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	<title>Imprensa &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Centro de Estudos da Metrópole oferece bolsas de pós-doutorado</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/pesquisa-noticias/centro-de-estudos-da-metropole-oferece-bolsas-de-pos-doutorado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2016 19:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa-auxílio]]></category>
		<category><![CDATA[CEM]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos da Metrópole]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Pesquisa Inovação e Difusão]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunidade USP]]></category>
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		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-doutorado]]></category>
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					<description><![CDATA[A oportunidade está aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A oportunidade está aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins</p>
<p>Até dia 13 de junho, o Centro de Estudos da Metrópole (CEM) recebe inscrições para o programa de bolsas de pós-doutorado em Ciências Sociais. A oportunidade é aberta a candidatos brasileiros e estrangeiros. É recomendável que o candidato possua doutorado em Ciências Sociais ou áreas afins, com forte histórico de publicação e bom desempenho em inglês falado e escrito.</p>
<p>Os bolsistas deverão conduzir pesquisas teóricas ou empíricas no programa, além de outras atividades regulares, como a apresentação de seminários, elaboração de papers e a disseminação dos resultados da pesquisa.</p>
<p>As linhas de pesquisa disponibilizadas distribuem-se entre os temas &#8220;<a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1120" target="_blank">Entender os efeitos independentes das políticas públicas nas condições sociais e/ou na redução da desigualdade</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1121" target="_blank">Entender o papel das instituições políticas nas decisões sobre políticas redistributivas, particularmente o comportamento eleitoral e o processo de elaboração das leis</a>&#8221; e <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1122" target="_blank">&#8220;Mapear formas alternativas de governança em áreas urbanas e em suas conexões com o Estado de forma a entender &#8216;quem faz o quê&#8217;?&#8221;</a>.</p>
<p>O selecionado receberá bolsa, no valor de R$ 6.819,30 mensais e reserva técnica, que equivale a 15% do valor anual da bolsa, destinada a realizar despesas diretamente relacionadas à atividade de pesquisa. Mais informações sobre a bolsa podem ser acessadas no <a href="http://www.fapesp.br/bolsas/pd" target="_blank">site da Fapesp</a>.</p>
<p>Os interessados poderão se inscrever até o dia 13 de junho pelo email <a href="http://centrodametropole@usp.br" target="_blank">centrodametropole@usp.br</a> com o título<em> “Bolsa – PD CEPID-CEM”</em>. Os documentos necessários e demais informações sobre o processo seletivo podem ser consultados <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>O CEM é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da Fapesp. Trata-se de uma instituição de pesquisa avançada em ciências sociais, sediada na USP e no Cebrap, que investiga temáticas relacionadas a desigualdades e à formulação de políticas públicas nas metrópoles contemporâneas.</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249" target="_blank">http://www.fflch.usp.br/centrodametropole/1249</a>; email <a href="mailto:centrodametropole@usp.br" target="_blank">centrodametropole@usp.br</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Le Monde Diplomatique: na fronteira entre o jornalismo e a crítica intelectual</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/pesquisa-noticias/le-monde-diplomatique-na-fronteira-entre-o-jornalismo-e-a-critica-intelectual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Denis Pacheco]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 22:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Diplô]]></category>
		<category><![CDATA[FFLCH]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Sayuri Ogassawara]]></category>
		<category><![CDATA[Le Monde Diplomatique]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Pesquisa da FFLCH coloca no centro do debate uma das mais notórias publicações internacionais, o "Le Monde Diplomatique".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p><span style="font-weight: 400;">Em 2015, parte da América Latina vivenciou uma série de reviravoltas políticas que possivelmente provocarão grandes mudanças nos anos seguintes. Da perda da maioria chavista na Assembleia Nacional da Venezuela, paralela à acentuada crise política vivida pelo Partido dos Trabalhadores no Congresso Nacional, até o fim do kirchnerismo marcado pela vitória do candidato da oposição Mauricio Macri na Argentina, o continente passa por tribulações que, aos olhos da História e da imprensa, devem ser observadas e criticadas de perto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, a jornalista e historiadora Juliana Sayuri Ogassawara escolheu observar um período recente para destacar a importância do jornalismo e, em especial, dos intelectuais na crítica política. No doutorado <em>Intelectuais no Le Monde Diplomatique: Relações entre França e Argentina (1999-2011)</em>, Juliana colocou no centro do debate uma das mais notórias publicações de inclinação editorial à esquerda, o<em> Le Monde Diplomatique</em>. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por trás do objeto central de sua tese está a noção de que é papel da imprensa ser um &#8220;documento para o historiador&#8221;. Em sua opinião, a imprensa é, ao mesmo tempo, observador, narrador e protagonista de uma história.</span></p>
