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	<title>Avaliação &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Alunos estrangeiros dão nota alta para experiência acadêmica na USP</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/educacao/alunos-estrangeiros-dao-nota-alta-para-experiencia-academica-na-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2013 19:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20131212_b.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Vindos de 24 países, estudantes estrangeiros ouvidos pela Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais fazem boa avaliação da USP e de sua infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20131212_b.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p><em>Paulo Hebmüller / Jornal da USP<br />
</em></p>
<figure id="attachment_37999" aria-describedby="caption-attachment-37999" style="width: 450px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-37999" alt="Foto: Guilherme Andrade " src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20131212_21.jpg" width="450" height="250" /><figcaption id="caption-attachment-37999" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Guilherme Andrade </span></figcaption></figure>
<p>Nota 8,12. Essa foi a avaliação geral que a USP recebeu dos alunos estrangeiros que terminaram seu intercâmbio na graduação no final do primeiro semestre deste ano. A nota geral da Universidade foi superior à que os entrevistados deram à cidade de São Paulo: 6,74. A pesquisa apurou as duas avaliações exatamente porque sua origem é interdisciplinar e utilizou visões complementares.</p>
<p>De um lado, a da Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais (VRERI) da USP, interessada em saber como os estudantes de fora do País vivem sua experiência acadêmica por aqui; de outro, a do Observatório do Turismo da Cidade de São Paulo – ligado à SPTuris, empresa oficial de turismo e eventos da cidade –, principal fonte de dados para planejamento estratégico, estruturação e promoção da atividade na capital. Não por acaso, o Observatório tem na coordenação geral Beatriz Lage, docente da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.</p>
<p>“Fizemos um trabalho conjunto misturando perguntas de interesses específicos da Universidade com o interesse da Prefeitura numa visão mais ampla de turismo. O resultado ficou muito rico, porque o profissional da área pensa em questões que na academia nós não pensaríamos”, diz Claudio Possani, assessor de Mobilidade da Vreri. Cerca de 400 alunos de cursos sediados no campus do Butantã receberam um questionário curto por e-mail, e 166 responderam, o que Possani considera uma amostra significativa.</p>
<p>As conclusões da pesquisa reforçam algumas percepções que a Universidade já possuía e trazem também informações novas. Entre elas, a surpresa de que a língua portuguesa ocupa apenas a quarta colocação entre as dificuldades citadas pelos estrangeiros – com 11% das respostas –, atrás dos problemas com documentação e burocracia (28%), transporte (25%) e custo de vida (21%).</p>
<p>O questionário não se dirigia somente à experiência acadêmica, mas à vida na cidade de maneira geral, o que, para Possani, permite duas conclusões: a USP está atraindo estudantes que se prepararam muito bem para vir ao Brasil e, ao mesmo tempo, é reforçada a ideia de que somos uma sociedade acolhedora. “Nem sempre entendemos tudo, mas os alunos e os professores brasileiros são muito disponíveis para ajudar”, testemunha o francês Simon Suire, que faz intercâmbio em Engenharia Química na Escola Politécnica da USP.</p>
<h2>Ênfase nas Humanas</h2>
<p>Os alunos que responderam à pesquisa representam 24 países e vêm de 79 cidades diferentes. O maior contingente é o de franceses, com 15% da amostra, seguidos pelos colombianos (13%). Os europeus são a maioria (além da França, aparecem, pela ordem, Alemanha, Itália, Espanha, Portugal e Holanda), com 49%. Os latino-americanos (depois da Colômbia vêm Peru, Argentina, Chile e México) são 41%, enquanto 10% se originam de outros países.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-38199 alignleft" alt="" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal6.jpg" width="360" height="225" /></p>
