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	<title>Butantã &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Sistema do Incor permitirá consultoria cardiológica à distância em toda a rede de saúde do Brasil</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/sistema-permitira-consultoria-cardiologica-a-distancia-em-toda-a-rede-de-saude-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 18:22:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Por meio de ferramenta inédita para discussão de casos clínicos pela Web, médicos de serviços de emergência do SUS receberão consultoria técnica online e em tempo real, no atendimento de infartos e de casos cardiológicos complexos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Da Assessoria de Imprensa do Incor</em></p>
<p>O Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas (HC), ligado à Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), recebeu o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na manhã desta sexta-feira (15), para anúncio de recursos no montante de R$ 20,2 milhões para a ampliação de Serviço de Tele-emergência e Tele-UTI do hospital.</p>
<p>O Serviço consiste na orientação à distância, realizada por médicos do Incor especializados em atendimento de casos cardiológicos complexos, utilizando os recursos de imagem, som e transmissão de dados da telemedicina.</p>
<p>Num futuro próximo, mesmo no mais longínquo serviço de saúde do País, médicos poderão interagir em tempo real com os especialistas do Incor, resultando em mais agilidade e maior segurança no diagnóstico e na tomada de decisão sobre o melhor tratamento para cada caso.</p>
<p>“No curto prazo, o adequado cuidado ao paciente na ponta do sistema é fundamental para que consigamos diminuir o número de mortes por doenças cardíacas agudas como infarto, insuficiência cardíaca e arritmias e, no decorrer do tempo, a piora da qualidade de vida do paciente em decorrência da evolução da doença”, explica o diretor da Divisão de Cardiologia Clínica do Incor, Roberto Kalil.</p>
<h2>Como funcionará o Serviço de Tele-emergência e Tele-UTI</h2>
<p>A implantação do projeto ocorrerá em três etapas. A primeira, de cerca de seis meses, e que deverá ter início ainda no primeiro semestre deste ano, será a da instalação da infraestrutura física, tecnológica e de recursos humanos do Serviço.</p>
<p>Consta também dessa fase, a inserção dos primeiros serviços que farão parte da fase-piloto do projeto: os pronto-socorros da Lapa e do Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. “Estimamos que no primeiro ano o serviço esteja disponível para todo o Estado de São Paulo e, ao final de dois anos, para todo o Brasil”, afirma Múcio Tavares (diretor da Unidade Clínica de Emergência do Instituto) que, ao lado de Ludhmila Hajjar (diretora do Departamento de Pacientes Críticos do hospital), coordena o Serviço de Tele-Emergência e Tele-UTI Incor.</p>
<p>O ingresso das unidades de saúde no Serviço ocorrerá por indicação do Ministério da Saúde e Secretarias da Saúde estaduais. Mediante essa intermediação, as unidades admitidas receberão visita técnica da equipe do Incor para levantamento de necessidades de infraestrutura e de treinamento dos médicos, tanto para operar o sistema de discussão de casos clínicos pela Web, desenvolvido para o programa, quanto para executar o protocolo básico de diagnóstico e de tratamento da doença.</p>
<p>O sistema de discussão de casos clínicos é composto de equipamento de eletrocardiograma portátil, microcomputador com monitor de alta resolução, kit web, câmera full HD, microfone e headset. Possui ainda um software inédito no País, o <em>MedCast</em>, desenvolvido pelo Incor e pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), que integra com segurança e privacidade as informações do paciente em ambiente Web, recursos tradicionais de telemedicina (Webconferência com transmissão de dados, Chat, som e imagem), explica Marco Antonio Gutierrez, diretor do Serviço de Informática do Incor.</p>
<p>Com o <em>MedCast</em> em um computador ao lado da maca, o médico do serviço de emergência usuário preenche os dados da ficha médica do paciente, classificando também o grau de emergência do quadro. No Incor, o médico na estação de trabalho vê na tela do computador o aviso de chamada e a classificação de sua gravidade, de maneira que os casos mais urgentes sejam priorizados.</p>
