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	<title>SUS &#8211; USP &#8211; Universidade de São Paulo</title>
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	<description>Universidade pública, autarquia ligada à Secretaria de Estado de Ensino Superior de São Paulo</description>
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		<title>Políticas públicas também tratam a saúde como mercadoria</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/politicas-publicas-tambem-tratam-a-saude-como-mercadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 15:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[FFCLRP]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
		<category><![CDATA[Participação social]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa aponta que problemas enfrentados no SUS estão relacionados a políticas públicas que tratam a saúde como mercadoria ou negócio. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os problemas enfrentados pela população com o Sistema Único de Saúde (SUS) vão além daqueles rotineiramente apontados, como sendo o resultado da combinação entre a precariedade do financiamento com os desmandos administrativos.</p>
<p>Após ampla avaliação do SUS, com coleta de dados e entrevistas com secretários e conselheiros municipais de saúde e usuários, distribuídos em nove municípios da Macrorregião do Triângulo Sul do Estado de Minas Gerais, o enfermeiro Edward Meirelles de Oliveira, autor do estudo, é enfático em afirmar que o principal interesse das políticas públicas de saúde no Brasil é o lucro, ou seja, a saúde como mercadoria ou negócio. E que os gestores nos diversos níveis e a própria população não entendem a saúde como direito humano à vida. “Os problemas do SUS se originam da contradição e tensão entre a percepção de saúde como direito universal e de sua exploração como mercadoria, presentes na sociedade atual”, resume.</p>
<h3><strong>Saúde à venda</strong></h3>
<p>Segundo o pesquisador, a predominância da ideia de saúde como mercadoria reduz o direito à saúde, principalmente para as famílias de baixa renda, pois o interesse não está na saúde da população e sim no lucro. “Quem já precisou recorrer a algum serviço privado de saúde, provavelmente se assustou com o valor a ser desembolsado e sabe o quanto caro é a saúde enquanto mercadoria”, diz o enfermeiro.</p>
<p>A transformação da saúde brasileira em mercadoria faz com que qualquer bem de consumo, por exemplo, produtos alimentícios, medicamentos, produtos de beleza, aparecerem como propiciadores de saúde. “A reificação da saúde ocorre pela ‘compreensão’ de que uma ‘coisa’ concreta, seja ela qual for, se adquirida no mercado, é como se estivéssemos adquirindo saúde, sem necessidade de uma alimentação saudável, atividade física diária, boas noites de sono, estudo”, conta o pesquisador.  ”Isso faz com que as pessoas deixem de reconhecer o direito à saúde como processo sócio-histórico, reconhecendo-o apenas como um elemento de negócio.”</p>
<p>Para Oliveira, este fato causa uma profunda modificação de valores que, na prática, enfraquecem o conceito de direito à saúde e de defesa do SUS, como único sistema que pode garantir a saúde de todos. “A saúde como mercadoria é um direito de consumidor, tem quem pode pagar, o interesse é individual. Já a saúde reconhecida como premissa existencial humana é direito de todos, o interesse é coletivo e somente nesta percepção as pessoas se mobilizarão contra a desestruturação do SUS”, afirma.</p>
<h3><strong>Participação social</strong></h3>
<p>Focar os sujeitos como interesse fundamental das políticas públicas, fará com que aumente a participação social nos processos relacionados a saúde e, consequentemente, diminua a influência do complexo médico-empresarial na elaboração e produção das práticas de saúde. “É preciso pensar em ações de fortalecimento do poder popular, o que implica a incorporação dos espaços de lutas já existentes e a construção de outros espaços coletivos, em um cenário onde os sujeitos possam construir a própria identidade a partir de suas necessidades e desejos coletivos”, afirma.</p>
<p>Segundo Oliveira, existem outras pesquisas com este tema e todos convergem para um único ponto. “Não se pode perder de vista o fato sócio-histórico primordial de que vivemos em uma sociedade capitalista, produtora de mercadorias, consumo e desigualdade social, e que precisa ser superada”.</p>