<figure id="attachment_103163" aria-describedby="caption-attachment-103163" style="width: 700px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-103163 size-full" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_3.jpg" alt="Imprensa: ao mesmo tempo observador, narrador e protagonista da História | Foto: Pedro Bolle / USP Imagens" width="700" height="348" data-id="103163" srcset="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_3.jpg 700w, https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_3-263x130.jpg 263w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-103163" class="wp-caption-text">Imprensa: ao mesmo tempo observador, narrador e protagonista da História | Foto: Pedro Bolle / USP Imagens</figcaption></figure>
<h3>O Diplô</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Criado em 1954 como um suplemento do jornal francês <em>Le Monde</em>, o &#8220;Diplô&#8221;, como ficou conhecido internacionalmente, contava em 2013 com 47 edições internacionais, publicadas mensalmente. Da França para o mundo, o magazine acumulou contribuições de personalidades ilustres como Julio Cortázar, Doris Lessing, Eric Hobsbawm, Florestan Fernandes, Gabriel García Márquez, Jean Baudrillard, Michel Foucault, Kofi Annan e Thomas Piketty, entre outros. </span></p>
<figure id="attachment_103207" aria-describedby="caption-attachment-103207" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_ex4.jpg" target="_blank"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-103207" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_ex4-263x130.jpg" alt="clique para ampliar" width="263" height="130" data-id="103207" /></a><figcaption id="caption-attachment-103207" class="wp-caption-text">clique para ampliar</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu objetivo é, nas palavras da pesquisadora, &#8220;oferecer uma visão alternativa, uma mirada crítica dos acontecimentos atuais, um ponto de vista singular, uma perspectiva sagaz do jogo das relações internacionais&#8221;. Optando por analisar as edições francesa e argentina, partindo do período de implementação da versão argentina em 1999, Juliana revela que sua escolha teve múltiplas motivações, incluindo a importância de Carlos Gabetta, ex-diretor d&#8217;El Dipló, que estimulou companheiros latino-americanos a iniciar edições de <em>Le Monde Diplomatique</em> na América Latina. Além disso, ressaltou que a redação argentina traduz todos os textos franceses e os disponibiliza para as outras edições latino-americanas. &#8220;Sua estrutura é mais consolidada por estar abrigada na Editora Capital Intelectual, que confere relativa estabilidade e estrutura econômica&#8221;, revela.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre o período histórico, Juliana destaca em sua tese que em julho de 1999, quando o <em>Le Monde Diplomatique</em> imprimiu suas primeiras edições na Argentina, o país passava por uma grave crise econômica, com uma dívida externa na casa dos 100 bilhões de dólares e mais de 2,5 milhões de desempregados, levando à renúncia do presidente Fernando de la Rúa em dezembro de 2001, após dias de violência e manifestações nas ruas de Buenos Aires. Nesse território conturbado, a edição argentina angariou muitos leitores que buscavam uma perspectiva diferente, alternativa, sobre a crise.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Cercado por publicações de respaldo internacional e linhas ideológicas similares, tais como a revista inglesa <em>New Left Review</em>, a americana <em>New Yorker</em> e a mexicana <em>Gatopardo</em>, o Diplô é singular para a pesquisadora ao “se posicionar claramente diante das questões contemporâneas, levando críticas de intelectuais importantes ao leitor”, apesar de ser, em sua opinião, uma leitura difícil em tempos em que outros veículos privilegiam textos “mastigados” para o leitor.</span></p>
<h3>Papel dos intelectuais</h3>
<figure id="attachment_103203" aria-describedby="caption-attachment-103203" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-103203 size-full" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_ex2.jpg" alt="Foto: Rodrigo Sicuro" width="400" height="267" data-id="103203" /><figcaption id="caption-attachment-103203" class="wp-caption-text">O jornalista Carlos Gabetta | Foto: Rodrigo Sicuro</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Formadas por jornalistas e intelectuais, as mais de 40 páginas mensais do Diplô trazem artigos que, especialmente no contexto de crises econômicas e políticas, têm como principal objetivo oferecer ao leitor uma análise sobre os acontecimentos contemporâneos e um olhar crítico sobre à realidade. Por essa característica, Juliana resgatou, durante boa parte de seu trabalho, a chamada “história dos intelectuais”, um fenômeno relativamente novo, de acordo com a pesquisadora. Para ela, esses intelectuais “não seriam apenas homens e mulheres pensantes, mas manifestantes de um pensamento”. Alçada no pensamento do filósofo Norberto Bobbio, sua tese vem propor um olhar para a dimensão política dos intelectuais nas relações com o poder. “Quer dizer, a questão não seria apenas quem são e o que fazem os intelectuais, mas o que deveriam ser e o que deveriam fazer”.</span></p>
<blockquote><p>É preciso compreender a imprensa em si como um organismo vivo.</p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando os responsáveis pelo jornal tanto jornalistas, já que trabalham como produtores, editores e difusores de informação, quanto intelectuais, pois se posicionam nas discussões contemporâneas, a autora não exclui de sua tese o fato de que dentro das redações também existem divergências ideológicas e até mesmo pessoais. Como a época em que o ex-diretor Carlos Gabetta fez diversas críticas à ex-presidente Cristina Kirchner, enquanto Hugo Sigman, proprietário da editora Capital Intelectual, que publica Le Monde Diplomatique na Argentina, é kirchnerista. Diante do impasse, “a corda arrebentou para o lado mais fraco”, e Carlos Gabetta pediu demissão do Diplô. </span></p>