<p>Um dos dados que surpreenderam foi a alta concentração de alunos nas áreas de Ciências Humanas e Sociais (36%) e Artes e Linguística (17%), totalizando mais da metade (53%) dos que responderam à pesquisa. Claudio Possani levanta diversas possíveis explicações para o dado. Uma delas é que em áreas como física, química e biologia o que se aprende em qualquer país é basicamente a mesma coisa, enquanto que, em áreas como arquitetura, economia, sociologia e artes, por aqui se desenvolvem e se ensinam concepções diferenciadas.</p>
<p>“Para estudar a mesma matemática que teria em seu país de origem, mas enfrentando as dificuldades de um lugar que não se conhece e tendo que fazer disciplinas em português etc., talvez o aluno pense que não vale a pena. De outro lado, faz muito sentido ter contato com coisas diferentes e com o viés da América Latina nas áreas de humanidades”, diz o assessor. Outras hipóteses para explicar o fenômeno poderão ser avaliadas no futuro.</p>
<p>A USP também tem razões para se considerar satisfeita com a razão da escolha feita pelos entrevistados para o intercâmbio: 48% citaram o prestígio da Universidade como sua principal motivação. Para 19%, foi a localização em São Paulo, enquanto 16% apontaram uma sugestão feita por algum professor. Além da boa avaliação geral, a pesquisa mostra que a grande maioria dos alunos estrangeiros está satisfeita com a qualidade das atividades acadêmicas, do tempo dedicado ao estudo, das instalações e das bibliotecas da USP. Os restaurantes universitários, por exemplo, foram considerados excelentes ou bons por 85% dos alunos.</p>
<p>Boa parte dos problemas e dificuldades que a pesquisa apontou se relaciona com temas que vão alimentar muito mais o trabalho da SPTuris e do poder público do que a Universidade diretamente. O transporte público, por exemplo, foi considerado fraco ou ruim por 41% dos entrevistados, enquanto 46% deram as mesmas respostas em relação à sensação de segurança na cidade.</p>
<h2>Políticas de recebimento</h2>
<figure id="attachment_37996" aria-describedby="caption-attachment-37996" style="width: 330px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-full wp-image-37996" alt="Foto: Reprodução " src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20131212_31.jpg" width="330" height="190" /><figcaption id="caption-attachment-37996" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Reprodução </span></figcaption></figure>
<p>O número de alunos em mobilidade internacional aumenta de forma consistente. No caso dos brasileiros enviados ao exterior, há muito mais bolsas à disposição – como as do programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, e as de iniciativas próprias, como as bolsas Mérito Acadêmico e de Empreendedorismo da USP. O número de estudantes que a Universidade recebe de outros países tem crescido em torno de 20% anualmente nos últimos quatro anos. Em 2013, são cerca de 1.500 alunos estrangeiros na graduação.</p>
<p>Para Claudio Possani, além da maior visibilidade da USP proporcionada pela boa colocação nos rankings internacionais, outros fatores conjunturais colaboram para a procura da Universidade. O crescimento da economia, as oportunidades em várias áreas profissionais do País e o sucesso de programas sociais brasileiros são aspectos que repercutem bem no exterior, considera.</p>
<p>As pesquisas com os estrangeiros continuarão a ser feitas semestralmente em conjunto pela Vreri e pela SPTuris e devem incluir novas categorias. Alguns alunos de campi do interior, embora não fossem o público-alvo dessa primeira rodada, conseguiram acessar a enquete com o número USP. Eles serão ouvidos nas próximas edições. Para o órgão de turismo, é interessante saber, por exemplo, se esses estudantes visitam São Paulo durante seu intercâmbio; se vêm, o que fazem na cidade; se não vêm, como atraí-los. A ideia é que seja produzida, ao longo do tempo, uma base de dados partilhada entre a Universidade e a Prefeitura.</p>
<p>Para a USP, o interesse principal é melhorar suas políticas de recebimento e identificar áreas às quais deve dedicar maior atenção. Um dos pontos que a primeira pesquisa já demonstrou é que, como muitos alunos estrangeiros acabam utilizando a Cidade Universitária como espaço de lazer aos finais de semana, o debate sobre o “uso inteligente do campus” precisa ser intensificado. “Não podemos transformá-lo num parque, mas o campus também não pode ser fechado. Essa é uma questão na qual a administração tem trabalhado muito”, diz Possani. “O importante é que a USP teve uma nota geral alta e se saiu muito bem nessa primeira avaliação”, conclui.</p>