<p>A tese de doutorado <em>Sistema Único de Saúde (SUS): contradições determinadas pelo desenvolvimento das forças produtivas da sociedade</em> foi defendida em setembro, sob orientação do professor Marco Antonio de Castro Figueiredo, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP.</p>
<p><em>Gabriela Vilas Boas / Assessoria de Imprensa da FFCLRP</em></p>
<p><strong>Mais informações: email <a href="mailto:edmeirelles2010@gmail.com" target="_blank">edmeirelles2010@gmail.com</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Estudo sobre tratamento da artrite reumatoide é premiado em concurso do Ministério da Saúde</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/estudo-sobre-tratamento-da-artrite-reumatoide-e-premiado-em-concurso-do-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 17:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Artrite]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
		<category><![CDATA[doenças inflamatórias]]></category>
		<category><![CDATA[FMRP]]></category>
		<category><![CDATA[Metotrexato]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[O objetivo do concurso era premiar o trabalho científico acadêmico com maior impacto para o atendimento do SUS. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo desenvolvido em laboratórios ligados ao Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USPacaba de ganhar um concurso nacional promovido pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>O objetivo do concurso era premiar o trabalho científico acadêmico com maior impacto para o atendimento do SUS e o escolhido foi o estudo do pesquisador Raphael Sanches Peres. O pesquisador encontrou resposta para os 40 a 50% dos pacientes com artrite reumatóide que não respondiam ao tratamento com Metotrexato (primeiro e mais recomendado medicamento para a doença).</p>
<p>&#8220;Expressão reduzida de CD39 em células T reguladoras (Tregs) como biomarcador de resposta ao tratamento com Metotrexato na artrite reumatoide&#8221;, título do trabalho publicado por Peres e equipe do CRID em revista científica internacional de prestígio no meio acadêmico, também causou grande impacto sobre os tratamentos clínicos, já que trouxe, juntamente com os achados científicos, um kit diagnóstico para identificar os pacientes que necessitam de tratamento diferenciado.</p>
<p>A entrega do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS – 2015 foi realizada dia 12 de novembro, em Brasília.</p>
<p><strong>Mais informações sobre o estudo no <a href="http://www.ribeirao.usp.br/?p=1261" target="_blank">portal da USP Ribeirão Preto</a>.</strong></p>
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		<title>Terapia com luz laser trata periodontite agressiva</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/terapia-com-luz-laser-trata-periodontite-agressiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2015 12:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[FORP]]></category>
		<category><![CDATA[Laser]]></category>
		<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontia]]></category>
		<category><![CDATA[Periodontite Agressiva]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia fotodinâmica]]></category>
		<category><![CDATA[TFDa]]></category>
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					<description><![CDATA[A periodontite é uma inflamação crônica na gengiva causada por bactérias e promove perda dos tecidos de suporte dos dentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doença comum entre os adultos, principalmente os mais idosos, a periodontite (um possível agravamento da gengivite) nem sempre é controlada pelas técnicas odontológicas tradicionais. A periodontite é caracterizada por uma inflamação crônica na gengiva, causada por bactérias, sendo sua forma agressiva (PA) a mais preocupante, uma vez que promove rápida perda dos tecidos de suporte dos dentes. Foi exatamente para esses casos que os pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP) da USP testaram e comprovaram a eficácia da Terapia Fotodinâmica antimicrobiana (TFDa).</p>
<p>Utilizando fonte de luz laser de baixa intensidade, equipamento já utilizado em consultórios dentários, e um corante fotossensível, aplicados nos locais das lesões, os especialistas conseguiram “reduzir as bactérias ‘vilãs’ causadoras da PA”. Orientado por Michel Reis Messora, professor associado do Departamento de Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial e Periodontia da FORP, o dentista André Luis Gomes Moreira, estudou os efeitos da TFDa em 20 pacientes com PA generalizada, sendo todos eles atendidos na Clínica de Pós-Graduação em Periodontia da FORP, por meio de convênio com o Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Como a PA acomete pessoas mais jovens, foram escolhidos pacientes com menos de 35 anos de idade e que não apresentavam outra doença além da PA. Cada um deles passou por dois tratamentos: um lado da boca recebeu apenas raspagem e alisamento radicular (RAR) — técnica manual, utilizada pelos dentistas, para a retirada de tártaros e placa bacteriana da gengiva, dos dentes e suas raízes; e o outro lado da boca recebeu RAR associada a múltiplas aplicações da TFDa.</p>