<figure id="attachment_103204" aria-describedby="caption-attachment-103204" style="width: 270px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-103204" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20160107_ex3.jpg" alt="Le Monde Diplomatique / Reprodução" width="270" height="337" data-id="103204" /><figcaption id="caption-attachment-103204" class="wp-caption-text">Le Monde Diplomatique / Reprodução</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ela, “é interessante notar como mesmo uma revista de linha tão marcada é feita por intelectuais de opiniões tão diferentes, repertórios diferentes, trajetórias diferentes”. Dentre suas conclusões, destaca-se o entendimento de que uma revista também é “um organismo vivo, feito de amizades, afinidades e animosidades, sociabilidades e sensibilidades ideológicas, filosóficas e políticas”, conta. Ainda mais, Juliana defende que é preciso compreender a imprensa em si como um organismo vivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre como ela e o jornal enxergam o futuro cenário político da Argentina e do resto da América Latina diante das mudanças do presente, a jornalista encerra admitindo curiosidade para especular, mas se utiliza da austeridade do lado historiadora para concluir que “é uma história que ainda não se desenrolou”, e portanto, não é prudente conjecturar. </span><span style="font-weight: 400;">Quando questionada sobre como os intelectuais e o jornalismo poderiam ajudar a esquerda a repensar seu papel na América Latina, Juliana é categórica “a meu ver, intelectuais e jornalistas não deveriam se esconder no silêncio”. </span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fuvest divulga gabarito da primeira fase do vestibular 2016</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/vestibular-noticias/fuvest-divulga-gabarito-da-primeira-fase-do-vestibular-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2015 21:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vestibular]]></category>
		<category><![CDATA[Fuvest]]></category>
		<category><![CDATA[Fuvest 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Gabarito]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Provas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou o gabarito da prova da primeira fase do vestibular 2016. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou o gabarito da prova da primeira fase do vestibular 2016. O gabarito pode ser conferido nos links abaixo ou no <a href="http://www.fuvest.br/" target="_blank">site da Fuvest</a>.</p>
<p><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/Gabarito-geral-1F2016.pdf" target="_blank">Gabarito geral 2016 – 1F</a> <a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/fuv2016.1fase.prova_.V.pdf" target="_blank">FUV2016 1ªF V</a></p>
<p>A primeira fase do vestibular da Fuvest, que seleciona alunos para 9.568 vagas dos 249 cursos da USP e para 120 vagas do curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, tinha 142.721 candidatos habilitados para a prova. Não compareceram 13.922, o que corresponde a uma abstenção de 9,8%. No vestibular passado, estavam inscritos 141.888 candidatos, faltaram 14.457 (abstenção de 10,2%).</p>
<p>As provas foram realizadas 121 locais no estado de São Paulo. Nenhum incidente foi registrado e nenhuma das 90 questões, elaboradas de acordo com o conteúdo do núcleo comum do Ensino Médio, foi anulada.</p>
<h3>Segunda Fase</h3>
<p>Para ser chamado para a segunda fase, a pontuação do candidato deverá ser igual ou superior à nota de corte na carreira. No dia 21 de dezembro a Fuvest divulgará a lista dos aprovados e os locais de prova da segunda fase do processo.</p>
<p>A segunda fase é constituída de três provas analítico-expositivas. Será realizada de 10 a 12 de janeiro de 2016. No dia 10 (domingo), os convocados farão prova de Português (10 questões) e Redação; no dia 11 (segunda-feira) a prova terá 16 questões sobre as disciplinas do núcleo comum obrigatório do Ensino Médio (História, Geografia, Matemática, Física, Química, Biologia, Inglês e questões interdisciplinares) e no dia 12 (terça-feira) a prova terá 12 questões de duas ou três disciplinas, de acordo com a carreira escolhida.</p>
<p>Para os candidatos de Artes Cênicas, Curso Superior do Audiovisual, Arquitetura e Design, o vestibular continuará com as provas de habilidades específicas entre os dias 13 e 15 de janeiro de 2016. No dia 2 de fevereiro de 2016 será divulgada a primeira chamada para matrícula.</p>
<p><em>Da Assessoria de Imprensa da Fuvest</em></p>
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		<item>
		<title>Cobertura de revistas sobre cotas traz reflexos históricos</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/sociedade/cobertura-de-revistas-sobre-cotas-traz-reflexos-historicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2015 15:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[EACH]]></category>
		<category><![CDATA[Escravismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesquisa foi feita baseada na cobertura jornalística de três revistas semanais: Caros amigos, Carta Capital e Veja. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de cotas nas universidades públicas brasileiras, apesar de consolidado pela legislação, ainda pode ser considerado “polêmico”, ao menos em relação à cobertura da mídia. Para a jornalista Tatiana Cavalcante de Oliveira Botosso, as abordagens dadas pela mídia ao tema trazem reflexos históricos, visto que o Brasil é um país que teve todas as suas relações construídas a partir do racismo, quando se formaram as elites brancas. “Os grandes meios de comunicação sempre foram dominados por esta mesma elite”, afirma a jornalista.</p>
<p>Tatiana é autora do estudo Negros na Universidade – cobertura da mídia sobre as políticas de inclusão sócio racial no Brasil. A pesquisa de mestrado foi apresentada na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, sob orientação do professor Dennis de Oliveira. Para realizar seu estudo, Tatiana analisou a cobertura de três revistas semanais sobre a votação da lei de cotas nas universidades e institutos federais pelo Superior Tribunal Federal (STF), em 2012.</p>
<p>A pesquisadora escolheu as publicações Carta Capital, Veja e Caros Amigos. “São revistas que possuem linhas editoriais distintas. Podemos identificar que duas delas, Carta Capital e Caros Amigos, têm uma posição mais à esquerda, enquanto a Veja defende opiniões mais à direita”, avalia. Ao todo, foram selecionadas 12 matérias sobre o tema veiculadas nas três revistas durante o ano de 2012, entre os meses de abril e setembro. “Foram dois textos da Caros Amigos, cinco da Veja e outros cinco da Carta Capital”, conta.</p>
