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	<title>ICB &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Protocolo de controle do Aedes aegypti é a resposta contra zika, defende pesquisadora</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/protocolo-de-controle-do-aedes-aegypti-e-a-resposta-contra-zika-defende-pesquisadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 22:09:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Paolo-Zanotto_Margareth_104-16_foto-Cecília-Bastos-3.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Encontro USP Talks trouxe pesquisas em desenvolvimento sobre a doença e formas de combater o transmissor do vírus]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Paolo-Zanotto_Margareth_104-16_foto-Cecília-Bastos-3.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>Primeira edição do <em>USP Talks</em> trouxe pesquisas em desenvolvimento sobre a doença e formas de combater o transmissor do vírus</p>
<p>Desde o segundo semestre de 2015, o Brasil acompanha o surgimento e crescimento dos casos de infecção pelo Zika vírus, transmitido pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>. Uma doença nova e que causa preocupação por sua associação ao nascimento de crianças com microcefalia e outros problemas no sistema nervoso central. Como combater o transmissor e enfrentar a doença é o grande desafio do país atualmente, segundo a bioquímica Margareth Capurro e o virologista Paolo Zanotto, professores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP</p>
<p>Os dois integrantes da Rede Zika &#8211; força-tarefa de pesquisadores paulistas dedicados a estudar o vírus &#8211; participaram nesta quarta-feira, dia 27 de abril, da primeira edição do <em>USP Talks.</em> O evento é organizado pelas Pró-Reitorias de Pesquisa e Graduação da USP e pelo Estadão, em parceria com a Livraria Cultura, para discutir temas de interesse da sociedade, e o tema de estreia foi “<em>Aedes aegypti</em>, Zika e microcefalia: Como vencer o mosquito e suas doenças?”, com a mediação do jornalista do Estadão Herton Escobar.</p>
<p>Margareth destacou que não existem medidas milagrosas contra o <em>Aedes aegypti</em> ou mesmo a possibilidade de erradicação.“O mosquito chegou ao Brasil na época da escravidão, a partir dos navios que traziam os escravos da África, com os ovos aderidos na parte externa das embarcações. Apesar de ter sido erradicado por volta dos anos 1950, ele retornou”. E o mar continua sendo a porta de entrada, segundo a professora &#8211; com a globalização e os deslocamentos frequentes de navios entre países, fica praticamente impossível controlar a chegada do mosquito.</p>
<h2>Controle</h2>
<p>Se não é possível exterminar o vírus, o caminho é adotar medidas de controle e o momento para isso é agora, entre o outono e inverno, quando ocorre menor infestação do mosquito em algumas regiões do país. “A responsabilidade de controle é individual e depende de modificar o pensamento da sociedade, que precisa ser engajada no programa”, disse Margareth. Para isso, a pesquisadora defende a adoção de um protocolo de controle efetivo e integrado do mosquito, uma iniciativa que deve partir dos órgãos públicos.</p>
<p>Ela citou três tecnologias testadas e comprovadas para o controle do <em>Aedes aegypti</em>: captura massiva do mosquito; impregná-lo com larvicida para que retorne ao criadouro e destrua os ovos; e a adoção do mosquito modificado geneticamente que, ao encontrar a fêmea e copular, consegue esterilizá-la, já que a fêmea é a responsável pela transmissão do vírus.</p>
<p>“Baixando o volume do vetor, não se consegue eliminar completamente a doença, mas diminuímos sua incidência. Para acabar com a Zika é preciso de outras técnicas, como a vacina”, de acordo com Margareth. A busca de uma vacina contra a doença é justamente um dos focos dos pesquisadores da Rede Zika, segundo Paolo Zanotto. Está em andamento uma parceria da USP com o Instituto Butantan para o desenvolvimento de uma vacina a partir de vírus inativos da Zika.</p>
<p>Outro trabalho da rede é a busca de um método de diagnóstico rápido e preciso. “O problema desse vírus é que ele é muito parecido com dengue, que é extremamente comum no Brasil. Então, em análises de sorologia, é difícil distinguir o sinal de Zika e dengue”, afirma Zanotto.</p>
<p>Ele contou que a equipe do professor Luis Carlos Ferreira, do ICB, desenvolveu um sistema de detecção sorológica que está sendo validado no Instituto Pasteur, na França. “É um sistema promissor, consegue discriminar Zika de dengue, mas ainda tem um problema de sensibilidade que está sendo aprimorado com os franceses”.</p>