<h2>Prestígio e cultura motivam estrangeiros</h2>
<figure id="attachment_37997" aria-describedby="caption-attachment-37997" style="width: 330px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-37997" alt="Foto: Cecília Bastos " src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20131212_a1.jpg" width="330" height="190" /><figcaption id="caption-attachment-37997" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Cecília Bastos </span></figcaption></figure>
<p>A boa reputação da USP foi a principal razão da escolha para os estudantes franceses Simon Suire, de 24 anos, e Clara Defranould, de 21, que fazem intercâmbio no curso de Engenharia Química da Escola Politécnica. “As aulas são interessantes, os professores sabem ensinar bem e temos suporte de materiais também pela internet”, diz Simon. Para Clara, uma diferença marcante está nas escalas: ela vem de Nancy, no nordeste do país, com uma população de pouco mais de 100 mil habitantes. “Minha faculdade tem 200 alunos”, compara. Já Simon no início estranhou a “bagunça” das ruas e dos transportes, mas no geral acha São Paulo bonita.</p>
<p>O Parque do Ibirapuera é citado pelos dois colegas como grande atrativo da cidade. O parque é o local turístico mais visitado pelos alunos, de acordo com a pesquisa da Vreri e da SPTuris , com 71% das respostas. Outros pontos que os alunos mencionaram são a avenida Paulista (41%), o Museu de Arte de São Paulo (Masp), com 31%, e a Vila Madalena (19%). No tempo livre, os alunos visitam museus (54%) e parques e áreas verdes (54%) e apreciam a gastronomia (49%) e a vida noturna (bares), com 48%. “As festas na FFLCH também são muito boas”, diz Simon.</p>
<p>O interesse em conhecer novas culturas também motivou a vinda de Clara. “Quando cheguei, não falava nada de português e era muito difícil entender o que as pessoas diziam”, conta. O sotaque permanece forte, mas a convivência diária com os colegas e as duas aulas semanais da língua fizeram com que a estudante alcançasse fluência rapidamente.</p>
<p>O interesse cultural é uma das razões citadas por Arielle Ngo, de 23 anos, também aluna da Engenharia Química. Ao contrário dos colegas, que ficam somente neste semestre e depois pretendem viajar algumas semanas pelo País antes de voltar à Europa, ela vai permanecer um ano e meio para fazer um programa de duplo diploma. Arielle é da Martinica, departamento ultramarino francês no Caribe, onde vivem seus pais. Ela estuda na França e já cursou dez anos de espanhol, o que ajudou a lidar com o português. Aguardando o almoço na fila do bandejão central, Arielle comenta que não coloca os restaurantes universitários da USP na categoria top da gastronomia – como 41% dos entrevistados na pesquisa, que os consideraram excelentes, mas não vê isso como um problema. “Na França, o bandejão não é bom, mas também não é caro”, compara.</p>
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		<title>Prefeitura quer saber de usuários como está mobilidade na Cidade Universitária</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/institucional/prefeitura-quer-saber-de-usuarios-como-esta-mobilidade-na-cidade-universitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2013 17:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O objetivo é recolher dados acerca do modo como os usuários da Cidade Universitária se deslocam internamente e, a partir dos resultados verificados, propor medidas que priorizem, entre outras ações, a redução dos deslocamentos individuais motorizados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da Prefeitura do Campus USP da Capital</em></p>
<p>Com o objetivo de subsidiar o planejamento de melhorias para a mobilidade interna na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira (CUASO), a Prefeitura do Campus USP da Capital (PUSP-C) coloca à disposição da comunidade uspiana frequentadora da CUASO  o questionário online <a href="https://docs.google.com/forms/d/1ij2jv5-HyNCHX2KZCcZDxhjdYcBnrprahDM5MBbLIFk/viewform" target="_blank">Avaliação da Mobilidade Urbana na CUASO</a>.</p>
<p>O objetivo é recolher dados acerca do modo como os usuários da Cidade Universitária se deslocam internamente e, a partir dos resultados verificados, propor medidas que priorizem, entre outras ações, a redução dos deslocamentos individuais motorizados.</p>
