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	<title>Cietec &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Em missão comercial, Brasil Ozônio leva soluções da USP para o mundo</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/em-missao-comercial-brasil-ozonio-leva-solucoes-da-usp-para-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Denis Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 19:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="925" height="463" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Brasil-Ozônio-instalacoes-172_15-Foto-Marcos-Santos-003.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Criada em 2005, a empresa desenvolve, fabrica e instala soluções em processos de tratamento, sanitização, esterilização e oxidação, customizadas para as mais diversas aplicações, processos e peculiaridades]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="925" height="463" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Brasil-Ozônio-instalacoes-172_15-Foto-Marcos-Santos-003.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>No coração da Cidade Universitária, uma pequena empresa tira soluções para alguns dos maiores problemas criados pela homem, literalmente, do ar, ao transformar o oxigênio que respiramos em ozônio. A Brasil Ozônio, iniciativa localizada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) e parceira da USP, completou 10 anos em 2015.</p>
<p>A empresa desenvolve, fabrica e instala soluções em processos de tratamento, sanitização, esterilização e oxidação, customizadas para as mais diversas aplicações, processos e peculiaridades. Hoje, com duas fábricas no próprio Cietec e mais de 1000 instalações, ela já é reconhecida no mundo inteiro. “Já exportamos para o Peru e para a Argentina”, afirma Samy Menasce, engenheiro e administrador a frente da empresa.</p>
<p>Planejando ampliar ainda mais sua rede de exportações, a Brasil Ozônio conquistou este ano a chance de participar de uma missão comercial nos Estados Unidos. A oportunidade veio após sua participação num evento anual que reuniu empresas com foco em inovação. Criado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Fundação Getúlio Vargas, o evento consistiu numa série de encontros no decorrer de um ano, duas vezes ao mês, oito horas por dia, para a discussão de assuntos relacionados à inovação.</p>
<p>&#8220;O processo envolveu várias palestras, com a Apex disponibilizando uma quantidade fantástica de informação sobre exportações e condições de mercado&#8221;, diz Menasce ao contar que foram selecionadas inicialmente 12 pequenas empresas, 10 participaram efetivamente, mas apenas 5 foram convidadas para a missão.</p>
<p>A missão comercial será realizada no estado da Califórnia, e ocorrerá entre a última semana de maio e a primeira semana de junho. O objetivo é auxiliar as empresas a entender as características do ambiente de negócios, considerando um mercado comprador que demanda a sustentabilidade dos produtos e serviços exportados. O conteúdo técnico da agenda da viagem está em fase de construção, mas incluirá visitas ao escritório da Apex-Brasil em San Francisco e participação no evento de intercâmbio de práticas de sustentabilidade Sustainable Brands, em San Diego.</p>
<p>&#8220;A Apex entende que existe um campo a ser exportado nessa área&#8221;, explica o engenheiro ao revelar que os participantes foram selecionados por sua atuação e desempenho nas atividades do projeto, nos serviços oferecidos pela Apex e no grau de maturidade e estruturação de seu negócio.</p>
<h2>Projetos em destaque</h2>
<p>São muitas as aplicações do ozônio, tanto na indústria de alimentos, pesca, higienização de ambientes e até mesmo de instrumentos hospitalares, no entanto, Menasce destaca um de seus maiores projetos: a limpeza de água contaminada no entorno de minas, após décadas de exploração.</p>
<p>O consumo de água de mina é algo comum em pontos afastados dos grandes centros, entretanto nem sempre sua utilização é apropriada já que a água da nascente pode vir contaminada direto do aquífero. Uma solução eficaz é o uso do ozônio como desinfectante.</p>
<p>No papel de maior oxidante e antibacteriano natural do Planeta, ele atua de forma rápida na oxidação de metais e no controle microbiano da água, possibilitando o tratamento de forma pontual e econômica sem o uso de produtos químicos.</p>