<h2>Percorrendo o racismo</h2>
<p>Antes mesmo de analisar os textos das publicações, Tatiana traça em seu estudo um panorama em relação ao racismo, desde o escravismo e analisando dados socioeconômicos atuais entre as populações brancas e negras. “Também estudei parte da história do jornalismo em relação ao tema e os movimentos negros que ocorreram desde o escravismo até a conquista das primeiras ações afirmativas”, descreve. Nesta trajetória de estudos, ela analisou a importância dos movimentos de mulheres negras chegando ao Programa Universidade para Todos – PROUNI, e à Lei de Cotas.</p>
<p>Todo esse caminho é descrito no início de seu estudo e permitiu avaliar de maneira ampla como a mídia trata o racismo no Brasil. A partir daí a pesquisadora avaliou as publicações e suas respectivas características.Ela conta que, no período analisado, a Revista Caros Amigos contava com três escritores negros: o poeta Sérgio Vaz, o historiador Joel Rufino dos Santos e o MC Leonardo. “São textos opinativos e que, em geral, não refletem a opinião ou a linha editorial da revista. O professor Joel Rufino, por exemplo, sempre defendeu em seus textos que o caminho para combater a desigualdade é a conscientização e a educação. Ele tinha uma visão histórica do racismo”, descreve. Tatiana afirma ainda que “os dois textos selecionados para análise foram de Joel, que era favorável às cotas para negros nas universidades.”</p>
<p>Já com relação à revista Carta Capital, Tatiana descreve o enfoque econômico da publicação. “Ela manteve, ao mesmo tempo, um discurso informativo e optou por discutir as cotas sob o ponto de vista da legalidade”, explica. Na opinião da pesquisadora, a linha editorial da revista mostrou dificuldades em lidar com o tema racismo e cotas e não apresentou posicionamento nem favorável, nem contrário às cotas.</p>
<p>Tatiana descreve que dentre as três publicações, a Revista Veja mostrou-se a mais conservadora. “A revista trata a educação sob o viés do mercado, como um negócio. Por consequência, acaba abordando a desigualdade racial como um problema socioeconômico, principalmente para justificar as opiniões contrárias às cotas lá expressas”, avalia. Ela ressalta ainda que a Veja também deixa claro as opiniões em relação às políticas de inclusão do governo, considerando-as ineficazes e populistas. “E também traz um discurso que nega a desigualdade racial”, lamenta, ressaltando que, “apesar da mobilização do movimento negro que resultou na conquista de políticas públicas de ações afirmativas, um longo percurso ainda há de ser trilhado para o empoderamento da população negra e a efetiva igualdade racial.”</p>
<p><em>Antonio Carlos Quinto / Agência USP de Notícias</em></p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:tatimidiausp@gmail.com">tatimidiausp@gmail.com</a><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pesquisadoras do GPublic lançam livro sobre sistema público de saúde brasileiro</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/pesquisadoras-do-gpublic-lancam-livro-sobre-sistema-publico-de-saude-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 15:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Souza Passador]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Economia Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto]]></category>
		<category><![CDATA[FEARP]]></category>
		<category><![CDATA[GPublic]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Lilian Ribeiro de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
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					<description><![CDATA[A obra discute a necessidade de reformulação e ampliação dos processos avaliativos desempenhados pelo sistema público de saúde brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de ser lançado o livro eletrônico <em>&#8220;Saúde pública no Brasil: Avaliações e dilemas&#8221;</em> (Novas edições Acadêmicas), das autoras Lilian Ribeiro de Oliveira, doutoranda do programa de pós-graduação em Administração das Organizações e da professora Cláudia Souza Passador, ambas da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP e pesquisadoras do Centro de Estudos Contemporâneos (GPublic) da USP.</p>
<p>A obra discute a necessidade de reformulação e ampliação dos processos avaliativos desempenhados pelo sistema público de saúde brasileiro como forma de assegurar qualidade, acesso e efetividade do serviço público, com o alcance de novos patamares das condições de saúde da população. As autoras esperam que os resultados sirvam para auxiliar na execução de novas medidas e planos que busquem a adequação e o desenvolvimento de novas políticas públicas e modelos avaliativos.</p>
<p>Parte do livro recebeu o prêmio de melhor trabalho no VI Encontro Nacional de Administração Pública e Governança da ANPAD (EnAPG), com o artigo:<em> Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS): Proposta de um Modelo de Avaliação de Custo-efetividade</em>, elaborado pelas autoras. <em>Saúde pública no Brasil: Avaliações</em> <em>e dilemas</em> pode ser adquirido pelo site <a href="https://www.morebooks.de/store/pt/book/sa%C3%BAde-p%C3%BAblica-no-brasil/isbn/978-3-639-83339-3" target="_blank">More Books</a>.</p>
<p><strong>Mais informações: email lilianroliveira88@gmail.com; cspassador@gmail.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Retina poderá ser reparada com polímero usado em placa solar</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/tecnologia-2/retina-podera-ser-reparada-com-polimero-usado-em-placa-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 17:35:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IFSC]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Física de São Carlos]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Materials Chemistry B]]></category>
		<category><![CDATA[Polímero politiofeno]]></category>
		<category><![CDATA[Politecnico Milano]]></category>
		<category><![CDATA[Retina]]></category>