<p>O questionário poderá ser preenchido até o dia 15 de dezembro.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.puspc.usp.br/">http://www.puspc.usp.br</a></strong><a href="http://www.edusp.com.br/detlivro.asp?id=413988"><br />
</a></p>
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		<title>USP é considerada a melhor do Brasil em ranking da Folha de S. Paulo</title>
		<link>https://www5.usp.br/uspdestaque/usp-e-considerada-a-melhor-universidade-do-brasil-em-ranking-do-jornal-folha-de-s-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 19:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20120903_a.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Em Ranking Universitário organizado pelo jornal Folha de São Paulo, que avalia aspectos como ensino, pesquisa, reputação no mercado de trabalho e inovação, a USP aparece como a universidade brasileira de melhor avaliação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20120903_a.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>Foi divulgado nesta segunda-feira (3) o primeiro <em>Ranking Universitário Folha (RUF)</em>, que classifica as 191 universidades brasileiras, juntamente a 41 centros universitários ou faculdades, de acordo com quatro aspectos considerados: ensino, pesquisa, reputação no mercado de trabalho e inovação. O RUF foi composto por oito meses de dados de produções acadêmicas levantados pelo jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, e também pela opinião de centenas de cientistas e profissionais de Recursos Humanos, ouvidos através do Instituto Datafolha.</p>
<p>A metodologia do RUF foi criada pelo grupo liderado pelo cienciometrista (ciência que estuda a produção científica) da USP Rogério Meneghini, em conjunto com a Redação da Folha. Apesar de países como Estados Unidos, China e Alemanha já montarem seus rankings nacionais, o Brasil dependia de classificações globais ou, no máximo, continentais, que citam poucas instituições brasileiras e desconsideram características nacionais. Não havia, até agora, um indicador que abrangesse a visão do mercado de trabalho e a produção científica das instituições.</p>
<h2>USP em primeiro lugar</h2>
<p>A USP, primeiro lugar do RUF, foi também a melhor classificada em quase todos os indicadores considerados, com a exceção do aspecto de inovação, liderado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Na classificação geral, as Federais de Minas Gerais (UFMG) do Rio de Janeiro (UFRJ), aparecem em segundo e terceiro, respectivamente.</p>
<p>Outro resultado que chama a atenção é a boa avaliação das escolas privadas pelas empresas. Entre as 15 instituições mais citadas como melhores por profissionais responsáveis por contratação, seis são pagas. Os cientistas têm visão diferente: só citaram uma particular, a PUC-Rio (RJ), entre as melhores.</p>
<p>Entre as dez primeiras universidades na lista geral, cinco estão no Sudeste; três no Sul, uma no Centro-Oeste e uma no Nordeste. A melhor universidade do Norte, a federal do Pará, aparece na 24ª colocação do ranking. Essas informações são importantes para orientar políticas públicas, alunos, professores e empregadores, pois mostram as instituições de destaque no país e as que estão com defasagem.</p>
<p><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></p>
<p><strong>Mais informações pela <a href="http://ruf.folha.uol.com.br/noticias/1145119-federais-e-usp-lideram-o-1-ranking-universitario.shtml" target="_blank">página do RUF</a> no site da Folha</strong><!--:en--></p>
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		<title>Roteiro de avaliação desenvolvido pela FAU ajuda na reabilitação de edifícios</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/roteiro-de-avaliacao-desenvolvido-pela-fau-ajuda-na-reabilitacao-de-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 17:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Sheila Walbe Ornstein]]></category>
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					<description><![CDATA[Procedimento ajuda a reduzir gastos e tempo no processo de adequação de prédios antigos às normas atuais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sandra O. Monteiro / Agência USP de Notícias</em></p>