<p>“Em Minas Gerais, na região de Poços de Caldas, ‘criamos’ a primeira mina de manganês do Brasil&#8221;, afirma o empreendedor com orgulho. Isso porque, entre 1982 e 1995, permaneceu ativa a primeira mina de urânio do país que abasteceu os reatores de Angra 1 e 2, contaminando com metais pesados, em especial, o manganês, toda a água ao redor. Em julho de 2013, a Brasil Ozônio passou a trabalhar com apoio da Fundação Patria da Marinha e do Fundo Tecnológico (BNDES Funtec) para aplicar uma solução à área. Utilizando o ozônio para reagir com os metais, em especial o manganês, a iniciativa promoveu a decantação dos poluentes. A técnica recuperou a água, liberando oxigênio, não deixando lama e permitindo que os metais decantados possam ser vendidos.</p>
<p>&#8220;O método anterior para conter a contaminação era o uso do óxido de cálcio (a cal)”, explica Menasce. “Mas isso não resolvia, apenas afundava os metais e secava a água no local. Hoje conseguimos economizar 85 a 90% da cal utilizada, o que também é um ganho para o meio ambiente”, pontua ele.</p>
<p>São ao todo 12 pesquisadores, a maioria da USP, em geral doutorandos e a equipe do próprio Instituto de Pesquisas Energéticas Nucleares (Ipen), que trabalham para concluir o projeto.</p>
<p>A experiência em Poços de Caldas gerou oportunidades para o uso da técnica em minas de carvão e outros metais que geram a chamada drenagem ácida, um problema ainda sem solução definitiva. Em Criciúma, cidade com o maior número de minas de carvão do país, a Brasil Ozônio também foi convocada para auxiliar no tratamento das reservas de água contaminada. Foram criados laboratórios em quatro contêineres que higienizam as reservas ao redor das minas com ozônio, somando esforços com um processo químico/físico que devolve a água limpa para o meio ambiente.</p>
<p>Além da empresa, a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) também participa do projeto para encontrar formas de lidar com os rios mortos da região de Criciúma. “Todo o ativo vai para a universidade no final do projeto”, salienta Menasce.</p>
<h2>&#8220;No peito e fazendo tentativas&#8221;</h2>
<p>Não são poucas as aplicações da tecnologia criada pela Brasil Ozônio na solução dos mais variados problemas. Na bovinocultura, por exemplo, o ozônio promete ajudar pecuaristas a combater um minúsculo inconveniente, mas que pode gerar grandes males. Os carrapatos que aderem a pele das vacas leiteiras são fonte de aflição não apenas para os animais, mas também para seus donos. Atualmente, a solução envolve medicamentos que podem contaminar o leite ao tratarem as chamadas mastites, inflamações agudas ou crônicas das mamas.</p>
<p>“Com a nossa técnica, criadores podem dar um banho de ozônio nas vacas, o carrapato cai e não adere mais. O ozônio age também como germicida, não afetando a vaca e nem o leite”, explica o engenheiro.</p>
<p>Ainda nas fazendas brasileiras, a empresa almeja que a utilização do ozônio livre plantações dos temidos agrotóxicos, algo já testado pontualmente em safras de maracujá e tomate, e em breve, na produção do café. &#8220;Vamos no peito e fazendo tentativas&#8221;, Menasce é categórico.</p>
<p>Para seu idealizador, o espirito da Brasil Ozônio é o de trazer soluções. Faz-se um projeto, leva-se ao laboratório, monta-se equipe, elaboram-se análises e buscam-se parcerias. Os projetos, admite ele, são custosos, mas estão dando resultado. Tudo o que a empresa precisa agora é que &#8220;acreditem na gente&#8221;, finaliza.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.brasilozonio.com.br" target="_blank">www.brasilozonio.com.br</a>, email <a href="mailto:smenasce@brasilozonio.com.br" target="_blank">smenasce@brasilozonio.com.br</a>, com Samy Menasce</strong></p>
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		<title>Plataforma online traz dados sobre qualidade de água na região da Cidade Universitária</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/plataforma-online-traz-dados-sobre-qualidade-de-agua-na-regiao-da-cidade-universitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 17:55:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado de monitoramento da água pode ser acessado em plataforma georreferenciada na internet.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Júlio Bernardes  / Agência USP de Notícias </em></p>