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					<description><![CDATA[Politiofeno poderá ser colocado no globo ocular para recuperar a sensibilidade à luz da retina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP demonstra que o polímero politiofeno, normalmente utilizado em células solares orgânicas para absorver luz, é um forte candidato para realizar a recuperação da sensibilidade à luz da retina. Esta região do globo ocular é responsável por captar as imagens e transmiti-las ao nosso cérebro através de moléculas que absorvem luz e transferem carga elétrica aos neurônios. O objetivo do trabalho é desenvolver um filme polimérico bastante fino e flexível, depositado sobre um substrato de seda (biocompatível), de modo que possa substituir a camada fotossensora da retina.</p>
<p>O estudo é realizado pelo professor Paulo Barbeitas Miranda, do Grupo de Polímeros “Prof. Bernhard Gross” do IFSC, em parceria com pesquisadores do Politecnico Milano, uma instituição de ensino superior sediada em Milão, na Itália. Liderados pelo professor Guglielmo Lanzani, eles estudaram o comportamento do politiofeno em contato com a água e, posteriormente, com o soro fisiológico (simulando o ambiente biológico), ao absorver a luz de um laser verde e excitar neurônios de ratos.</p>
<p>De acordo com Miranda, que orientou o doutorando Sebastiano Bellani (Politecnico Milano) em uma fase posterior do projeto que visava entender a orientação das moléculas de politiofeno em contato com a água, tal etapa permitiu concluir que, quando interagem com ambas as soluções aquosas, esses polímeros ficam inclinados. “A orientação que os polímeros adotam é importante, porque por vezes ela pode desfavorecer o processo de transferência de carga elétrica”, explica Miranda, acrescentando que, neste caso, a inclinação dos polímeros é favorável à transferência.</p>
<h2>Aplicação</h2>
<p>Alguns testes já têm sido executados com sucesso em animais, contudo, a aplicação deste trabalho só poderá ser utilizada por médicos apenas daqui a alguns anos. A parceria teve início no segundo semestre de 2013, quando Bellani ingressou no IFSC através de um dos programas de internacionalização.</p>
<p>Todos os experimentos desta etapa do trabalho foram realizados nos laboratórios do Instituto, com a técnica de espectroscopia por geração de soma de frequências, enquanto os pesquisadores italianos executaram análises computacionais para compará-las com os resultados experimentais. Em breve, o professor do IFSC deverá ir à instituição italiana, onde analisará a transferência de carga do polímero para a água, por intermédio de pulsos de luz ultracurtos (na escala de 100 femtosegundos – menos que um quadrilionésimo de segundo), uma vez que os pesquisadores ainda não sabem como e quão rapidamente esse campo elétrico que excita os neurônios é formado.</p>
<p>Junto com os especialistas do Politecnico Milano, Miranda também deverá medir diretamente o campo elétrico gerado pela absorção da luz na interface com a água, buscando uma compreensão ainda maior sobre como esses polímeros deverão atuar no globo ocular. Em junho último, um <a href="http://pubs.rsc.org/en/Content/ArticleLanding/2015/TB/C5TB00388A#!divAbstract" target="_blank">artigo</a> sobre esta pesquisa foi publicado no Journal of Materials Chemistry B.</p>
<p><em>Da Assessoria de Comunicação do IFSC</em></p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3373-9770</strong></p>
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		<item>
		<title>Projeto de gaseificação desenvolvido na Poli transforma lixo em energia</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/meio-ambiente/projeto-de-gaseificacao-desenvolvido-na-poli-transforma-lixo-em-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 17:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[CDR]]></category>
		<category><![CDATA[Energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Politécnica]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Infiesta]]></category>
		<category><![CDATA[Poli]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Civap]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Suani Teixeira Coelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo de negócio deverá ser desenvolvido por um consórcio de 22 municípios do interior de SP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Escola Politécnica (Poli) da USP, trabalho do pesquisador Luciano Infiesta analisou e desenvolveu um modelo de negócios para um projeto de gaseificação que utiliza resíduos sólidos urbanos. O gás produzido será usado em caldeiras para geração de vapor, o qual irá movimentar turbinas ligadas a geradores de energia elétrica. A iniciativa será realizada por um consórcio de 22 municípios do Vale do Paranapanema (interior de São Paulo). O estudo é descrito em monografia apresentada ao curso de especialização em Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética do Programa de Educação Continuada (PECE) da Poli.</p>
<p>O Projeto Civap, realizado em parceria com a empresa Carbogas, na qual Infiesta trabalha como diretor técnico, prevê o recebimento do lixo recolhido pela prefeitura dessas cidades para uma planta de gaseificação que a empresa está construindo na região. Esse lixo será processado e transformado em CDR – combustível derivado de resíduo e posteriormente gaseificado. O gás produzido servirá como combustível para geração de energia, a ser comercializada e inserida no sistema interligado de energia elétrica brasileiro. A pesquisa foi orientada pela professora Suani Teixeira Coelho, do PECE.</p>
<p>Gaseificadores são reatores capazes de transformar um resíduo sólido em um gás combustível, por meio de várias reações termoquímicas. Há vários tipos. No Projeto Civap, serão usados os gaseificadores de leito fluidizado circulante, no qual o ar atmosférico contendo oxigênio é insuflado por baixo da tela da câmara de combustão e o insumo a ser gaseificado (resíduo, biomassa, carvão, etc) é inserido por um sistema de válvulas e rosca-sem-fim na região superior a da entrada de ar. Esta mistura de combustível e areia presente no leito fica em suspensão dentro do equipamento lembrando, assim, um fluido.</p>