<p>Mas a maior concentração de esforços dos pesquisadores da Rede Zika é o acompanhamento de grávidas que contraíram a doença devido à associação com a microcefalia. “O acompanhamento da microcefalia causada pelo Zika é complicado porque não há um quadro clássico nas crianças, há um espectro de lesões que vão de leves a extremamente complicadas, dependendo do período da gravidez em que ocorre a infecção pelo Zika”.</p>
<p><em>Hérika Dias / Agência USP de Notícias</em></p>
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		<title>Pesquisadora fala sobre vacina contra zika e controle da epidemia; ouça na Rádio USP</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/pesquisadora-fala-sobre-vacina-contra-zika-e-controle-da-epidemia-ouca-na-radio-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2016 16:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[É Bom Saber]]></category>
		<category><![CDATA[Epidemia]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
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					<description><![CDATA[Professora Margareth Capurro fala sobre a criação de uma vacina contra o vírus e ressalta a importância do controle do vetor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No quinto e último boletim da série sobre o vírus Zika, o programa <em>É Bom Saber</em> ouve a professora Margareth Capurro, do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.</p>
<p>A pesquisadora fala sobre os estudos desenvolvidos atualmente para a criação de uma vacina contra o Zika vírus. Capurro ressalta, ainda, a importância do controle do vetor como primeira medida de combate à epidemia.</p>
<p>Ouça a entrevista completa:</p>
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<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-106786-1" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_22-E-24-03-2016_Zika-VI.mp3?_=1" /><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_22-E-24-03-2016_Zika-VI.mp3">http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_22-E-24-03-2016_Zika-VI.mp3</a></audio>
<p id="mep_0" tabindex="0">Ouça também: <a href="http://www6.usp.br/104887/radio-usp-entrevista-especialistas-sobre-zika-virus/">Boletim I</a> | <a href="http://www6.usp.br/105064/especialistas-do-icb-falam-sobre-o-zika-na-radio-usp/">Boletim II</a> | <a href="http://www6.usp.br/105612/ouca-mais-um-boletim-da-serie-sobre-o-virus-zika-na-radio-usp/">Boletim III</a> | <a href="http://www6.usp.br/106141/coordenador-da-rede-zika-fala-a-radio-usp-sobre-relacao-entre-o-virus-e-a-microcefalia/">Boletim IV</a></p>
<p>O <em>É Bom Saber</em> vai ao ar às terças e quintas-feiras pela Rádio USP em dois horários, às 9 horas e às 16 horas, com produção e apresentação de Cido Tavares. O boletim semanal traz fatos que marcaram a história, além de assuntos atuais com o intuito de informar e mexer com a curiosidade do ouvinte.</p>
<p>A Rádio USP pode ser ouvida na FM 93,7 MHz e <a href="http://www.radio.usp.br/">pela internet</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:cidotavares@gmail.com">cidotavares@gmail.com</a></strong></p>
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		<title>Cientistas criam teste para detectar Zika; assista reportagem sobre a descoberta</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/cientistas-criam-teste-para-detectar-zika-assista-reportagem-sobre-a-descoberta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Núcleo de Divulgação Científica da USP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 16:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Edison Luiz Durigon]]></category>
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		<category><![CDATA[Luís Carlos Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho desenvolvido integra as ações da Rede Zika, sediada na USP e que conta com apoio da Fapesp e de pesquisadores em todo o Brasil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho integra as ações da Rede Zika, sediada na USP</p>
<p>Um dos desafios que a epidemia de Zika trouxe para o sistema de saúde e de pesquisa foi a ausência de um teste acessível e capaz de identificar a infecção específica pelo vírus. No dia 14 de março, pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da USP anunciaram o desenvolvimento do primeiro teste específico para detecção do Zika.</p>
<p>O teste discrimina os anticorpos gerados após infecção pelo vírus zika daqueles gerados em pessoas infectadas pelo vírus da dengue ou em pessoas que foram vacinadas contra a febre amarela. O trabalho desenvolvido integra as ações da Rede Zika, sediada na USP e que conta com apoio da Fapesp e de pesquisadores em todo o Brasil.</p>
<p>Assista a reportagem do Núcleo de Divulgação Científica da USP sobre a descoberta:</p>
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<p><em>Com informações do Núcleo de Divulgação Científica da USP</em></p>