<p>O projeto <em>Recursos Hídricos da Universidade de São Paulo</em> (RHiUSP) monitora há um ano os parâmetros da qualidade da água na região da Cidade Universitária (Zona Oeste de São Paulo) por meio de coletas mensais e análises laboratoriais. Para permitir o acesso público aos resultados das medições, a empresa SALT Ambiental, incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição ligada à USP, criou uma plataforma web georreferenciada. Os usuários podem acessar a página do RHiUSP e consultar os dados levantados em cada uma das 11 estações de monitoramento. As informações ajudarão a planejar o manejo das águas e envolver a comunidade na discussão sobre recursos hídricos.</p>
<p>Em parceria com a professora Elisabete Braga, do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, a empresa idealizou o projeto e vem coordenando as atividades de trabalho de campo (coleta e medição). “O RHiUSP monitora mensalmente, por meio de diagnósticos qualitativos e quantitativos, os principais recursos hídricos existentes no interior da Cidade Universitária: Córrego Pirajussara, Córrego Tejo, localizado na Escola Politécnica (Poli) da USP, e o lago da Reserva Florestal de Mata Atlântica do Instituto de Biociências (IB) da USP”, diz Vitor Izumi, oceanógrafo e coordenador que integra a equipe do projeto. “Também são monitoradas as águas do Rio Pinheiros, no trecho que abrange toda a extensão da Cidade Universitária em contato com o rio, no trecho entre as pontes Cidade Universitária e do Jaguaré.”</p>
<p>As coletas e medições são mensais e acontecem em 11 estações de monitoramento. Os principais parâmetros levantados nas coletas e medições são o oxigênio dissolvido, coliformes termotolerantes, potencial hidrogeniônico (pH), demanda bioquímica de oxigênio (DBO5,20); temperatura da água; nitrogênio total; fósforo total, turbidez, resíduo total, sólidos totais dissolvidos; nitrogênio amoniacal; fosfato; silício. “Também estão sendo realizadas análises da presença de diversos outros compostos químicos como fármacos, medicamentos, drogas de abuso, totalizando cerca de 50 parâmetros”, conta Izumi.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p><strong></strong>As informações obtidas na coleta e nas análises laboratoriais de diversos parâmetros da qualidade da água são reunidas em um banco de dados. “A ideia é conseguir um amplo entendimento destes corpos d’água e prover informações locais mais precisas e detalhadas”, aponta o oceanógrafo. Todos os dados produzidos são disponibilizados e divulgados em uma plataforma web georreferenciada, desenvolvida pela SALT. “Para informar e aproximar a comunidade local do tema, foi criado um portal na internet para permitir o acesso facilitado e contínuo às informações sobre as águas monitoradas, juntamente com informações fundamentais de direito público, apresentadas em uma interface amigável.”</p>
<p>O projeto também inclui indicações sobre a situação destes ambientes em sinalizações públicas, bem visíveis. “Assim, a informação pode se transformar em uma preocupação diária da comunidade, diz Izumi. A plataforma online, que possui banco de dados e sistema de informações geográficas (WebSIG), que informa sobre a localização e a situação dos pontos de monitoramento, pode ser acessada <a href="http://rhiusp.saltambiental.com.br/" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>Os dados obtidos na pesquisa permitem o monitoramento detalhado e acompanhamento mensal e sazonal das informações, com detalhes relacionados a ocasiões específicas como variações da condição do tempo e flutuações populacionais. “A base de informações possibilita o monitoramento contínuo da qualidade das águas do campus da Cidade Universitária”, explica o oceanógrafo. Os dados também permitirão a colaboração com a rede de monitoramento da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), ligada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>O projeto <em>RHiUSP</em> iniciou-se em janeiro de 2014, no âmbito do <em>Programa Sustentabilidade USP</em>, da Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) da USP, e inicialmente teria duração de um ano. “Hoje, a principal meta é que a iniciativa tenha continuidade de modo permanente, pois acredita-se que este seja fundamental para uma gestão socioambiental ágil e eficiente. Para isso, o projeto busca novos financiamentos para prosseguir com o monitoramento”, ressalta Izumi. Participam do projeto o Laboratório de Nutrientes, Micronutrientes e Traços nos Oceanos (LabNut) do Instituto Oceanográfico (IO), o Laboratório de Microbiologia Ambiental (LMA) do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, o Centro de Química e Meio Ambiente (CQMA) do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), a empresa Centro de Espectrometria de Massas Aplicada (CEMSA) e a SALT.</p>