<p>“O diferencial da tecnologia do Projeto Civap é seu tamanho. É uma planta de pequeno porte que pode ser utilizada para gaseificar o lixo produzido nas pequenas cidades, atendendo a Política Nacional de Resíduos Sólidos e gerando energia”, destaca a professora Suani. De acordo com os dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o Brasil possui 1.569 lixões, 1.775 aterros controlados (adaptados) e 2.226 aterros sanitários.</p>
<h2>Destinação do lixo</h2>
<p>Atualmente, a solução tecnológica empregada para resolver a destinação final do lixo urbano nos países desenvolvidos é gerar energia por meio do processo de incineração. Contudo, esta é uma tecnologia cara; e também necessita de uma quantidade muito grande de lixo, na faixa de 1 mil a 1,2 mil toneladas por dia, para ser incinerado e produzir energia em um volume mínimo que compense seus custos. Como exemplo, Suani cita um projeto modelo de incineração foi implantado em Lisboa (Portugal), que teve metade de seu valor financiado a fundo perdido pela União Europeia. “A planta de Lisboa utiliza lixo produzido na própria cidade e em mais nove municípios.”</p>
<p>O grande desafio atendido pelo gaseificador desenvolvido no âmbito do Civap está relacionado ao modelo de negócios elaborado para a tecnologia. “No Brasil, temos uma política que obriga as cidades a encontrarem uma solução que não seja o aterro e a eliminarem os lixões”, explica a professora Suani. “Ao mesmo tempo, 73% dos nossos municípios têm até 20 mil habitantes e não geram lixo em quantidade suficiente para ser usado em incineração para gerar energia”. Pela parceria, os 22 municípios vão vender o lixo, que antes depositariam em valas que já estão com capacidade esgotada, para a Carbogas, resolvendo assim o problema da destinação dos resíduos e não tendo de enfrentar custos elevados com a alternativa da incineração.</p>
<p>Ao chegar na planta de gaseificação, o lixo passa pela unidade de recepção e produção do chamado combustível derivado de resíduo (CDR). Com duas toneladas de lixo, é possível produzir 1,1 tonelada de CDR. Há um processo de separação dos elementos do lixo que não podem ser gaseificados, como metais, alumínio, cobre. O lixo que pode ser gaseificado é separado, triturado, seco e prensado, gerando, assim, o CDR, que irá para a unidade de gaseificação. O gás aqui produzido será direcionado para caldeiras para geração de vapor que, por sua vez, será direcionado a uma turbina a vapor, ligada ao gerador que produzirá a energia elétrica.</p>
<p>A planta terá potência instalada de oito megawatts. Para produzir essa quantidade de energia, ela requer 450 toneladas de lixo por dia. O terreno já foi adquirido pela empresa e as obras iniciadas. “Podemos produzir energia suficiente para a iluminação pública de uma cidade com 10 mil habitantes ou para atender 7,2 mil casas e 28 mil pessoas”, afirma Roberto Infiesta Júnior, fundador e dono da Carbogas. A empresa espera colocar a unidade de gaseificação do Vale do Paranapanema em operação no final de 2016.</p>
<p>O curso de especialização em Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética é coordenado pelo professor doutor José Simões Moreira, e integra o Programa de Educação Continuada (PECE) da Poli. A professora Suani também atua no Programa de Pós-Graduação em Energia (PPGE) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP e do Programa Integrado de Pós-Graduação (PIPG) em Bioenergia (USP/Unicamp/Unesp), sendo também coordenadora do Grupo de Pesquisa em Bioenergia (GBIO), antigo Cenbio.</p>
<p><em>Da Acadêmica Agência de Comunicação</em></p>
<p><strong>Mais informações: (11) 5081-5237 / (11) 5549-1863; email <a href="mailto:erika@academica.jor.br">erika@academica.jor.br</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Alunos com tendência antissocial buscam segurança na escola</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/comportamento/alunos-com-tendencia-antissocial-buscam-seguranca-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 17:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela Oyama]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Woods Winnicott]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[IP]]></category>
		<category><![CDATA[Tendência antissocial]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo do Instituto de Psicologia observou e traçou a interação de crianças antissociais com ambiente escolar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa do Instituto de Psicologia (IP) da USP acompanhou durante um ano alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental de uma escola do interior paulista. O objetivo foi conhecer a dinâmica do comportamento antissocial numa instituição de ensino e a relação estabelecida entre esses alunos e membros do colégio, especialmente professores.</p>
<p>Em seu estudo de doutorado, a pedagoga Daniela Oyama utilizou como referência os conceitos do psicanalista Donald Woods Winnicott para traçar o perfil do comportamento antissocial dessas crianças, com o objetivo de possibilitar que a escola pudesse oferecer um ambiente mais favorecedor ao seu desenvolvimento. A pesquisa Comportamento antissocial na escola: Um estudo a partir da teoria de D. W. Winnicott foi orientada pela professora Maria Lucia Toledo Moraes Amiralian.</p>
<p>“Fiz o mestrado na Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp) e, durante a pesquisa na escola, me chamou a atenção a questão da violência dentro do ambiente escolar”, revela Daniela. Segundo a pesquisadora, os professores relatavam a violência presente no dia a dia da escola – agressões de alunos contra alunos, professores e funcionários – e fora dela, em seu convívio familiar. “Muitos dos professores, inclusive, também demonstravam medo de alguns pais de alunos”, relata.</p>
<h2>Tendência antissocial</h2>
<p>Segundo Daniela, o comportamento antissocial é a manifestação clínica da tendência antissocial. Ela explica que, de acordo com Winnicott, a tendência antissocial pode ser uma dificuldade inerente ao desenvolvimento emocional. As manifestações clínicas da tendência antissocial variam desde a gula até perversões, delinquência e, no extremo, a psicopatia. Muitas de suas manifestações nos estágios iniciais são tratadas com êxito pelos próprios pais.</p>
