default">O que de mais valioso tenho para relatar, referente a todo esse tempo servindo a instituição, é que tanto na EACH, trabalhando no Serviço de Graduação, quanto na Esalq, atuando no Serviço de Pós-Graduação, o ambiente que eu encontrei nesses lugares de fato transformaram a USP em minha segunda casa, minha segunda família! <br /><br />As amizades que construí ao longo desses anos, com funcionários, professores e até mesmo alguns alunos, são amizades que levarei para o resto da vida, com muito carinho e com lembranças que jamais serão esquecidas. Costumo dizer que na USP nunca sofri com a síndrome do Fantástico&#8230; Conhece? É aquele desespero que dá quando a gente ouve a musiquinha do Fantástico, na Globo, e se lembra que o domingo está acabando e que o dia seguinte é dia de trabalho! <br /><br />Acordar e ir trabalhar na EACH e na Esalq sempre foi muito tranquilo pra mim, pois eu sabia e ainda sei que encontraria/encontrarei muito mais que meros colegas de profissão&#8230; Encontrarei, como já disse, amigos que tornam minha vida mais fácil de se viver!</div><div class="gmail_default"> </div><div class="gmail_default">Parabéns à Universidade de São Paulo por seus 90 anos! Parabéns por ter se tornado uma instituição relevante para a sociedade, academicamente falando, cientificamente falando, socialmente falando, enfim&#8230; Não tenho dúvidas de que a USP é uma das maiores referências brasileiras de sucesso em todo o mundo! Que privilégio fazer parte disso!!!</div>						</div>
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		<title>Uma família que vive a USP</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/uma-familia-que-vive-a-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 12:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-com-a-usp-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Letícia Petrocchi, funcionária da Prefeitura do Campus da USP em Pirassununga 
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></strong></p>
<p>Tudo começou em 1998, quando fui aprovada no vestibular e saí de minha cidade, Pirassununga, para estudar Letras/Italiano na capital. Até então, a USP era somente aquela Universidade quase inalcançável do imaginário popular, ainda mais para uma jovem do interior que havia sempre estudado em escola pública, mas logo ela se tornou uma parte importante da minha vida.</p>
<p>Foram quatro anos estudando na FFLCH, morando no Crusp e fazendo as refeições diárias nos &#8220;bandejões&#8221;, o que foi essencial para possibilitar a minha permanência na Universidade. Morando com minha melhor amiga, pouco saíamos do campus, até as festas que frequentávamos eram por lá.</p>
<p>No segundo ano do curso, consegui um estágio de monitoria em biblioteca na Poli, onde trabalhei por quase dois anos e acabei me apaixonando pelo meu colega de trabalho, com quem me casei em 2002. Ainda cursando a faculdade, me tornei funcionária na ECA e, anos depois, fui para a Faculdade de Educação.</p>
<p>Tivemos dois filhos, que nasceram no Hospital Universitário, estudaram na Creche Central e na Escola de Aplicação, fizeram várias refeições no &#8220;bandejão&#8221; e brincaram muito no Cepeusp! Em 2017, em busca de uma vida mais tranquila, nos transferimos para Pirassununga. Hoje, trabalho na Prefeitura do Campus e meu marido na FZEA.</p>
<p>Em 2022, meu filho mais velho foi aprovado no vestibular e hoje cursa o 3º ano de Engenharia de Biossistemas na FZEA. Meu filho caçula, ainda no ensino médio, já tem planos de estudar no campus da capital e está se preparando para o vestibular. Já são 26 anos da nossa família vivendo a USP intensamente e ainda queremos viver vários anos nessa Universidade que tanto amamos!</p>
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		<title>Experiência de uma estudante de convênio Bolívia-Brasil</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/experiencia-de-uma-estudante-de-convenio-bolivia-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 12:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-com-a-usp-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[Ana Maria Prado Pereira, egressa da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://jornal.usp.br/artigos/escola-de-educacao-fisica-e-esporte-de-ribeirao-preto-e-a-sociedade-uma-relacao-saudavel-no-campus-de-ribeirao-preto/attachment/chapeu_usp-90anos_campi-pb/" rel="attachment wp-att-719956"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-719956" src="https://jornal.usp.br/wp-content/uploads/2024/01/chapeu_usp-90anos_campi-Pb.jpg" alt="" width="1200" height="100" /></a></strong></p>