<p><strong>Mais informações: (11) 3039-8365; email <a href="mailto:vitor@saltambiental.com.br" target="_blank">vitor@saltambiental.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a> </a></strong></p>
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		<item>
		<title>Site criado no Cietec oferece a alunos serviço gratuito de impressão e cópia</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/site-criado-no-cietec-oferece-a-alunos-servico-gratuito-de-impressao-e-copia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 20:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cietec]]></category>
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					<description><![CDATA[Universitários cadastrados podem realizar cópias e impressões gratuitas, pagas por patrocinadores do site.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Júlio Bernardes / Agência USP de Notícias </em></p>
<p>A Jacopiei, empresa incubada no Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), instituição ligada à USP, oferece fotocópias e impressões de graça a estudantes universitários cadastrados na internet. Os serviços realizados em empresas copiadoras nas faculdades são patrocinados por anunciantes, que veiculam publicidade de seus produtos ou serviços junto com as folhas de cópia ou impressão. A empresa se baseia em um modelo de negócio chamado “freevertising”,  ou seja, utilizar os benefícios de um serviço para oferecer um outro gratuitamente. Atualmente em testes, os serviços da Jacopiei deverão estar em pleno funcionamento até o final do ano.</p>
<p>“Por meio do serviço, o estudante se conecta com o anunciante interessado em obter veiculação publicitária”, conta Antonio Pugliese, diretor comercial da empresa. Em parceria com a Poli Jr., empresa júnior da Escola Politécnica (Poli), a Jacopiei desenvolve um software que permitirá cruzar enorme quantidade de informações, criando assim, um banco de dados para o projeto. “Toda a nossa infraestrutura funcionará na rede web e servirá para gerenciar todos os componentes do projeto: as copiadoras parceiras, os usuários e os anunciantes”.</p>
<p>O serviço atualmente se encontra em uma fase de teste entre os alunos da USP em São Paulo. Junto com a ECA Jr., empresa júnior da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, foi criado um hotsite e uma página no Facebook para testar a aceitação. “Aos 150 primeiros estudantes que se cadastrarem na fase de testes, serão oferecidos 50 fotocópias ou impressões gratuitas na copiadora Multioficio, localizada na ECA”, afirma Pugliese.</p>
<p>Os estudantes que queiram se cadastrar na Jacopiei devem entrar na rede adquirindo um cartão de reconhecimento em uma das copiadoras parceiras do serviço. Em seguida, o usuário deve se cadastrar no site <a href="http://www.jacopiei.com" target="_blank">www.jacopiei.com</a> e preencher um questionário para a definição do perfil. “Depois do cadastro é só aguardar notificações informando patrocinadores interessados em seu perfil e chegar em uma copiadora parceira com seu cartão de reconhecimento para tirar as cópias ou as impressões que o anunciante liberou para ele de forma gratuita”, acrescenta o diretor comercial.</p>
<h2>Perfil</h2>
<p>O usuário poderá ter diversos anunciantes que patrocinarão um determinado número de folhas. “Foi definido também um limite diário de cópias e impressões devido a Lei de Direitos Autorais”, observa Pugliese. “Todos os estudantes terão uma página de perfil no site onde poderão acompanhar quem está patrocinando as suas copias e impressões e qual o saldo que ele possui e um extrato com as informações de usos anteriores”.</p>
<p>As informações do cadastro de usuários farão parte de um banco de dados para os anunciantes. “Eles poderão decidir o quanto gastar, pois o serviço terá um preço por usuário, sendo assim, ele poderá escolher quantos usuários atingir e o quanto gastar para a sua promoção”, diz o diretor comercial. Também será possível escolher a tipologia do público-alvo, geolocalizar os anúncios e fazer pesquisa de mercado sobre seus produtos, por meio de perguntas direcionadas aos usuários.</p>
<p>“Há ainda a possibilidade de realizar promoções, tais como descontos, cortesias, cupons, etc”, acrescenta Publiese. Os anunciantes poderão verificar em tempo real como está indo a sua campanha de publicidade por uma página personalizada no nosso sistema via web e terão relatórios periódicos sobre seu desempenho publicitário.</p>