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		<title>Probióticos podem ajudar na prevenção da candidíase oral</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/probioticos-podem-ajudar-na-prevencao-da-candidiase-oral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 16:03:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Candida]]></category>
		<category><![CDATA[Candida albicans]]></category>
		<category><![CDATA[Candidíase oral]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[FO]]></category>
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		<category><![CDATA[Instituto de Ciências Biomédicas]]></category>
		<category><![CDATA[Probióticos]]></category>
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					<description><![CDATA[Eles podem manter saudável a microbiota da boca, agindo como um agente complementar na terapia contra a doença]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eles podem manter saudável a microbiota da boca, agindo como um agente complementar na terapia contra a doença</p>
<p>Adicionados a alimentos ou vendidos em cápsulas, os probióticos podem ser uma alternativa para o controle da <em>Candida</em> em superfícies mucosas do intestino, da vagina e, principalmente, da boca; prevenindo o surgimento de infecções decorrentes da candidíase, segundo estudo publicado na revista <a href="http://cid.oxfordjournals.org/" target="_blank">Clinical Infectious Diseases</a> por pesquisadores da Faculdade de Odontologia (FO) e do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), ambos da USP, e da Universidade de Queensland, na Austrália.</p>
<p>A <em>Candida</em> é um micro-organismo (fungo) residente no corpo humano que, em condições normais, não afeta a saúde. No entanto, em situações favoráveis para sua proliferação, “a <em>Candida</em> muda a sua forma de levedura para filamentos e consegue invadir os tecidos, causando infecções nas mucosas, essa infecção recebe o nome de candidíase”, explica Marcia Mayer, professora do Departamento de Microbiologia do ICB e uma das autoras do estudo.</p>
<p>As condições favoráveis para o surgimento da doença incluem desde bebês que ainda não possuem o sistema de defesa desenvolvido, doenças imunodepressoras, como a Aids, uso de antibióticos, terapia com radiação para tratamento do câncer, até idosos que utilizam prótese total (dentadura).</p>
<p>“Os idosos são um grupo particularmente suscetível à candidíase oral, devido às próteses e a higienização precária delas, associado a isso, o estado imunológico enfraquecido pode favorecer a recorrência de candidíase” afirma a professora. Por isso, os pesquisadores analisaram a ação dos probióticos especificamente contra a candidíase na boca.</p>
<p>De acordo com Marcia, a doença é ocasionada por uma desregulação da microbiota (conjunto de micro-organismos — como bactérias, fungos, protozoários, etc — que habitam uma região do corpo humano).</p>
<p>Mas existem micro-organismos capazes de equilibrar a microbiota e são considerados benéficos à saúde: as bactérias probióticas. A presença delas em determinados locais gera uma espécie de “competição” com outros micro-organismos, como a <em>Candida</em>, reduzido a atuação deles.</p>
<p>“Acreditamos que as bactérias probióticas, presentes em alguns produtos lácteos, possam ser usadas para prevenir o desenvolvimento da candidíase oral e até fortalecer o sistema imune”, diz o cirurgião-dentista Victor Matsubara, um dos autores da pesquisa e aluno de doutorado da FO.</p>
<h2>Pesquisa Brasil-Austrália</h2>
<p>O artigo<em> Probiotics as Antifungals in Mucosal Candidiasis</em>,publicado no dia 20 de janeiro, é decorrente de estudo realizado por Matsubara em sua pesquisa de doutorado que está sendo finalizada, sob orientação da professora Marcia Mayer e do professor Lakshman Samaranayake (Universidade de Queensland), um dos principais pesquisadores da candidíase oral no mundo.</p>
<p>Eles analisaram o mecanismo de ação das bactérias probióticas, especificamente os Lactobacillus, contra a <em>Candida albicans</em>, espécie mais comum de <em>Candida</em> na superfície mucosa e principal causadora de candidíase. Uma parte do estudo foi feita na USP e outra na Austrália.</p>
<p>“Realizamos uma cocultura com macrófagos, <em>Candida albicans</em> e bactérias probióticas para verificar como a <em>Candida</em> age sobre o macrófago, uma das principais células de defesa do organismo humano contra o fungo que tenta penetrar no tecido mucoso, e como o probiótico interfere na resposta do macrófago frente à <em>Candida</em>”, conta Matsubara.</p>