<p>Nascida em Santa Cruz de La Sierra, 22/01/1951, finalizou o colégio primário e secundário, em 12 anos. Em 1968, viu no jornal da cidade, a convocatória para estudantes bolivianos que desejavam estudar no Brasil, soube dos requisitos necessários para poder estudar no Brasil, desejava estudar Medicina em uma cidade grande, tinha conhecimento que a cidade de São Paulo tinha as melhores faculdades de Medicina do Brasil. Dias depois, recebeu um telegrama do consulado brasileiro para se apresentar no Rio de Janeiro, no Itamaraty, Ministério das Relações Exteriores, haviam estudantes da Bolívia, de vários países da América do Sul, em diversas áreas: economia, administração, engenharia, lhe comunicaram que estava destinada a estudar na USP de São Paulo.</p>
<p>Após a reunião com o diretor do Itamaraty, ele fez uma recomendação a todos os estudantes: não participem de política. Quanto à língua portuguesa, eu tinha conhecimento do português, por já ter morado um tempo em uma cidade fronteira com o Brasil e lia livros e revistas semanais em português.</p>
<p>Início das aulas na USP, instalei-me em uma pensão próxima à Faculdade de Medicina da USP, junto com a colega paraguaia Estela Maris Diez Peres, também do intercâmbio internacional, Brasil-Paraguai. Iniciada as aulas, já nos primeiros dias, tive a grande surpresa de quatro colegas de turmas de vários anos à frente me cederam seus livros, dois dos colegas eram da minha terra, Santa Cruz de La Sierra, estavam na residência médica, Anestesiologia e o esposo Otorrinolaringologia, os outros dois colegas eram uma turma posterior à minha. Quando terminei o ano, devolvi os livros a eles.</p>
<p>Sou muito grata a eles, nobre coração, jamais os esquecerei, também estou selecionando livros para doar quem precise. Em setembro de 1968, recebi o comunicado de ter conseguido a vaga, junto com a colega paraguaia, e duas paulistas no Crusp, a alegria durou poucos meses, pois, em 17 de dezembro de 1968, ocorreu a invasão ao Crusp. Um dia que não esquecerei, foi traumático, pior ainda, eu estava em época de provas, acordamos de madrugada com o barulho dos tanques, tropas do Exército e agentes da força pública invadiram o Crusp e também o barulho dos cavalos.</p>
<p>Nesse dia, o refeitório não abriu, depois de muitas horas, nos levaram à zona norte, nos ônibus da CMTC, soube depois se tratar do presidio Tiradentes, onde permanecemos até a noite com sede e fome. Por volta das 8 da noite, nos levaram ao Crusp, preocupada estava porque não tinha outro lugar para eu dormir, quando entramos ao apartamento o susto e o desgosto foi grande, os quatro colchões estavam rasgados em toda sua extensão. Após a invasão ao Crusp, resolvemos sair de lá e procurar uma pensão para morar, mas achamos um apartamento e o alugamos entre qutro colegas.</p>
<p>No tempo que morava no Crusp, fui procurada por um diretor do SBPC, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, com a proposta de fazer a versão de livros editados em português e fazer a versão em espanhol, aceitei e foi bom, pois representava uma ajuda econômica para mim, eram livros para países de fala espanhola. No mesmo período, dei aulas de espanhol para a filha de sete anos do cônsul da Iugoslávia. Foi muito bom, mais uma ajuda econômica para mim, a família estava voltando ao seu país de origem e lá era obrigatório o aprendizado do espanhol. Com o que recebi, versões e aulas de espanhol, foi suficiente para pagar o apartamento alugado e os gastos em refeição.</p>
<p>Os anos de estudo na USP foram excelentes, o aprendizado, o abundante material para realizar os estudos, os excelentes professores que tinham prazer em nos ensinar, não só nos primeiros anos, como no internato e posteriormente na residência médica. Quando já tinha sido escolhida especialidade médica a ser seguida, escolhi duas especialidades, Ginecologia e Obstetrícia, meses depois, em um plantão de fim de semana de Obstetrícia em outro município, o anestesista não havia chegado em horário ao plantão, chega uma gestante em trabalho de parto de termo (de 9 meses) completos, mas com quadro de hemorragia uterina por descolamento prematuro de placenta, suspeita de placenta prévia.</p>