<p>O projeto vem sendo apresentado às copiadoras da USP e após a fase de testes, a implantação definitiva deve acontecer até o final do ano. “O teste, além de avaliar a aceitação por parte dos estudantes será muito útil para encontrar patrocinadores que possam acreditar no projeto”, o diretor da Jacopiei. “Depois da USP, o objetivo é ofertar o serviço em diversas universidades particulares e públicas do Estado de São Paulo. No futuro, poderão ser criadas franquias para levar o projeto a todo o Brasil”.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:jacopiei@gmail.com" target="_blank">jacopiei@gmail.com</a></strong></p>
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		<title>Instituto Oceanográfico lança novo portal</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/institucional/instituto-oceanografico-lanca-novo-portal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 17:48:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Inovação Empreendedorismo e Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[IO]]></category>
		<category><![CDATA[Oceanografia]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a reformulação, o site tornou-se mais dinâmico e de fácil navegação, permitindo aos usuários encontrar informações e notícias de maneira rápida e intuitiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar, desde o final de julho, o novo portal do Instituto Oceanográfico (IO) da USP. O principal objetivo desta plataforma é atuar como canal de comunicação entre o Instituto e os diversos públicos de interesse.</p>
<p>Com a reformulação, o site tornou-se mais dinâmico e de fácil navegação, permitindo aos usuários encontrar informações e notícias de maneira rápida e intuitiva.</p>
<p>O Portal IOUSP conta com novas seções e funcionalidades, e traz informações sobre a história da instituição, infraestrutura, departamentos, colegiados, docentes, servidores, cursos, eventos, entre outras. O site disponibiliza, também, conteúdos diversos sobre a Oceanografia na forma de de artigos, séries de texto, galerias e publicações para download.</p>
<p>O projeto de reformulação da página foi desenvolvido pela empresa SALT – Sea &amp; Limno Technology, empresa incubada no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição ligada à USP.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.io.usp.br " target="_blank">http://www.io.usp.br </a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sistema desenvolvido no Cietec reúne informação ambiental do litoral norte de São Paulo</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/meio-ambiente/sistema-desenvolvido-no-cietec-reune-informacao-ambiental-do-litoral-norte-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2014 19:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Caraguatatuba]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Inovação Empreendedorismo e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cietec]]></category>
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		<category><![CDATA[Conservação ambiental]]></category>
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		<category><![CDATA[Litoral norte]]></category>
		<category><![CDATA[SALT Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[São Sebastião]]></category>
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					<description><![CDATA[Por meio de um banco de dados georreferenciados, o Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental Participativo do Litoral Norte permite a todos acessar os dados, bem como contribuir para o sistema.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Júlio Bernardes /Agência USP de Notícias</em></p>
<p>Um sistema online desenvolvido no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), instituição ligada à USP, irá produzir um banco de dados georreferenciados sobre os aspectos ambientais do Litoral Norte do Estado de São Paulo. Criado pela empresa SALT Ambiental, incubada no Cietec, o Sistema Integrado de Monitoramento Ambiental Participativo do Litoral Norte (SIMAP-LN) permite que qualquer pessoa com acesso a internet tenha acesso aos dados disponíveis e se cadastre para contribuir com novas observações. O SIMAP-LN reúne informações sobre praias, pontos de mergulho, avistamento de animais marinhos e crimes ambientais ocorridos na região.</p>