<p>O estudo acompanhou cada um dos 20 pacientes durante três meses, submetendo-os a diferentes períodos de avaliação. Ocasiões em que realizaram exames clínicos, imunológicos e microbiológicos, com coleta de material para as análises em laboratório. Os resultados deixaram os especialistas satisfeitos, uma vez que os dentes tratados com RAR e TFDa apresentaram resultados animadores quando comparados àqueles tratados somente com a RAR.</p>
<h2>Melhoras significativas</h2>
<p>“Notamos melhora significativa nos parâmetros clínicos periodontais, bem como nos parâmetros imunoinflamatórios, observando-se a redução de citocinas pró-inflamatórias e a elevação de citocinas anti-inflamatórias”, comemora o dentista. As citocinas, conta ele, são proteínas envolvidas no processo de resposta do organismo às agressões causadas por bactérias. Em “nosso estudo, a TFDa reduziu a inflamação dos tecidos periodontais”. Além disso, “reduziu também, de modo eficaz, as bactérias vilãs nos quadros de Periodontite Agressiva”.</p>
<p>Este é um estudo pioneiro que avaliou de forma completa os efeitos de aplicações múltiplas da TFDa, associada à RAR, no tratamento da PA, por meio de “parâmetros clínicos periodontais, imunológicos e microbiológicos”, assegura o pesquisador. Nos exames clínicos dos pacientes, “a quantificação da destruição dos tecidos periodontais foi realizada por meio de sondagem automatizada”. Para o exame microbiológico, utilizaram o Checkerboard DNA-DNA Hybridization, técnica que permite quantificar até 40 bactérias que compõem os distintos complexos microbianos existentes na boca.</p>
<p>Já para o exame imunológico, escolheram o Multiplex, técnica capaz de identificar “múltiplas citocinas inflamatórias presentes em um único momento de uma forma bastante precisa e segura”, garante Moreira. Todos estes exames, continua ele, “foram importantes para esclarecer como a TFDa atuou nos pacientes com Periodontite Agressiva, seja reduzindo as bactérias associadas com a doença, bem como mudando o perfil de citocinas inflamatórias nos tecidos periodontais”.</p>
<p>Atualmente, a PA ainda é tratada com RAR associada a antibióticos administrados em doses e tempos diversos. Devido à possibilidade de efeitos colaterais e desenvolvimento de resistência bacteriana, as pesquisas no mundo inteiro buscam novos tratamentos alternativos. No caso dos estudos da FORP, a resposta veio com o uso da TFDa, um recurso que mostrou-se bastante promissor para auxiliar no tratamento da PA e substituir o uso de antibióticos.</p>
<p>Em relação à PA, os levantamentos de casos ao redor do mundo mostram que essa forma da doença é mais predominante na população africana e em seus descendentes, chegando a 5%. Apresenta menor número entre a população caucasiana europeia e norte-americana, com 0,5% e 0,2%, respectivamente. Já nos países da América do Sul, com grande diversidade racial, a prevalência varia de 0,3% a 2% da população. Os fatores de risco adquiridos ou ambientais — diabetes mellitus, fumo e estresse — ou geneticamente transmitidos também aumentam os casos severos de Periodontite e de pacientes que não respondem de forma satisfatória às técnicas convencionais de tratamento.</p>
<p>Os resultados da pesquisa de André Luis Gomes Moreira foram apresentados em sua dissertação de mestrado Efeitos clínicos, microbiológicos e imunológicos da terapia fotodinâmica antimicrobiana no tratamento não cirúrgico da periodontite agressiva: um estudo clínico do tipo boca-dividida, controlado, aleatorizado e duplo-cego. Realizada sob orientação do professor Michel Reis Messora, junto ao Programa de Pós-Graduação em Odontologia, área de Periodontia da FORP-USP, a pesquisa foi publicada no <a href="http://www.joponline.org/doi/pdfplus/10.1902/jop.2014.140392">Journal of Periodontology</a>, revista científica internacional de grande impacto na Periodontia.</p>
<p><em>Rita Stella/Serviço de Comunicação Social  da USP Ribeirão Preto</em></p>
<p><strong>Mais informações: email: almoreira21@yahoo.com.br</strong></p>