<p>Há sempre duas direções na tendência antissocial, mas uma delas pode ser predominante à outra: uma é tipicamente representada pelo furto associado à mentira e a outra, pela destrutividade. “Para Winnicott, na origem da tendência antissocial há uma ‘deprivação’ sofrida pela criança, a qual se refere à perda de um ambiente bom após uma boa experiência inicial, a perda de uma pessoa amada ou de um ambiente seguro.”</p>
<p>A pesquisadora relata que a criança deixa de se sentir livre e sua vida instintual torna-se inibida ou dissociada dos cuidados oferecidos a ela. Contudo, caso haja alguma chance de se encontrar novamente o ambiente seguro perdido, a criança passará a testar a confiabilidade do ambiente por meio de seu comportamento antissocial. “Portanto, seu comportamento é um sinal de esperança, um pedido de ajuda da criança”, completa.</p>
<p>Crianças deprivadas são inquietas e incapazes de brincar. A tendência antissocial pode ser uma dificuldade inerente ao desenvolvimento emocional e por isso suas manifestações podem estar presentes na escola. Daniela aponta que a escola pode minimizar tais comportamentos, mas precisa compreender sua origem e o pedido de ajuda da criança. Ela explica que, se o ambiente for estável, forte e seguro o suficiente, a criança poderá experimentar novamente seus impulsos, especialmente os agressivos.</p>
<h2>Observação</h2>
<p>Na pesquisa, a metodologia utilizada foi a clínico-qualitativa. Para realizar a pesquisa, durante um ano letivo, Daniela observou intervalos e aulas, verificou registros no Livro de Ocorrências de Alunos da escola e participou passivamente de reuniões de Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC). Além disso, a pesquisadora realizou entrevistas individuais e conversas informais com direção, professores, funcionários e pais ou responsáveis de alunos, fazendo encontros semanais com três alunos indicados pela escola os quais aparentavam ter comportamento antissocial.</p>
<p>O estudo permitiu à pesquisadora descrever a forma como um típico aluno com tendência antissocial cobrava que o ambiente suportasse seus impulsos agressivos e como estabelecia a relação com os adultos na escola, assim como a mudança em seu comportamento durante o ano, apesar de algumas pessoas não a notarem. Daniela conseguiu observar a melhora de outros alunos acompanhados na pesquisa e constatar como um bom ambiente proporcionado por seus professores pode gerar mudanças no comportamento dos alunos e, possibilitando que eles retomassem seu processo de desenvolvimento emocional.</p>
<p>“Instituições como a escola têm a chance de ajudar um aluno com tendência antissocial por meio do manejo do ambiente. A escola, como instituição, poderia proporcionar aos professores um espaço de aprofundamento e discussão sobre a teoria e sobre as dificuldades que eles enfrentam no relacionamento com seus alunos.”, completa. Daniela ressalva a importância de conversar e ouvir esses profissionais, acolher suas angústias e ajudá-los em suas dificuldades.</p>
<p><em>Marília Fuller / Agência USP de Notícias</em></p>
<p><strong>Mais informações: email dani_oyama@yahoo.com.br</strong></p>
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		<title>Treino pliométrico melhora desempenho em corredores de 10 km</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/esportes-e-atividades-fisicas-usp-cursos-e-atividades-de-ensino-usp/treino-pliometrico-melhora-desempenho-em-corredores-de-10-km/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 16:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Congress of European College of Sport Science]]></category>
		<category><![CDATA[EEFE]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Educação Física e Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Capes]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento Pliométrico]]></category>
		<category><![CDATA[Young Investigator Award Travel Grant]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo realizado na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP demonstra que o treinamento pliométrico — com diferentes tipos de saltos — não altera a estratégia de prova utilizada, mas melhora o desempenho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo realizado na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP demonstra que o treinamento pliométrico — com diferentes tipos de saltos — não altera a estratégia de prova utilizada, mas melhora o desempenho de corredores em provas de 10 quilômetros (km). O trabalho, intitulado <em>Efeito da economia de corrida sobre a estratégia de prova utilizada durante uma corrida de 10 km</em>, foi realizado por Everton Crivoi do Carmo, entre os anos de 2010 a 2014.</p>
<p>Participaram do estudo 34 corredores do sexo masculino, todos com experiência na prova de 10 km e com capacidade de completá-la em menos de 45 minutos. Os voluntários foram divididos em dois grupos. Durante oito semanas, metade serviu de grupo controle, mantendo sua rotina de treinamento, enquanto a outra metade adicionou à sua rotina o treinamento pliométrico duas vezes por semana no Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp).</p>
<p>Oito tipos de saltos foram aplicados nos corredores do último grupo: agachamento com salto, salto com afundo, saltos em progressão, saltos em progressão pernas alternadas, saltos em progressão com uma perna, saltos em profundidade, saltos sobre obstáculo e saltos sobre obstáculo com uma perna. Além disso, antes de cada sessão foi realizado aquecimento geral e específico para este tipo de treino.</p>
<h2>Economia de corrida</h2>
<p>Após as oito semanas, o pesquisador atestou que a aplicação do treinamento pliométrico melhorou a economia de corrida dos participantes, que representa a capacidade de correr em determinada velocidade com menor consumo de oxigênio. A economia de corrida tem sido atribuída como parte importante do sucesso de corredores africanos em provas de média e longa duração, por exemplo.</p>