<p>Ele explica que o processo inflamatório é o primeiro mecanismo de defesa do organismo para combater o micro-organismo invasor — a <em>Candida</em>. Mas, ao mesmo tempo, se a inflamação for exacerbada e prolongada, o tecido fica mais suscetível à infiltração do fungo. “Verificamos que os probióticos podem estar interferindo no reconhecimento das células de <em>Candida</em> pelos macrófagos, diminuindo a ativação dessas células de defesa e, com isso, controlando a resposta inflamatória”.</p>
<p>Na Universidade de Queensland, os pesquisadores analisaram a ação direta do probiótico na formação do biofilme de <em>Candida albicans</em>. “O biofilme é uma comunidade de micro-organismos aderida a superfícies, tornando-se mais resistente às defesas do hospedeiro e a antimicrobianos. Essas camadas dificultam a ação de medicamentos, por isso, a importância de estudar a ação do probiótico também sobre o biofilme”, ressalta a professora Marcia.</p>
<p>Matsubara cultivou as células da bactéria probiótica (<em>Lactobacillus</em>) em um meio de cultura líquido. Esse líquido foi filtrado para remover as células bacterianas, obtendo-se as substâncias produzidas pela bactéria. A proposta foi verificar se a ação da bactéria contra o crescimento da <em>Candida</em> estava relacionada a essas substâncias ou à interação direta entre a bactéria e o fungo.</p>
<p>“O biofilme da <em>Candida</em> tem várias fases, primeiro as células aderem, depois se multiplicam e, por fim, o biofilme matura. Os resultados mostram que as substâncias produzidas pelos probióticos no meio de cultura tiveram ação no início da fase de formação do biofilme, mas se o biofilme estiver maduro, é preciso utilizar a bactéria probiótica diretamente para ter uma ação contra o fungo”, conta Matsubara que ressalta que esses resultados ainda precisam ser discutidos.</p>
<h2>Tratamento candidíase oral</h2>
<p>Atualmente, o tratamento da candidíase inclui o uso de antifúngico quando a doença já está estabelecida. Os pesquisadores argumentam que o probiótico não deve ser o único agente terapêutico contra a candidíase oral, mas um complemento, atuando também na prevenção da doença.</p>
<p>“A maioria dos pacientes que usa próteses dentárias são idosos e, se descuidar, eles vão desenvolver a candidíase oral. O problema do uso continuado de medicamentos é a seleção de cepas resistentes de <em>Candida</em> e a vantagem dos probióticos é que a profilaxia poderia ser feita em casa com o consumo dos alimentos específicos ou aplicação de produtos com probióticos”, avalia o cirurgião-dentista.</p>
<p>A professora Marcia lembra que os alimentos probióticos trazem grande benefício para a saúde por causa do equilibro da microbiota como um todo. Sobre a quantidade ideal de probióticos para combater à candidíase, os pesquisadores afirmaram que ainda não há valores estabelecidos.</p>
<p><em>Hérika Dias / Agência USP de Notícias</em></p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:mpamayer@icb.usp.br" target="_blank">mpamayer@icb.usp.br</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Pesquisadora fala sobre as doenças transmitidas pelo Aedes</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/pesquisadora-fala-sobre-as-doencas-transmitidas-pelo-aedes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 17:36:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[É Bom Saber]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
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		<category><![CDATA[Microcefalia]]></category>
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		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa "É bom saber" conversa com a professora Margareth Capurro, do Departamento de Parasitologia do ICB.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No quinto boletim da série sobre o vírus Zika, o programa <em>É bom saber</em> conversa com a professora Margareth Capurro, do Departamento de Parasitologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.</p>
<p>A especialista explica a diferença entre dengue, febre chikungunya e zika, doenças distintas, mas com sintomas semelhantes. Capurro comenta também sobre a dificuldade em obter respostas sobre os vírus.</p>
<p>Ouça a entrevista completa com a pesquisadora:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-106358-2" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_15-E-17-03-2016_Zika-V.mp3?_=2" /><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_15-E-17-03-2016_Zika-V.mp3">http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_15-E-17-03-2016_Zika-V.mp3</a></audio>
<p>Ouça também: <a href="http://www6.usp.br/104887/radio-usp-entrevista-especialistas-sobre-zika-virus/">Boletim I</a> | <a href="http://www6.usp.br/105064/especialistas-do-icb-falam-sobre-o-zika-na-radio-usp/">Boletim II</a> | <a href="http://www6.usp.br/105612/ouca-mais-um-boletim-da-serie-sobre-o-virus-zika-na-radio-usp/">Boletim III</a> | <a href="http://www6.usp.br/106141/coordenador-da-rede-zika-fala-a-radio-usp-sobre-relacao-entre-o-virus-e-a-microcefalia/">Boletim IV</a></p>