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		<title>Revista da Escola de Enfermagem lança nova edição</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/revista-da-escola-de-enfermagem-lanca-nova-edicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2015 20:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[EE]]></category>
		<category><![CDATA[Enfermaria]]></category>
		<category><![CDATA[Hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Revista de Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[A revista visa a produção e disseminação de conhecimentos na área de enfermagem. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista da Escola de Enfermagem (EE) da USP acaba de publicar sua nova edição (<a href="http://www.revistas.usp.br/reeusp/issue/view/7825">v. 49, n.4, 2015</a>).</p>
<p>A revista tem como missão fomentar a produção e a disseminação do conhecimento da Enfermagem e de áreas relacionadas, com artigos acadêmicos e revisões.</p>
<p>Entre os trabalhos publicados neste número estão &#8220;O cuidar da enfermeira na saúde da família: fragilidades e potencialidades no Sistema Único de Saúde&#8221;, de Simone Santana da Silva e Marluce Maria Araújo Assis, e &#8220;O enfermeiro no gerenciamento de materiais em hospitais de ensino&#8221;, de Priscila Conde Bogo, Elizabeth Bernardino, Valéria Castilho e Elaine Drehmer de Almeida Cruz.</p>
<p><b>Mais informações: site <a href="http://www.revistas.usp.br/reeusp">http://www.revistas.usp.br/reeusp</a>, email <a href="mailto:nursingscholar@usp.br">nursingscholar@usp.br</a></b></p>
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		<title>Pesquisadores aperfeiçoam análise de perfusão cerebral</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/pesquisadores-aperfeicoam-analise-de-perfusao-cerebral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 20:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ASL]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença cerebrovascular]]></category>
		<category><![CDATA[estenose carótida]]></category>
		<category><![CDATA[HCFMRP]]></category>
		<category><![CDATA[IFSC]]></category>
		<category><![CDATA[RM]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultados foram obtidos por imagens de Ressonância Magnética em pessoas sem doenças cerebrovasculares. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova implementação realizada em um equipamento de Imagens por Ressonância Magnética (RM) permitiu aperfeiçoar a análise de perfusão cerebral, que é o mecanismo pelo qual os nutrientes são transportados ao cérebro, através do fluxo sanguíneo. A técnica utilizada é a Arterial Spin Labeling (ASL), que utiliza imagens e é completamente não invasiva utilizada para medir a perfusão de sangue no cérebro.</p>
<p>A metodologia, introduzida por pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP, tem como objetivo final viabilizar a utilização da técnica ASL para a avaliação da perfusão em tecidos com tempo de trânsito arterial prolongado, condição típica em pacientes com doenças cerebrovasculares, em especial os que têm estenose de carótida, terceira doença cerebrovascular com maior índice de mortalidade, causada pelo acúmulo de placas de gorduras nas artérias carótidas — principais canais que transportam o sangue do coração ao cérebro.</p>
<p>A ASL é uma técnica que utiliza propriedades de água presente no sangue como traçador capaz de fornecer informações sobre o fluxo sanguíneo. Apesar de seu histórico de sucesso em diferentes aplicações, a técnica Arterial Spin Labeling ainda não é recomendada para aplicação em patologias específicas, como, por exemplo, naquelas que retardam o tempo de trânsito arterial em regiões específicas, como AVC e estenose de carótida, uma vez que o processo de irrigação do tecido cerebral, nesses pacientes, pode se apresentar mais lento, dificultando a detecção apropriada dessa distribuição e podendo também oferecer um diagnóstico falso. “O fluxo do sangue pode estar preservado, mas, se ele estiver atrasado, a técnica tradicional vai detectar o processo de forma errada”, explica o professor Fernando Paiva, pesquisador do IFSC responsável pelo desenvolvimento da técnica, derivada de uma pesquisa desenvolvida em parceria com o Hospital das Clínicas   (HC)  da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, e a empresa Philips, da América Latina.</p>