<p>O sistema fica hospedado nos servidores da empresa americana Amazon. &#8220;No site do sistema existe um mapa com ícones que remetem a postagens feitas pelos usuários cadastrados, com informações sobre as observações realizadas no litoral&#8221;, conta o oceanógrafo Thiago Marques Coelho, da SALT, que participou da criação do SIMAP-LN. “O público alvo é composto por pesquisadores, gestores de unidades de proteção ambiental, moradores, turistas e veranistas do Litoral Norte de São Paulo”.</p>
<p>Para contribuir com novos dados, o usuário faz um cadastro gratuito e a partir da observação de alguma característica ambiental, o usuário acessa o site e marca o ponto observado, clicando em um mapa interativo. “O uso de uma câmera para fazer registros fotográficos e de GPS para obter a posição mais precisa do local de observação, são equipamentos interessantes para enriquecer e aumentar a qualidade do post, mas não obrigatórios para realizá-lo”, acrescenta Coelho.</p>
<h2><strong>Informações ambientais</strong></h2>
<p>De acordo com o oceanógrafo, um grande desafio da gestão das áreas de conservação ambiental é a obtenção de um volume razoável de informações ambientais e organização das mesmas em um sistema onde seja possível de se trabalhar os dados e produzir indicadores importantes para tomadas de decisão mais eficientes. “Além disso, o melhor conhecimento e a participação ativa do público nas questões ambientais aumenta a conscientização ambiental coletiva e com isso diminui o mau uso da região”, ressalta.</p>
<p>O sistema abrange toda a área costeira do Litoral Norte de São Paulo, localizada nas cidades de São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Ubatuba, com extensão de cerca de 250 quilômetros, incluindo praias, costões rochosos e manguezais “Ele pode ser implementado em outras regiões ou ampliado para abranger uma área maior”, aponta Coelho. “Uma versão para a Ilha de Alcatrazes, na região oceânica do Estado de São Paulo está em processo de implementação, com o apoio da organização não-governamental SOS Mata Atlântica, para registro de pesquisas acadêmicas na região, incluindo a divulgação dos resultados dos estudos”.</p>
<p>O SIMAP-LN está disponível para os usuários desde o último dia 1º de março <a href="http://www.simapln.com.br" target="_blank">neste endereço</a>. O sistema foi criado pela SALT Ambiental, com apoio da SOS Mata Atlântica, da APA Marinha Litoral Norte (ARIE), em São Sebastião, da Fundação Florestal da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e do Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha do Instituto Oceanográfico (IO) da USP.</p>
<p>Participaram do desenvolvimento do projeto Thiago Marques Coelho (coordenador e desenvolvedor da plataforma on-line), Daniel Giancolli Ruffato e Vitor Izumi (levantamento de dados e revisão do sistema), Adriana Lippi (desenvolvedora da plataforma on-line) e Leandro Inoe Coelho (designer), da equipe da SALT Ambiental. “O sistema levou aproximadamente um ano para ser criado, incluindo reuniões com gestores e técnicos de unidades de conservação marinha e trabalhos de campos para coleta de informações sobre a região do Litoral Norte de São Paulo”, afirma Coelho.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:coelho@saltambiental.com.br">coelho@saltambiental.com.br</a>, com Thiago Marques Coelho</strong></p>
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		<title>Método diminui uso de cobaias e favorece produção de novas drogas</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/ciencias/testes-in-vitro-realizados-no-cietec-dispensam-cobaias-e-favorecem-producao-de-novos-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Naoe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 22:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[CEMSA]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Espectrometria de Massas Aplicada]]></category>
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		<category><![CDATA[Indústria farmacêutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/cemsa.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Além de tornar o desenvolvimento fármacos mais rápido e barato, análises realizadas por empresa incubada no Cietec permitem reduzir o uso de animais em laboratório.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="330" height="190" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/cemsa.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><figure id="attachment_38451" aria-describedby="caption-attachment-38451" style="width: 450px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-38451   " alt="" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_11.jpg" width="450" height="250" /><figcaption id="caption-attachment-38451" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Marcos Santos / USP Imagens </span><br />Testes realizados por empresa incubada no Cietec tornam o desenvolvimento de fármacos mais rápido e barato</figcaption></figure>