<p>O <em>É Bom Saber</em> vai ao ar às terças e quintas-feiras pela Rádio USP em dois horários, às 9 horas e às 16 horas, com produção e apresentação de Cido Tavares. O boletim semanal traz fatos que marcaram a história, além de assuntos atuais com o intuito de informar e mexer com a curiosidade do ouvinte.</p>
<p>A Rádio USP pode ser ouvida na FM 93,7 MHz e <a href="http://www.radio.usp.br/">pela internet</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:cidotavares@gmail.com">cidotavares@gmail.com</a></strong></p>
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		<title>Pesquisa revela papel da proteína DVL-2 no envelhecimento</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/ciencias/pesquisa-revela-papel-da-proteina-dvl-2-no-envelhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 21:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Maria Marques Orellana]]></category>
		<category><![CDATA[Cristoforo Scavone]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento de Farmacologia]]></category>
		<category><![CDATA[DVL-2]]></category>
		<category><![CDATA[Envelhecimento]]></category>
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		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Ciências Biomédicas]]></category>
		<category><![CDATA[NAPNA]]></category>
		<category><![CDATA[neuroinflamação]]></category>
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					<description><![CDATA[Cientistas do ICB demonstraram, de forma pioneira, como a diminuição da DVL-2 influencia este processo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas do ICB demonstram, de forma pioneira, como a diminuição da DVL-2 influencia este processo</p>
<p>Um grupo de pesquisadores do Departamento de Farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP é pioneiro ao mostrar o envolvimento da proteína DVL-2 no processo de envelhecimento. A diminuição desta proteína na célula favorece a vulnerabilidade dos neurônios e contribui para a manutenção da inflamação crônica do sistema nervoso. A chamada neuroinflamação, tão comum em idosos, parece ser um dos principais fatores para o surgimento de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.</p>
<p>Os resultados estão descritos no artigo <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26647069" target="_blank">Age-related neuroinflammation and changes in AKT-GSK-3β and WNT / β-CATENIN signaling in rat hippocampus</a> publicado no último mês de dezembro na <em>Revista Aging</em>. O trabalho é parte da dissertação de mestrado da pesquisadora Ana Maria Marques Orellana, realizada sob a orientação do professor Cristoforo Scavone.</p>
<p>Várias substâncias, entre elas enzimas, proteínas, aminoácidos e receptores, estão envolvidas na manutenção do equilíbrio do organismo. Elas atuam através das chamadas vias de sinalização celular, que são “caminhos” onde elas interagem entre si e com outras substâncias a fim de manter esse equilíbrio. Porém, como o envelhecimento, isso é modificado. Duas principais vias de sinalização interagem e influenciam este processo: a WNT / β-catenina e a via do glutamato.</p>
<p>Alguns grupos de pesquisa já mostraram o papel da WNT / β-catenina para o envelhecimento e sua diminuição nessa fase. “Neste estudo, nosso grupo de trabalho também confirmou esses dados. Entretanto, a maior contribuição foi descobrir que a chave está na proteína DVL-2″, destaca o professor Scavone.</p>
<p>A função da WNT / β-catenina é ir para o núcleo da célula ativar genes associados com a sobrevivência celular. Para isso, ela conta com a ajuda da DVL-2, proteína utilizada pela WNT para impedir a ação de uma quinase, a GSK3β. Essa quinase fosforila a β-catenina, ou seja, transfere para ela um grupo fosfato (PO4). Ao ser fosforilada, ao invés de ir para o núcleo da célula ativar genes, ela vai para a degradação. “Por isso, quanto mais a DVL-2 estiver diminuída, mais a GSK3β vai fosforilar e, consequentemente, menos β-catenina chegará no núcleo”, esclarece.</p>
<p>O professor relata que a diminuição da DVL-2 está associada à alteração da expressão de genes que a regulam e também à degradação decorrente do próprio ciclo celular. “Existe ainda a hipótese de que o aumento da neuroinflamação leva à diminuição desta proteína”, lembra.</p>
<p>De acordo com Scavone, os resultados deste e de outros trabalhos do grupo apontam para a possibilidade da criação, na farmacologia, de compostos que tenham o potencial de aumentar a DVL-2 nas células.</p>
<h2>Glutamato e NF-kB</h2>