<p>Ao contrário das metodologias tradicionais baseadas em Arterial Spin Labeling comumente utilizadas, o novo método, cujo estudo é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), permite analisar o fluxo de sangue em diferentes intervalos de tempo, podendo se estender por períodos maiores que os possíveis atualmente. Isso ocorre pois o método proposto utiliza uma estratégia para minimizar o efeito da relaxação longitudinal no contraste ASL, o que normalmente compromete as medidas para fluxos mais lentos. Assim, é possível registrar todo o lento processo de irrigação, permitindo uma análise mais eficiente e acurada do fluxo sanguíneo, mesmo em pacientes com as referidas patologias. “Não temos como evitar a relaxação, mas conseguimos maximizar a qualidade das imagens adquiridas e viabilizar a técnica para aplicações, inclusive, em casos mais extremos”, diz Paiva.</p>
<p>Esses promissores resultados foram obtidos através de imagens por Ressonância Magnética em pessoas sem doenças cerebrovasculares. Agora, os pesquisadores do IFSC deverão realizar novos testes com pacientes que tenham diagnóstico confirmado de estenose da carótida, também no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. “Neste momento, estamos recrutando pacientes com estenose, porque precisamos de pessoas que tenham apenas esta doença, para garantirmos a eficácia da metodologia neste tipo de diagnóstico”, explica Paiva, cuja expectativa é que esta nova técnica seja validada já no próximo ano, quando deverá ser inicialmente utilizada em pacientes do Sistema Único de Saúde – SUS, no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. A unidade possui um ambulatório específico para o tratamento de doenças cerebrovasculares — grande parte dos pacientes atendidos neste setor sofre de estenose de carótida.</p>
<h2>Destaque internacional</h2>
<p>Os resultados preliminares deste estudo, que estão descritos na tese de mestrado do aluno André Monteiro Paschoal, do IFSC, foram apresentados durante o Organization for Human Brain Mapping- OHBM 2015, congresso sobre mapeamento cerebral que aconteceu em junho deste ano, em Honolulu, no Havaí (EUA), e que reuniu alguns dos maiores especialistas que atuam na referida área.</p>
<p><em>Rui Sintra / Assessoria de Comunicação do IFSC</em></p>
<p><strong>Mais informações: (16) 3373-9770</strong></p>
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		<item>
		<title>Escola de Enfermagem divulga edital de seleção para mestrado profissional</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/pesquisa-noticias/escola-de-enfermagem-divulga-edital-de-selecao-para-mestrado-profissional-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 19:58:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Atenção Primária]]></category>
		<category><![CDATA[EE]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[Mestrado]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[Candidatos ao Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Primária em Saúde no SUS devem se inscrever até dia 2 de outubro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 21 de setembro até 2 de outubro, a Escola de Enfermagem (EE) da USP estará com as inscrições abertas para o processo seletivo do Programa de Pós-Graduação &#8211; Mestrado Profissional em Enfermagem na Atenção Primária em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Poderão inscrever-se no processo seletivo enfermeiros e profissionais portadores de diploma de graduação das seguintes áreas de conhecimento: ciências da saúde, ciências humanas e ciências sociais, conforme tabela das Áreas de Conhecimento do CNPq.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas até as 17 horas do dia 2 de outubro pelo <a href="http://www.ee.usp.br/site/Index.php/paginas/mostrar/1563/2225/153" target="_blank">site da EE</a>. O valor da taxa de inscrição é de R$ 150,00. O edital do processo seletivo pode ser acessado <a href="http://www.ee.usp.br/site/dcms/app/webroot//uploads/arquivos/Edital_Processo_Seletivo_MP_1_semestre_2016.pdf">neste link</a>. O programa terá início do dia 1º de setembro de 2016.</p>
<p><strong>Mais informações: (11) 3061-7533, site <a href="http://goo.gl/18hrMh" target="_blank">http://goo.gl/18hrMh</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Ministro da Saúde participará de banca de doutorado na FSP</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/ministro-da-saude-participara-de-banca-de-doutorado-na-fsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 17:17:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Banca]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Doutorado]]></category>