<p>Um roteiro de avaliação desenvolvido em uma pesquisa da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP se configurou como um instrumento útil para arquitetos, engenheiros ou mesmo construtoras envolvidas no processo de reabilitação de prédios antigos para adequá-los às normas atuais. “Com o roteiro, é possível prever o que vai ser utilizado em relação ao tempo e ao material”, aponta o arquiteto Walter José Ferreira Galvão.</p>
<p>De acordo com o pesquisador, no Brasil, há a cultura de se fazer um projeto de reabilitação como se fosse uma obra nova, ou seja, “nada é visto com antecedência, os problemas apenas vão ser verificados na fase de execução o que leva à necessidade de mudanças de estratégias durante a obra e que acrescenta mais tempo para a sua finalização”.</p>
<p>Em sua tese de doutorado, Galvão analisou 10 itens de desempenho constantes da norma NBR-15575 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os itens analisados envolvem não só acessibilidade, mas conforto, higiene e segurança dos moradores do edifício.</p>
<p>O arquiteto explica que a NBR-15575 serve como um norma de desempenho para edifícios de apartamentos novos e fixa parâmetros mínimos de conforto, segurança e acessibilidade. Apesar de ser direcionada para edifícios novos, a escolha não foi aleatória. “Percebi a necessidade de definir parâmetros de habitabilidade também para edifícios antigos e que precisam se reabilitados, readequados aos dias atuais”, diz.</p>
<p>A metodologia envolveu três fases práticas: a verificação de potencialidades dos edifícios e apartamentos antigos a partir de um roteiro/questionário a ser respondido por meio de observação e testes realizados pelo próprio arquiteto. Este primeiro roteiro foi melhorado após a comparação das respostas e observações feitas por síndicos e especialistas de cada item quanto à adequação do roteiro ao dia-a-dia. E, por fim, passou por uma outra avaliação em que o próprio pesquisador e uma equipe, composta por um arquiteto e por uma estudante de arquitetura, aplicaram o roteiro em dois edifícios paulistanos.</p>
<h2><strong>Análises de infraestrutura</strong></h2>
<p>Em relação aos apartamentos, por exemplo, foi feito um estudo, dentre outros, se os cômodos possuem dimensões adequadas às novas necessidades habitacionais. Outros itens analisados foram: acessibilidade a pessoas deficientes; conforto luminoso, térmico e acústico. Já em relação aos edifícios, foram analisadas questões de segurança contra incêndio, conforto e de práticas cotidianas. Foram verificados os equipamentos e infraestruturas de segurança contra incêndio &#8211;  na maioria das vezes, o “ponto fraco de edifícios construídos quando ainda não havia leis regulamentando tal necessidade”.</p>
<p>Também foram verificadas as necessidades de adaptações das instalações elétricas e hidro-sanitárias (água e esgoto). Outro aspecto que envolve as práticas cotidianas, foi a proximidade de infraestrutura dos arredores do edifício como mercados, farmácias, padarias e coleta de lixo que fazem com que seus moradores dispensem o uso do carro.</p>
<h2>Vantagens do roteiro</h2>
<p>Para o arquiteto, o roteiro apresenta quatro vantagens: planejamento, agilidade da obra, cálculo de custos antecipados e simplicidade. Ele acredita que o mais importante é o fato de o roteiro estar voltado para a etapa de diagnóstico, “o que garante a antecipação do que deve ser feito ao longo da obra”.</p>
<p>Quanto ao custo e à agilidade, Galvão diz que muitas pessoas pensam que as obras de reabilitação são muito mais caras, “mas o problema real é a ausência de um controle de gastos antecipado”. Para ele, falta planejamento. O arquiteto relata que, na Europa, este tipo de análise antecipada já é feita com frequência, pois o fluxo de obras de reabilitação é bem maior que no Brasil. Vale ressaltar que em países como França e Alemanha 40% da produção de edificações é voltada à reabilitação de edifícios.</p>
<p>Outra vantagem é a simplicidade, pois “não envolve análises laboratoriais caras e demoradas”. Para a verificação de ruídos, por exemplo, pode ser utilizado um equipamento denominado decibelimetro que, comparado com testes laboratoriais, pode ser barato, acessível, fácil de utilizar e que fornece o resultado na hora. Já quanto a fissuras e espessura de rachaduras, um diagnóstico é possível apenas por meio de uma análise visual. “Isto é bom para o mercado e para o arquiteto ou engenheiro, porque poupa tempo e dinheiro”, diz.</p>