<p>Há ainda outros fatores que precisam ser levados em conta. O estresse crônico aumenta os glicocorticoides no organismo, substância que, em níveis normais, atuam como anti-inflamatório. “Mas em níveis elevados e crônicos, eles desregulam a sinalização entre as células do sistema nervoso central levando à hiperatividade da glia”, esclarece. A glia é formada por células que tem a função de dar suporte ao sistema nervoso.</p>
<p>Quando o organismo está em equilíbrio, a glia protege os neurônios e remove o excesso de glutamato, neurotransmissor que, em excesso, pode se tornar tóxico e matar as células neuronais. “A glia remove o excesso de glutamato, mas quando está hiperativada, produz muitos mediadores que irão aumentar ainda mais a produção de glutamato. Tanto o estresse crônico como os glicocorticoides são estímulos interpretados como lesivos ao sistema nervoso e levam à neuroinflamação”, diz.</p>
<p>Dados na literatura sugerem a existência de uma  interação entre a via de sinalização da WNT / β-catenina e a ativação do NF-kB, um fator de transcrição que modula genes anti e pró inflamatórios. Se o NF-kB for ativado no neurônio, ele atua como protetor e vai modular genes que irão proteger esses neurônios. Mas no envelhecimento, com a glia hiperativada, o NF-kB vai modular genes pró-inflamatórios e pró-apoptóticos (que podem levar a morte neuronal).</p>
<p>Dentre os fatores modulados pelo NF-kB estão as citocinas, TNF-α e interleucina 10. A TNF-α é um mediador pró inflamatório que no envelhecimento está aumentada favorecendo um aumento do glutamato no cérebro. Já a interleucina 10 exerce uma função anti-inflamatória, mas no envelhecimento ela está diminuída.</p>
<p>“Esses dados mostram que, com o envelhecimento, o cérebro torna-se mais suscetível aos efeitos deletérios da inflamação crônica, por meio dos glicocorticoides e da via NF-kB. É preciso ainda levar em conta a diminuição de vias potencialmente benéficas, como a da WNT”, aponta Scavone. “Entender como a DVL-2 influencia esse quadro será muito importante para ajudar na compreensão das doenças neurodegenerativas associadas ao envelhecimento”, destaca.</p>
<p>O projeto contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, e do <a href="http://www.napnausp.org.br/" target="_blank">Nucleo de Apoio à Pesquisa em Neurociência Aplicada</a> (NAPNA). O estudo teve como colaboradores Andrea Rodrigues Vasconcelos, Jacqueline Alves Leite, Larissa de Sá Lima, Diana Zukas Andreotti, Carolina Demarchi Munhoz, e Elisa Mitiko Kawamoto, todos do ICB.</p>
<p><em>Valéria Dias / Agência USP de Notícias </em></p>
<p><strong>Mais informações: <a href="mailto:cristoforo.scavone@gmail.com">cristoforo.scavone@gmail.com</a>, com o professor Cristóforo Scavone</strong></p>
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		<title>Equipe da USP desenvolve método para a detecção do vírus Zika</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/equipe-da-usp-desenvolve-metodo-para-a-deteccao-do-virus-zika/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 17:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Biologia molecular]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Carlos de Souza Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[Método que permite detectar anticorpos mesmo após a eliminação do vírus no organismo será distribuído gratuitamente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Método que permite detectar anticorpos mesmo após a eliminação do vírus no organismo será distribuído gratuitamente</p>
<p>Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP desenvolveram novo teste para diagnosticar infecções por Zika vírus a partir da identificação de anticorpos específicos no sangue do paciente.</p>
<p>Este método permite diagnosticar com maior eficiência as pessoas infectadas pelo vírus Zika, já que detecta a presença de anticorpos contra o vírus, mesmo após a eliminação do Zika no organismo.</p>
<p>Após a validação laboratorial, o teste foi utilizado em amostras de sangue de mulheres do município de Itabaiana-SE, cidade com um dos maiores índices de microcefalia em relação ao tamanho da população no país. A metodologia desenvolvida pelo grupo permitiu confirmar que a maioria das oito mães de bebês com microcefalia é soropositiva para a infecção pelo Zika vírus, assim como seus filhos; dados que ainda não haviam sido confirmados por outros métodos de diagnóstico disponíveis.</p>
<p>“Com este método podemos demonstrar a especificidade da detecção do Zika, superando uma deficiência séria dos sistemas sorológicos até agora disponíveis”, explica o professor Luís Carlos de Souza Ferreira, Vice-Diretor e coordenador do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do ICB.</p>