<p>Segundo o pesquisador, o efeito benéfico do treinamento pliométrico sobre a economia de corrida pode ter ocorrido devido à melhora na capacidade dos atletas em utilizar a energia elástica potencial acumulada em músculos e tendões durante a fase de contato com o solo e utilizá-la como energia mecânica durante a fase concêntrica da corrida, quando há contração do músculo. Esse efeito é denominado ciclo alongamento-encurtamento.</p>
<p>A economia de corrida tem relação com a estratégia de prova utilizada pelo competidor, ou seja, os ajustes de velocidade realizados durante a corrida para terminar a prova no melhor tempo possível sem se fadigar prematuramente. Em geral, o atleta inicia a corrida com uma velocidade acima da média da competição para logo em seguida diminuir esse ritmo até os metros finais, quando aumenta novamente a velocidade.</p>
<p>A melhora da economia de corrida não alterou o padrão de estratégia de prova utilizada pelos atletas, mas ocasionou em maior velocidade dos corredores na segunda metade da prova (dos 5.200 metros (m) aos 9.600 m), aumentando seu desempenho em 1,6%.</p>
<p>A tese de doutorado defendida em 2014, sob orientação do professor Valmor Tricoli, recebeu <em>Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2015</em>. O estudo obteve apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e da Capes. Em 2011, recebeu apoio financeiro do CNPq, Edital MCT/CNPq N 14/2011 Universal. Em 2012, Crivoi obteve o <em>Young Investigator Award Travel Grant</em> para apresentar seu estudo no <em>17th Congress of European College of Sport Science</em>, em Bruges (Bélgica).</p>
<p><em>Com informações da Seção de Relações Institucionais e Comunicação da EEFE</em></p>
<p><strong>Mais informações:</strong> <strong>email</strong> <strong>evertoncrivoi@usp.br</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Sistema inteligente de irrigação ajudará pequenos produtores</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/meio-ambiente/sistema-inteligente-de-irrigacao-ajudara-pequenos-produtores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 20:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Best Climate Practices]]></category>
		<category><![CDATA[Cidade Universitária]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade USP]]></category>
		<category><![CDATA[Cultive]]></category>
		<category><![CDATA[ICMC]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Ciências Matemáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[Chamado Cultive, o sistema é capaz de determinar quando e quanto regar uma planta. Um sensor detecta se o solo está seco e aciona a válvula de água, que irriga a planta por um curto período de tempo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos do Instituto de Ciências Matemáticas (ICMC) da USP criaram um sistema eficiente e inteligente de irrigação para pequenos produtores rurais. A iniciativa ganhou o mundo e está entre 45 projetos selecionados para participar de um concurso mundial de melhores práticas relacionadas à economia de água na produção de alimentos: o <a href="http://www.bestclimatepractices.org/practices/cultive/" target="_blank">Best Climate Practices</a>.</p>
<p>Chamado Cultive, o sistema é capaz de determinar quando e quanto regar uma planta. Um sensor detecta se o solo está seco e aciona a válvula de água, que irriga a planta por um curto período de tempo. Depois de três horas, o sensor detecta novamente a umidade para verificar se é preciso uma nova irrigação. Conectado à internet e aos serviços de previsão do tempo, a irrigação é interrompida caso vá chover.</p>
<p>“Não é um sensor eletrônico, ele é feito de plástico e funciona com um simples conceito da física: a tangente do ângulo formado entre as partes do sensor é capaz de medir a tensão superficial da água no solo”, explica Fabiana Avellar, fundadora do projeto. Ela relata que os sistemas tradicionais de irrigação disponíveis no mercado não consideram as condições climáticas nem a situação do solo logo abaixo da superfície, o que leva a um consumo de água maior do que o realmente necessário. Outra vantagem do Cultive é que a comunicação entre o sensor e a válvula é feita pode meio de uma rede própria, não requer internet e funciona com energia solar.</p>
<h2><strong>Tecnologia simples</strong></h2>
<p>“Os pequenos produtores são responsáveis por 70% de todos os alimentos produzidos no Brasil. Eles não têm acesso a ferramentas tecnológicas nem automação. Nosso sistema é construído com uma tecnologia simples e funciona automaticamente, não demandando que o produtor precise interagir com uma interface complicada”, ressalta Fabiana.</p>
<p>O projeto foi selecionado entre outras iniciativas de todo mundo. Nesse pequeno universo, há apenas mais dois projetos brasileiros, um de São Paulo e um do Paraná. A segunda fase de seleção do concurso termina nesta sexta-feira, 18 de setembro, e os internautas podem votar nos projetos que julgarem mais relevantes. Para votar, basta acessar o site do Best Climate Practices. O vencedor do concurso ganhará 10 mil euros para terminar o desenvolvimento do projeto e colocar o produto no mercado.</p>
<p>O grupo estima que sejam necessários 30 mil euros para colocar a primeira versão do produto no mercado, considerando-se a necessidade de realizar mais testes e refinar o design do produto e dos materiais utilizados. Mas para produzi-lo e distribui-lo em larga escala, a estimativa é de sejam necessários 150 mil euros. Se obtiverem os 10 mil do prêmio, o grupo pretende lançar a primeira versão e buscar mais fundos via investimento ou crowdfunding.</p>
<p>Os três alunos do ICMC que participam do projeto são Augusto Lázaro, Bruno de Lemos e Caio Flores, todos cursando Sistemas de Informação. Há também o ex-aluno Pedro Euko, que se formou em Ciências de Computação. Em março, a equipe de empreendedores apresentou seu projeto durante o <a href="http://www.icmc.usp.br/Portal/Noticias/leituraNoticias.php?tipoNoticia=Eventos&amp;id_noticia=680" target="_blank">Arduino Day</a>, realizado no ICMC.</p>
<p><em>Da Assessoria de Comunicação do ICMC</em></p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3373.9666</strong></p>
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