		<category><![CDATA[FSP]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Bertol]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Tese]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesquisadora analisa as interações estabelecidas entre o campo da Saúde Coletiva e o Sistema Único de Saúde (SUS). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta-feira, 24 de julho, ocorrerá a defesa de tese de doutorado de Mariana Bertol Leal, intitulada <em>Saúde Coletiva e SUS: análise sobre as mútuas influências entre o campo e o sistema de saúde no Brasil</em>, orientada pela professora Laura Camargo Macruz Feuerwerker, do Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública  (FSP) da USP, no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da FSP.</p>
<p>Em seu trabalho, a doutoranda analisa as interações estabelecidas entre o campo da Saúde Coletiva e o Sistema Único de Saúde (SUS), apresentando os resultados obtidos a partir de uma cuidadosa revisão bibliográfica e discutindo ainda os aspectos políticos, ideológicos e intelectuais do tópico proposto. A autora da tese argumenta que ˜De maneira geral, pudemos notar que a agenda das políticas interfere na agenda das pesquisas, contudo, o que está sendo publicado não reflete o produto do que é produzido no campo e nem sempre dialoga com as necessidades do SUS˜, chamando atenção, por fim, para a necessidade de construir estratégias de investigação e formulação de novos conhecimentos.</p>
<p>A banca de defesa será composta pelo Ministro da Saúde, professor Ademar Arthur Chioro dos Reis  da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de São Paulo  (UNIFESP); professor Emerson Elias Merhy da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); professor Ruben Araujo de Mattos do Instituto de Medicina Social da  Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e pela professora Maria Cristina da Costa Marques do Departamento de Prática de Saúde Pública da FSP.</p>
<p>A defesa terá início às 14 horas, no Sala 12 da FSP (CEAP), 2° andar do prédio da Biblioteca, localizado na Av. Dr. Arnaldo, 715 &#8211; São Paulo &#8211; SP.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Professora da FSP debate efeitos da PEC 451 para o Sistema Único de Saúde (SUS)</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/sociedade/professora-da-fsp-debate-efeitos-da-pec-451-para-o-sistema-unico-de-saude-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência USP de Notícias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 20:57:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Convênio]]></category>
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		<category><![CDATA[Melhor e Mais Justo]]></category>
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		<category><![CDATA[PEC 451]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[A PEC 451 obriga os empregadores a garantirem a seus empregados um plano de assistência à saúde privado. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A professora Marília Louvison, docente do Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, participou de debate no programa <em>Melhor e Mais Justo</em> da TV dos Trabalhadores (TVT) sobre o tema &#8220;PEC 451 &#8211; Mais um atentado ao SUS” no último dia 9 de julho, às 22 horas.</p>
<p>A PEC 451, de 2014, cuja autoria é de Eduardo Cunha, obriga os empregadores a garantirem a seus empregados um plano de assistência à saúde privado. O debate envolveu as implicações da Proposta de Emenda à Constituição  (PEC)  para o SUS e a saúde pública.</p>
<p>O debate também teve a presença Ricardo Fernandes de Menezes, médico sanitarista de carreira da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo.</p>
<p>Com informações da Assessoria de Comunicação Institucional da FSP</p>
<p><strong>Mais informações: site <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VK9hyEqLVbQ" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=VK9hyEqLVbQ</a></strong></p>