<p>A tese de doutorado Roteiro para diagnóstico do potencial de reabilitação para edifícios de apartamentos antigos foi orientada pela professora da FAU, Sheila Walbe Ornstein, atual diretora do Museu Paulista (MP) da USP.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:walterga@usp.br">walterga@usp.br</a>, com  Walter José Ferreira Galvão</strong><!--:en-->&nbsp;</p>
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		<title>FFCLRP treina profissionais que atuam com adolescentes infratores</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/educacao/ffclrp-treina-profissionais-que-atuam-com-adolescentes-infratores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 20:05:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo do curso é oferecer conteúdo e métodos baseados em pesquisas científicas atuais para profissionais que atuam no campo das intervenções sócio-jurídicas envolvendo adolescentes em conflito com a lei.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Do Serviço de Comunicação Social da Coordenadoria do Campus de Ribeirão Preto (CCRP) da USP</em></p>
<p>Cerca de 30 alunos, graduandos em ciências humanas e sociais aplicadas como psicologia, educação/pedagogia, serviço social e direito, que atuam em instituições de atendimento ao adolescente em conflito com a Lei, concluem este mês o curso de aperfeiçoamento <em>Fundamentos e Metodologias de Avaliação e de Intervenção Psicossocial em Programas Sócio-Educativos para Adolescentes em Conflito com a Lei,</em> oferecido no Departamento de Psicologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
<p>O objetivo do curso, que tem 180 horas, é oferecer conteúdo e métodos baseados em pesquisas científicas atuais para profissionais que atuam no campo das intervenções sócio-jurídicas envolvendo adolescentes em conflito com a lei.</p>
<p>Este mês o curso conta também com a participação dos professores Marie-Marthe Cousineau, Michèle Goyette, Danielle Pelletier-Basque e Jean Lemire, da Universidade de Montreal e do Centres Jeunesse de la Manteregie, de Quebec, Canadá.</p>
<p>Segundo as coordenadoras e professoras do Departamento de Psicologia da FFCLRP, Marina Rezende Bazon e Ruth Estevão, aposentada, o curso vem ao encontro de uma demanda significativa em termos quantitativos e qualitativos, por aperfeiçoamento para o trabalho de intervenção de ajuda psicossocial, na área da justiça juvenil. “No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Sistema Nacional de Atendimento Sócio-Educativo (SINASE),  sublinham a importância de avaliar, de forma ampla e coerente o adolescente que comete atos infracionais. O ECA determina que no processo sejam levadas em consideração suas características de personalidade, as condições que este possui para o cumprimento de medidas socioeducativas, além das circunstâncias e da gravidade do ato infracional”.</p>
<p>As coordenadoras explicam que nesse sentido, a participação dos canadenses é fundamental, pois Danielle e Jean são especialistas na temática “Deliquência juvenil e problemáticas de saúde mental”. Já Marie-Marthe e Michèle são especialistas em instrumentos de avaliação no campo das intervenções sócio-jurídicas envolvendo adolescentes em conflito com a Lei e no Modelo Integrado de Intervenção Diferencial (MIID).</p>
<h2>Grupo de Estudos</h2>
<p>O curso é uma das atividades do Grupo de Estudos e Pesquisa em Desenvolvimento e Intervenção Psicossocial (GEPDIP), também coordenado pelas professoras Marina e Ruth. “O grupo, desde 2009, participa ativamente da elaboração e da implementação de um programa de execução de medida judicial de Liberdade Assistida aplicada a adolescentes infratores, devido à colaboração existente entre a USP e a Organização Não-Governamental Santo Antônio Maria de Claret”.</p>
<p>Elas explicam que por meio de estagiários e pesquisadores, tem-se experimentado e testado as proposições teóricas e metodológicas que compõem a proposta do curso agora em andamento. “O GEPDIP procurou sempre produzir conhecimento básico e aplicado e mantém, desde o início, colaboração e parcerias com profissionais e pesquisadores na área de deliquencia juvenil de outros países, especialmente, Chile, Portugal e Canadá.”</p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3602-3830.</strong><!--:en-->&nbsp;</p>
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