<p dir="ltr">O longo caminho entre a descoberta de um princípio ativo e o desenvolvimento de um medicamento exige numerosos &#8211; e muitas vezes custosos &#8211; testes e análises. Mas a tecnologia pode ajudar a tornar esse fluxo mais rápido e barato e ainda reduzir o uso de animais nos laboratórios. Essa é a proposta do Centro de Espectrometria de Massas Aplicada (CEMSA), uma das empresas incubadas pelo Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), localizado na USP.</p>
<p>Desde 2008, o CEMSA vem atendendo, principalmente, a indústria farmacêutica por meio de serviços laboratoriais até então inexistentes no Brasil. Trata-se de um conjunto de ensaios cujos resultados servem de base para a avaliação do potencial farmacológico de uma molécula, indicando se vale a pena levar o projeto adiante e as adequações necessárias para que possa, efetivamente, resultar em um medicamento.</p>
<p>“A ideia é que se houver falhas, elas aconteçam mais cedo e não em uma fase lá na frente”, conta o químico Daniel Lebre, sócio-fundador da empresa. Os testes permitem conhecer melhor as características de uma molécula &#8211; ela pode servir a um determinado objetivo, por exemplo, mas apresentar alta toxicidade. Nesse caso, os testes in vitro são capazes de identificar a propriedade indesejada, dispensando a aplicação de testes em animais nesta etapa.</p>
<figure id="attachment_38453" aria-describedby="caption-attachment-38453" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class=" wp-image-38453 " alt="Foto: Marcos Santos / USP Imagens " src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_31.jpg" width="650" height="200" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_31.jpg 650w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_31-610x187.jpg 610w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-38453" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Marcos Santos / USP Imagens </span><br />Análises feitas pelo CEMSA permitem ainda reduzir o uso de animais em laboratório</figcaption></figure>
<h2>Potencial farmacológico</h2>
<p>Segundo Alexandre Scuotto, sócio responsável pela gestão financeira da empresa, há pesquisas que indicam que cerca de 40% das drogas em desenvolvimento falham por apresentar baixa propriedade biofarmacêutica, ou seja, características físico-químicas pouco interessantes para a indústria. Essa também é uma das principais razões para o atraso no processo de desenvolvimento.</p>
<p>As análises feitas pelo CEMSA, assim, fornecem respostas mais rápidas e eficientes sobre as substâncias estudadas a partir de ensaios de absorção, distribuição, metabolismo e eliminação, conhecidos pela sigla ADME. Estas análises dizem, entre outras informações importantes, se o fármaco que está sendo pesquisado atinge a circulação sanguínea, se após entrar na corrente ele alcança o alvo pretendido e a velocidade com que o organismo metaboliza a droga, características fundamentais para avaliar seu potencial.</p>
<figure id="attachment_38454" aria-describedby="caption-attachment-38454" style="width: 330px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-full wp-image-38454" alt="Foto: Marcos Santos / USP Imagens  Daniel Lebre do CEMSA" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_b1.jpg" width="330" height="190" /><figcaption id="caption-attachment-38454" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Marcos Santos / USP Imagens </span><br />Daniel Lebre, do CEMSA</figcaption></figure>
<p>Os testes realizados no laboratório utilizam como método a espectometria de massas. “Trata-se de uma ferramenta analítica capaz de análises quantitativas e qualitativas importantes. O equipamento é o coração dos ensaios”, explica Daniel Lebre. Ao “quebrar” as moléculas, o espectômetro permite conhecer cada fragmento dela e identificar, a partir da massa calculada, quais átomos a compõem.</p>
<p>Segundo o químico, ao entrar no organismo, uma molécula pode se transformar de diversas formas. Com os testes, é possível prever essas modificações e verificar se elas são tóxicas, e entender o metabolismo da droga, viabilizando a análise sobre seu potencial. “No caso de um antidepressivo, a ideia é que ela fique bastante tempo na corrente sanguínea. A molécula não pode ser eliminada muito rápido”, exemplifica Lebre.</p>