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		<title>Centro de pesquisa da USP é pioneiro em transplante de medula óssea no tratamento de anemia falciforme</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/sus-inclui-transplante-de-medula-ossea-como-tratamento-para-anemia-falciforme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiza Caires]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 22:24:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[Transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Sickle_cells_960.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />Centro de Terapia Celular (CTC), sediado na USP, é pioneiro na realização do procedimento, tendo oferecido o tratamento experimentalmente para 26 pacientes, com alta taxa de cura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/Sickle_cells_960.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>No dia 19 de junho se comemorou o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença Falciforme, e o mês de julho começa com uma ótima notícia para portadores e familiares. O transplante de células-tronco hematopoieticas (TCTH), que já é feito para doenças como leucemia e linfoma, agora é uma possibilidade, via SUS, também para os casos graves da anemia falciforme &#8211; doença hereditária de maior ocorrência no Brasil.</p>
<figure id="attachment_94616" aria-describedby="caption-attachment-94616" style="width: 320px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/pesquisadora_320.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-94616" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/pesquisadora_320.jpg" alt="Foto: Marcos Santos" width="320" height="180" data-id="94616" /></a><figcaption id="caption-attachment-94616" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Santos</figcaption></figure>
<p>No país, o Centro de Terapia Celular (CTC), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da Fapesp, sediado na USP, é pioneiro na realização do procedimento, tendo oferecido o tratamento experimentalmente para 27 pacientes, com alta taxa de cura.</p>
<p>“O transplante já é aceito mundialmente há alguns anos, e desde 2009 temos solicitado ao Ministério da Saúde a sua liberação pelo SUS &#8211; até porque é o único tratamento com possibilidade de cura para a doença, com um índice de 95% de sucesso”, conta a hematologista Belinda Pinto Simões, pesquisadora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), membro da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) e do CTC.</p>
<p>Belinda avalia como fundamentais nas discussões que levaram o Governo a liberar o procedimento as pesquisas realizadas em Ribeirão Preto. Foram estudados diversos aspectos do transplante, que tem algumas particularidades no caso de portadores da anemia falciforme. Para aprimorar ainda mais o procedimento, os pesquisadores se concentram agora em questões como a recuperação imunológica dos transplantados, e a reversão de marcadores da doença nestes pacientes.</p>
<figure id="attachment_94615" aria-describedby="caption-attachment-94615" style="width: 263px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/hemocentro320.jpg"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-94615" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/hemocentro320-263x130.jpg" alt="Hemocentro de Ribeirão PretoFoto: Divulgação" width="263" height="130" data-id="94615" /></a><figcaption id="caption-attachment-94615" class="wp-caption-text">Hemocentro de Ribeirão Preto<br />Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Até agora, o tratamento da doença realizado no âmbito do SUS para controlar os sintomas consistia no uso de um agente quimioterápico, a hidroxiureia, além de transfusões de sangue, o que pode causar uma sobrecarga de ferro no organismo. “Com o transplante, as células doentes são substituídas, evitando expor o paciente aos riscos de transfusões contínuas”, explica Belinda, destacando ainda que o custo em longo prazo para o SUS acaba sendo maior do que o do transplante.</p>
<figure id="attachment_94614" aria-describedby="caption-attachment-94614" style="width: 250px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/hemacias_250.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-94614 size-full" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/hemacias_250.jpg" alt="" width="250" height="282" data-id="94614" /></a><figcaption id="caption-attachment-94614" class="wp-caption-text">Hemácias normais e falciformes, em imagem de microscópio colorizada <br />Foto: OpenStax College / Wikipedia</figcaption></figure>
<p>&#8220;Temos o caso de um paciente de 38 anos que a cada 15 dias fazia esse procedimento, não trabalhava e não pagava impostos. Depois do transplante, ele conseguiu estudar, tem um emprego e não custa mais nada para o governo”, relata a médica.</p>