<p>O quadro piorava a cada minuto, sem anestesista, e a paciente precisava ser anestesiada e ser submetida a cesárea com urgência, avisei-a obstetras que eu faria a raquianestesia da paciente com sucesso, assim foi possível salvar a mãe e a criança ajudada pela obstetra, os ensinamentos dados pelo anestesista foram assimilados por ter tido um excelente professor, adrenalina a mil. Após o nascimento do recém-nascido e seus cuidados imediatos, a obstetra me auxiliou no fechamento da cesárea, nisso chega o anestesista do plantão.</p>
<p>Acabada a residência médica em duas especialidades, fiz o concurso do Inamps e passei, tive uma ótima classificação. Só tenho a agradecer à Medicina USP por haver dado as fortes bases para exercer a Medicina ao longo da vida.</p>
<p>O meu esposo Fernando Sergio Prado Pereira formou-se em Direito pela USP, chegando a ser desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. A filha mais velha, Tania Fernanda Prado Pereira, estudou Direito pela USP e foi eleita presidente do Sindicatos dos Funcionários Federais. A segunda filha, Paula Fernanda Prado Pereira, estudou na ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, atualmente reside na França lecionando Propaganda e Marketing na Universidade de Paris, Sorbonne. Ana Maria Yavari Mendez em solteira, porém no ano de 1978, após o casamento civil, o nome atualizado ficou Ana Maria Prado Pereira.</p>
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		<title>Conquistas na USP</title>
		<link>https://www5.usp.br/minha-historia-com-a-usp/conquistas-na-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 16:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Minha história com a USP]]></category>
		<category><![CDATA[minha-historia-foto-texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="678" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-678x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-678x480.jpg 678w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-396x280.jpg 396w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-768x543.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-1536x1087.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001.jpg 1754w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" />Sandra Cecília Dias Astorino, funcionária da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="678" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-678x480.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-678x480.jpg 678w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-396x280.jpg 396w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-768x543.jpg 768w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001-1536x1087.jpg 1536w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/2024/12/1a.-Placa-de-Homnagem-Sandra-C.-Dias-Astorino_page-0001.jpg 1754w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" />		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="226611" class="elementor elementor-226611" data-elementor-post-type="post">
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							<p>Sou servidora da USP desde 2006, e escrevo para contar que a USP faz parte da história da minha família, pois são três gerações que trabalharam e ainda trabalha nessa importante instituição.</p><p>Meus avós, Sérgio Nali (servidor da PUSP-RP 1934 a 2018) e Aparecida Nadir Peruzzi Nali (servidora da PUSP-RP 1983 a 1996) foram moradores do campus de Ribeirão Preto, no período de 1966 a 1985, ocupando uma das casas da Rua dos Bambus e lá criaram seus três filhos, dos quais duas também foram funcionárias da USP: minha mãe, Libertad Maria Nali Dias (servidora da FMRP 1974 a 1980) e minha tia, Sônia Aparecida Nali de Paula (servidora da FFCLRP 1985 a 2017).</p><p>Desde que eu completei 18 anos, minha avó, D. Nadir, sempre insistia muito para que eu prestasse os concursos da USP e eu segui seu conselho.</p><p>Foram algumas tentativas até obter a aprovação e iniciar as atividades em 2006. De lá para cá houve algumas conquistas: fui aprovada em outro concurso e, desde 2008, atuo na FEA-RP como secretária de Departamento de Ensino.</p><p>Durante minha trajetória, três momentos foram importantes para mim e me emocionaram muito: ouvir o depoimento de meus avós, Sérgio e Nadir, em uma homenagem que a FEA-RP fez aos funcionários, em 2008; ser a funcionária homenageada pelos alunos durante a formatura em duas oportunidades: em 2012 e 2014.</p><p>Guardo esses momentos com muito carinho, pois são o reconhecimento pela dedicação e comprometimento pelo meu trabalho junto à USP.</p>						</div>
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