<p>Pela alta sensibilidade do equipamento, o espectômetro é usado não apenas na indústria farmacêutica, mas também na produção de cosméticos, alimentos e análises anti-doping, por exemplo. O aparelho do CEMSA foi adquirido com o apoio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE).</p>
<h2 dir="ltr">Estímulo à inovação</h2>
<p>O Cietec é resultado de um convênio entre a USP, o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) &#8211; ambos unidades associadas da Universidade &#8211; com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (SDECT) e o Serviço de Apoio as Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae).</p>
<figure id="attachment_38450" aria-describedby="caption-attachment-38450" style="width: 330px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-38450" alt="" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20140102_a.jpg" width="330" height="190" /><figcaption id="caption-attachment-38450" class="wp-caption-text"><span class="uspcredito">Foto: Marcos Santos / USP Imagens </span></figcaption></figure>
<p>As empresas incubadas desenvolvem projetos inovadores de base tecnológica com o incentivo do Cietec, que oferece infraestrutura física para a instalação dos empreendimentos, além de serviços de apoio. “A incubadora nos apoia, por exemplo, com os editais de fomento. Eles mapeiam as linhas de financiamento e compartilham o know-how que têm de cada órgão”, conta Alexandre Scuotto. Segundo o sócio, a aprovação do plano de negócios do CEMSA pelo Cietec foi o que impulsionou o projeto da empresa, que hoje já se encontra em um nível de desenvolvimento avançado. A ideia agora, conta Alexandre, é expandir a área de atuação da empresa e estruturar um laboratório para análises clínicas.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.cemsalab.com.br/" target="_blank">http://www.cemsalab.com.br</a> e <a href="http://www.cietec.org.br/" target="_blank">http://www.cietec.org.br</a></strong></p>
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		<title>Cietec abre edital para seleção de empresas a serem incubadas</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/cietec-abre-edital-para-selecao-de-empresas-a-serem-incubadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 20:22:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Inovação Empreendedorismo e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Cietec]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade USP]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Incubadora]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares]]></category>
		<category><![CDATA[IPEN]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[TI]]></category>
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					<description><![CDATA[No edital será dado um enfoque maior a projetos não-residentes, ou seja, que não precisem necessariamente estar instalados dentro do Cietec]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), parceiro da USP e localizado no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), recebe, até o próximo dia 18 de março, as inscrições de empresas interessadas em se tornarem incubadas. A expectativa é que cerca de 40 novos empreendimentos sejam recebidos para incubação ao final do processo seletivo.</p>
<p>A instituição também espera, a partir do edital, atrair um número maior de empresas atuantes no setor de Tecnologia da Informação (TI), que possam acessar incentivos da Lei da Informática.</p>
<p>No edital também será dado um enfoque maior a projetos não-residentes, ou seja, que não precisem necessariamente estar instalados dentro do Cietec, considerando a alta procura de empresários de outras regiões, que buscam a expertise da incubadora, a fim de alavancar seus negócios.</p>
<p>O edital do Cietec é de fluxo contínuo e está aberto a empresas nos setores de tecnologia da informação, biotecnologia, eletroeletrônicos, medicina e saúde, meio ambiente e química.</p>
<p>O processo seletivo, que conta com avaliação de consultores especializados, é realizado em várias etapas, incluindo um curso de capacitação para elaboração de plano de negócios. O resultado final é publicado após a entrega da redação final desse documento.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.cietec.org.br" target="_blank">http://www.cietec.org.br</a></strong><!--:en--></p>
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