<p>A partir da conexão, começa a transmissão de dados, imagens e voz numa webconferência entre os médicos, com o propósito de definir o diagnóstico e, se este for cardiológico, discutir a melhor conduta terapêutica.</p>
<p>Toda a discussão do caso clínico e as informações sobre o paciente são armazenadas em um banco de dados para consultas e análise futuras.</p>
<h2>Médicos serão treinados pelo Incor para agir com rapidez e segurança no processo</h2>
<p>As doenças cardiovasculares são a principal causa de morbidade, incapacidade e morte no mundo e no Brasil. A maioria das mortes por infarto ocorre nas primeiras horas de manifestação da doença (dor no tórax, sudorese etc.). Em termos percentuais: 65% dos óbitos acontecem na primeira hora e 80%, até 24 horas após o início do infarto.</p>
<p>A capacitação de profissionais para atendimentos de emergência e cuidados intensivos em cardiologia é uma das principais dificuldades para a assistência adequada ao paciente cardíaco, explica o Múcio Tavares, coordenador do Serviço de Tele-Emergência e Tele-UTI Incor.</p>
<p>Os problemas, contudo, não param aí. Geralmente esses serviços não seguem protocolos de atendimento, segundo o que está estabelecido nos consensos médicos internacionais – ou seja, o passo a passo, consagrado pelos principais centros cardiológicos do mundo, do que deve ser feito (exames, procedimentos, intervenções) e do que deve ser ministrado ao paciente para que a sua vida seja salva, com o menor número de sequelas possível.</p>
<p>Tampouco possuem estrutura tecnológica e recursos humanos que permitam, por exemplo, realizar um exame básico como o eletrocardiograma em tempo adequado para diagnosticar um possível infarto &#8211; menos de dez minutos desde o começo do atendimento – e processar sua leitura de forma correta.</p>
<h2>Custos em vidas e recursos podem ser minimizados</h2>
<p>“Doença cardíaca mal diagnosticada resulta em tratamento ineficaz, maior incidência de morte e pior qualidade de vida para o paciente na evolução da doença”, diz Ludhmila, coordenadora do Serviço de Tele-Emergência e Tele-UTI Incor.</p>
<p>No Brasil, diz Ludhmila, de 85% a 90% das pessoas com infarto agudo do miocárdio que são atendidas nos serviços médicos permanecem nessas unidades de saúde apenas para observação, quando já deviam estar sob tratamento intensivo, ou para tratamento de complicações decorrentes de diagnóstico tardio do infarto.</p>
<p>O fato resulta num péssimo prognóstico para o sistema de saúde do País. Isso porque as doenças cardiovasculares são tão mais dispendiosas quanto mais avançado é o estágio da doença. Um exemplo claro dessa relação perversa são os gastos com o tratamento da Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), uma das sequelas mais comuns do infarto não adequadamente tratado.</p>
<p>Em 2011, a ICC foi a terceira causa de internação no Brasil e consumiu 2,6% de todos os recursos aplicados em saúde pelo SUS. Em 2011, o que se gastou com internação por ICC representou 27% (R$ 305 Milhões) a mais de tudo o que foi despendido em infarto agudo do miocárdio.</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="http://www.incor.usp.br" target="_blank">www.incor.usp.br</a></strong><!--:en--></p>
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		<title>Augustão: proteger, conversar&#8230;e atuar!</title>
		<link>https://www5.usp.br/uspdestaque/pt-augustao-o-ator-que-protege-a-cidade-universitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Molina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 21:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gente da USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_2.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Membro da Guarda Universitária e ator profissional, Augustão é querido dos alunos, e já foi até homenageado em uma formatura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_2.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-full wp-image-15518" title="Augusto Matos, o Augustão | Foto: Marcos Santos/USP Imagens" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_1.jpg" alt="" width="450" height="250" />Muitos membros da Guarda Universitária (GU) da USP são pouco notados ou conhecidos pelo público que circula diariamente pelo Campus. Não é este o caso em que se enquadra Augusto Matos &#8211; ou simplesmente, Augustão &#8211; que há 13 anos faz parte da corporação.</p>