<p>Os pesquisadores evidenciam que a partir desta plataforma diagnóstica será possível obter dados mais precisos sobre o número de infecções por Zika vírus no país, e especialmente, obter confirmação de infecção por Zika em gestantes, para que elas tenham o atendimento adequado.</p>
<p>O desenvolvimento desta metodologia envolveu o uso de técnicas de biologia molecular e resulta de parceria entre os Laboratórios de Desenvolvimento de Vacinas, Virologia Clínica e Evolução Molecular e Bioinformática do Departamento de Microbiologia do ICB, todos integrantes da Rede Zika, força-tarefa de pesquisadores paulista. A pesquisa contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>Os reagentes necessários para a realização do teste estão em produção emergencial e serão distribuídos gratuitamente para centros de pesquisa da Rede Zika e para demais laboratórios científicos do país. A equipe busca parceria com o Instituto Butantan para que um novo kit diagnóstico seja produzido e distribuído a hospitais e bancos de sangue de todo o país.</p>
<p><em>Da Assessoria de Comunicação do ICB</em></p>
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		<title>Coordenador da Rede Zika fala à Rádio USP sobre relação entre o vírus e a microcefalia</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/coordenador-da-rede-zika-fala-a-radio-usp-sobre-relacao-entre-o-virus-e-a-microcefalia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 16:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[É Bom Saber]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Zanotto]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio USP]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[No quarto boletim da série sobre o vírus Zika, o programa "É bom saber" ouve o professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia da USP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No quarto boletim da série sobre o vírus Zika, o programa É bom saber ouve o professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, que comenta a associação entre zika e os casos de microcefalia.</p>
<p>Segundo o coordenador da Rede Zika, o mais relevante no momento é tomar providências para controlar o vetor e reduzir as chances de infecção, estimulando o engajamento da sociedade. A relação causal entre Zika e microcefalia ainda não foi desvendada e, por isso, deve-se tomar todas as providências para combater a epidemia no que está ao alcance, que é na prevenção.</p>
<p>Ouça a entrevista completa com o pesquisador:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-106141-3" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_08-E-10-03-2016_Zika-IV.mp3?_=3" /><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_08-E-10-03-2016_Zika-IV.mp3">http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_08-E-10-03-2016_Zika-IV.mp3</a></audio>
<p>Ouça também: <a href="http://www6.usp.br/104887/radio-usp-entrevista-especialistas-sobre-zika-virus/">Boletim I</a> | <a href="http://www6.usp.br/105064/especialistas-do-icb-falam-sobre-o-zika-na-radio-usp/">Boletim II</a> | <a href="http://www6.usp.br/105612/ouca-mais-um-boletim-da-serie-sobre-o-virus-zika-na-radio-usp/">Boletim III</a></p>
<p>O <em>É Bom Saber</em> vai ao ar às terças e quintas-feiras pela Rádio USP em dois horários, às 9 horas e às 16 horas, com produção e apresentação de Cido Tavares. O boletim semanal traz fatos que marcaram a história, além de assuntos atuais com o intuito de informar e mexer com a curiosidade do ouvinte.</p>
<p>A Rádio USP pode ser ouvida na FM 93,7 MHz e <a href="http://www.radio.usp.br/">pela internet</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:cidotavares@gmail.com">cidotavares@gmail.com</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<title>Ouça mais um boletim da série sobre o vírus Zika na Rádio USP</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/ouca-mais-um-boletim-da-serie-sobre-o-virus-zika-na-radio-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2016 20:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[É Bom Saber]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Microcefalia]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Zanotto]]></category>
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		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[O programa "É bom saber" conversa com dois especialistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No terceiro boletim da série sobre o vírus Zika, o <em>É bom saber</em> conversa com dois especialistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.</p>
<p>A professora Margareth Capurro explica a associação entre Zika e microcefalia. A pesquisadora do Departamento de Parasitologia comenta também o caso francês de transmissão do vírus por relação sexual, e afirma que a cada semana surge um dado novo sobre a doença e que os cientistas estão trabalhando intensamente na busca de respostas.</p>