<p>Sempre muito dedicado às atividades da função, que incluem a proteção ao patrimônio do Campus e a orientação aos usuários do espaço, é justamente no contato com o público que o profissional se destaca, principalmente entre os alunos.</p>
<h2>&#8216;Minha arma é o papo&#8217;</h2>
<p>Com tanto tempo de USP, Augustão se transformou em personalidade entre os participantes dos eventos nos quais já trabalhou. Cita como exemplo a Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Já estive várias vezes no Juca [<em>Jogos Universitários de Comunicação e Artes</em>], na FestECA, e também em outros eventos”.</p>
<blockquote><p>“Sempre fui o tipo de pessoa que chega numa boa e conversa, não sou aquele que fica mandando, faz isso, faz aquilo. Eu peço para falar, aconselho, explico”.</p></blockquote>
<p>O guarda prefere não nos contar algumas  destas passagens pois não quer “comprometer” a relação com os alunos. “Já ouvi muitas histórias, dei conselho, ajudei, mas não vou ficar dando os nomes porque eles confiam em mim, por isso vêm me procurar”.</p>
<p>Essa confiança já rendeu até mesmo uma homenagem dos estudantes, em 2009. “Me convidaram para a formatura e eu achei que era só para assistir, levei minha família. No final, o orador anunciou uma homenagem a mim”, conta, com os olhos marejados. “Recebi flores, uma placa, aplausos da turma toda. Fiquei muito feliz. São coisas que a gente não esquece”, completa.</p>
<p><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_a.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-15520" title="Foto: Marcos Santos\USP Imagens" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_a.jpg" alt="" width="330" height="190" /></a>Mas não é só de histórias alegres que Augustão se lembra. “No meu tempo de ronda em viatura, vi muita garotada com problemas, fugindo, até mesmo usando drogas. Cheguei a ver na televisão um jovem desses sendo preso”.</p>
<p>Ele também demonstra preocupação com a situação. “Sempre procurei orientar esses meninos, aconselhar. Um deles, que eu sabia que mexia com arma, essas coisas, me disse &#8216;Aí, você fala demais&#8217;. Eu virei para ele e respondi &#8216;É para tentar ajudar, este sou eu. Minha arma é o papo&#8217;”.</p>
<h2>Ação!</h2>
<p>A maior curiosidade da trajetória de Augusto Matos fica por conta de uma segunda profissão: a de ator profissional. Com um grande número de comerciais de TV (incluindo para uma conhecida marca de bebidas, um fabricante de automóveis e uma marca de material esportivo), e até mesmo uma ponta em uma novela, o guarda foi &#8216;descoberto&#8217; por acaso.</p>
<p>“Em um dos eventos que fiz na FAU [<em>Faculdade de Arquitetura e Urbanism</em>o], como segurança, vi que um professor da USP passava, ficava me olhando, fiquei desconfiado”. Segundo ele, o professor o abordou, causando mais desconforto.</p>
<blockquote><p>“Ele me disse que eu era forte, bonito, me deu o cartão dele. Eu não estava entendendo o que ele queria, mas foi pura ignorância!”.</p></blockquote>
<p>Ainda assim, foram necessários alguns meses até Augustão tomar coragem e ligar. “Ele me indicou uma agência, eu fui, já me mandaram para um teste e passei”, conta, sorridente. “Hoje, graças a Deus e a esse professor, a quem devo muito, tenho meu registro profissional de ator para poder trabalhar”.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-15519 alignright" title="Foto: Marcos Santos/USP Imagens" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20120810_2.jpg" alt="" width="330" height="190" />O começo da nova carreira foi um choque. “Na primeira vez que fui gravar no Rio de Janeiro, mandaram até uma van para me buscar no aeroporto, com gente querendo carregar minhas malas para mim. Fiquei até assustado”, lembra, brincando: “fui tratado como um ex-BBB”.</p>
<p>Conforme o tempo foi passando, Augustão foi aprendendo mais sobre como funciona o mundo da propaganda. “Hoje em dia eu sei que não dá para viver disso. Se você pega um comercial grande, pode até ter um bom cachê, mas depois pode não aparecer mais nada”, pondera.</p>
<h2>Do outro lado da câmera</h2>