<p>Após a identificação do vírus, como proceder? O professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia, explica que é preciso entender os mecanismos associados à lesão que o vírus causa nos tecidos para saber como agir e definir as interferências terapêuticas. Zanotto é coordenador da chamada Rede Zika, força-tarefa que reúne centros de pesquisa e laboratórios de todo o estado.</p>
<p>Ouça a entrevista completa com os pesquisadores:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-105612-4" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_01-E-03-03-2016_Zika-III.mp3?_=4" /><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_01-E-03-03-2016_Zika-III.mp3">http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_01-E-03-03-2016_Zika-III.mp3</a></audio>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ouça também: <a href="http://www6.usp.br/104887/radio-usp-entrevista-especialistas-sobre-zika-virus/">Boletim I</a> | <a href="http://www6.usp.br/105064/especialistas-do-icb-falam-sobre-o-zika-na-radio-usp/">Boletim II</a></p>
<p>O <em>É Bom Saber</em> vai ao ar às terças e quintas-feiras pela Rádio USP em dois horários, às 9 horas e às 16 horas, com produção e apresentação de Cido Tavares. O boletim semanal traz fatos que marcaram a história, além de assuntos atuais com o intuito de informar e mexer com a curiosidade do ouvinte.</p>
<p>A Rádio USP pode ser ouvida na FM 93,7 MHz e <a href="http://www.radio.usp.br/">pela internet</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:cidotavares@gmail.com">cidotavares@gmail.com</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<item>
		<title>Especialistas do ICB falam sobre diagnóstico de Zika vírus</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/especialistas-do-icb-falam-sobre-o-zika-na-radio-usp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 19:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[É Bom Saber]]></category>
		<category><![CDATA[ICB]]></category>
		<category><![CDATA[Margareth Capurro]]></category>
		<category><![CDATA[Paolo Zanotto]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio USP]]></category>
		<category><![CDATA[Zika]]></category>
		<category><![CDATA[Zika Vírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="848" height="395" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160224_1a.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />O programa É bom saber conversa com os professores Margareth Capurro e Paolo Zanotto sobre contaminação e diagnóstico do Zika. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="848" height="395" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160224_1a.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>No segundo boletim da série sobre o Zika vírus, o programa <em>É bom saber </em>conversa com dois especialistas do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP.</p>
<p>A professora Margareth Capurro, do Departamento de Parasitologia, fala sobre a contaminação por transfusão de sangue. &#8220;O grande problema são as pessoas que não sabem que estão doentes, as assintomáticas&#8221;, afirma. São pessoas que carregam o vírus, mas não apresentam o quadro da doença, e que podem acabar doando sangue e provocando uma contaminação.</p>
<p>Coordenador da chamada Rede Zika, força-tarefa que reúne centros de pesquisa e laboratórios de todo o estado, o professor Paolo Zanotto, do Departamento de Microbiologia, fala sobre os avanços na questão do diagnóstico do Zika.</p>
<p>Ouça a entrevista completa com os pesquisadores:</p>
<audio class="wp-audio-shortcode" id="audio-105064-5" preload="none" style="width: 100%;" controls="controls"><source type="audio/mpeg" src="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_23-E-25-02-2016_Zika-II.mp3?_=5" /><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_23-E-25-02-2016_Zika-II.mp3">http://www6.usp.br/wp-content/uploads/E-BOM-SABER_23-E-25-02-2016_Zika-II.mp3</a></audio>
<p>O primeiro boletim da série pode ser ouvido <a href="http://www6.usp.br/104887/radio-usp-entrevista-especialistas-sobre-zika-virus">neste link</a>.</p>
<p>O <em>É Bom Saber</em> vai ao ar às terças e quintas-feiras pela Rádio USP em dois horários, às 9 horas e às 16 horas, com produção e apresentação de Cido Tavares. O boletim semanal traz fatos que marcaram a história, além de assuntos atuais com o intuito de informar e mexer com a curiosidade do ouvinte.</p>
<p>A Rádio USP pode ser ouvida na FM 93,7 MHz e <a href="http://www.radio.usp.br/">pela internet</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:cidotavares@gmail.com">cidotavares@gmail.com</a></strong></p>
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