<p>Para Augustão, o trabalho na GU significa “manter o pé no chão”. “Sei que enquanto fizer minha função com qualidade, vou ter o meu dinheiro garantido todo mês”.</p>
<p>Por problemas de saúde, ele precisou parar com as rondas na Cidade Universitária, e agora é o responsável pelo setor de monitoramento do Campus. “Eu tive início de hérnia de disco. Então, para não forçar a coluna, eu fico na Central, cuidando de todas as câmeras e da comunicação, que é uma atividade que eu aprendi a gostar muito”.</p>
<p>Apesar da dedicação às atuações em comerciais diversos, Augustão alimenta um sonho. “Gostaria de seguir o exemplo do Sebastian [<em>astro de uma rede de lojas</em>] e me tornar garoto-propaganda, para ter estabilidade na carreira”.</p>
<h2>Alicerce</h2>
<p>Augustão, que cresceu no bairro do Butantã, passou a morar em Osasco há cerca de 16 anos. “Foi quando me casei e comecei a minha família, que é a minha vida”. A esposa, Cláudia, até participa da carreira de ator. “Ela cuida da parte administrativa. Já fui procurado por umas duas pessoas querendo me &#8216;agenciar&#8217;, mas eu percebi que só queriam dinheiro, e dispensei logo”. Ele volta a se emocionar quando fala nos filhos, Augusto Júnior, de nove anos, e Vitória, de três. “Minha esposa e eles são tudo para mim, meu alicerce na vida”.</p>
<p>Neste mês, além do serviço da GU e eventuais gravações, Augusto Matos começa a frequentar o curso superior de (Tecnologia da Informação, na Universidade Paulista (Unip). “Se eu me esforçar para ir em frente, procurando ser o melhor possível, eu posso tentar proporcionar para eles o que eu não tive, que tenham a oportunidade de estudar muito e ter um bom futuro.”</p>
<p><strong>Mais informações: tel (11) 997165469</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>***</strong></p>
<p><em>Augustão </em><em>é<strong> <a href="http://www6.usp.br/editorias/noticias/gente-da-usp/" target="_blank">Gente da USP</a></strong>, e por isso aparece na editoria do USP Online que apresenta quinzenalmente personagens  interessantes que transitam pela Cidade Universitária e campi do interior. Mande sua sugestão de entrevistas para <a href="mailto: usponline@usp.br" target="_blank">usponline@usp.br</a>.</em><!--:en-->&nbsp;</p>
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		<title>Cocesp abre abrigo temporário de cães para visitas e adoção</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/sociedade/abrigo-de-caes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:43:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[Butantã]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Universitária]]></category>
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		<category><![CDATA[Coordenadoria do Campus da Capital]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[O agendamento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 12h às 16h, pelos telefones (11) 3091-4823 e (11) 3091-4891, com Rose ou Daniel. O Cocesp fica na Av. Prof. Almeida Prado, 1280, Butantã, São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os meses de janeiro e fevereiro, a Área de Gestão Socioambiental da Coordenadoria do Campus da Capital (Cocesp) fará plantão de agendamento para visitas ao seu abrigo temporário de cães. Os interessados em adotar os cães devem fazer o agendamento por telefone. Após cadastro e entrevista, o local poderá ser visitado para escolha do cachorro.</p>
<p>A Cidade Universitária “Armando de Salles Oliveira”, localizada no Butantã (Zona Oeste de São Paulo), tem atualmente, cerca de 100 cães em seu abrigo temporário. Após a captura, os cães são submetidos a análises veterinárias, esterilização e tratamento. Estas visitas ao abrigo temporário de cães é uma das ações da campanha contra abandono de animais no campus que a Cocesp realiza todo ano, durante os meses das férias escolares – dezembro, janeiro e fevereiro.</p>
<p>O agendamento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 12h às 16h, pelos telefones (11) 3091-4823 e (11) 3091-4891, com Rose ou Daniel. O Cocesp fica na Av. Prof. Almeida Prado, 1280, Butantã, São Paulo.</p>
<p><strong>Mais informações: e-mail <a href="mailto:meuambiente@hotmail.com" target="_blank">meuambiente@hotmail.com</a></strong></p>
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