<p>A portaria determina que serão indicados ao transplante os casos mais graves, como pacientes com lesão cerebral ou risco de ter devido à doença, ou quem sofra com constantes crises de priapismo (ereções prolongadas e dolorosas), por exemplo. A previsão é de que até 50 transplantes sejam realizados anualmente no SUS, considerando o número de leitos disponíveis em instituições aptas a realizar o procedimento e que é necessário que o paciente tenha irmão com possibilidade de doar células tronco da medula óssea ou do cordão umbilical.</p>
<h2>Saúde pública</h2>
<p>Cerca de de 300 mil crianças por ano nascem com a doença falciforme no mundo, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 3.500 delas no Brasil. A doença se manifesta nos seis primeiros meses de vida do bebê sendo a principal forma de diagnosticá-la o “Teste do Pezinho”.</p>
<p>A patologia é mais comum em afrodescendentes, e como o Brasil é um país miscigenado, a doença se tornou um problema de saúde pública, com maior número de casos encontrados na Bahia, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais &#8211; atingindo principalmente classes mais baixas, já que no País etnia e baixa renda infelizmente ainda coincidem.</p>
<p><i>Com informações da FMRP e da assessoria de imprensa da SBTMO</i></p>
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		<title>Investigação sobre doenças crônico-degenerativas busca aplicação prática na saúde</title>
		<link>https://www5.usp.br/noticias/saude-2/investigacao-sobre-doencas-cronico-degenerativas-busca-aplicacao-pratica-na-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joana Leal]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2015 21:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[USP Online Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Anamaria Siriani de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças crônico degenerativas]]></category>
		<category><![CDATA[FMRP]]></category>
		<category><![CDATA[NAP-DCD]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" />O NAP-DCD trabalha através da interdisciplinaridade de pesquisas científicas.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="480" src="https://www5.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_1.jpg?x34176" class="attachment-large size-large wp-post-image" alt="" decoding="async" style="float:left; margin:0 15px 15px 0;" /><p>Estima-se que 60% dos problemas de saúde no mundo &#8211; causados, geralmente, por má alimentação, sobrepeso, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo e, em alguns casos, predisposição genética &#8211; estejam relacionados a doenças crônico-degenerativas.</p>
<p>Elas modificam o funcionamento do organismo, podendo afetar desde células e tecidos até sistemas. Alguns dos casos mais comuns são diabetes mellitus, osteoporose, mal de Alzheimer, reumatismo, artrite e doenças respiratórias.</p>
<p>Buscando reunir docentes com interesses de pesquisa complementares, associados a diferentes condições não-transmissíveis de caráter crônico que afetam a participação social e a qualidade de vida de seus portadores, surgiu o Núcleo de Pesquisas em Doenças Crônico-Degenerativas (NAP-DCD) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. O núcleo favorece a interdisciplinaridade de estudos ligados aos aspectos de avaliação, prevenção e intervenção nestas doenças, e investiga também o controle motor, as repercussões musculoesqueléticas, cardiorrespiratórias e metabólicas, bem como a avaliação do efeito de diferentes intervenções terapêuticas nos pacientes.</p>
<figure id="attachment_92474" aria-describedby="caption-attachment-92474" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="http://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-92474" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_2.jpg" alt="Foto: Marcos Santos" width="650" height="205" data-id="92474" /></a><figcaption id="caption-attachment-92474" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Santos</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Pesquisas</b></h2>
<p>O NAP-DCD trabalha com três grandes linhas de pesquisa. A primeira delas, “Análise dos comprometimentos osteomioarticulares em indivíduos com doenças crônico-degenerativas”, estuda como o envelhecimento populacional altera as principais causas de morbidade neste tipo de doença. Segundo a professora Anamaria Siriani de Oliveira, coordenadora do núcleo, sabe-se que elas exercem forte impacto sobre várias respostas que repercutem sobre o sistema osteomioarticular &#8211; responsável pela movimentação e sustentação do corpo &#8211; e sobre o controle postural e, portanto, devem ser investigadas. “O questionamento da interferência dessas doenças sobre os aspectos biomecânicos é relevante e pertinente em um contexto no qual se busca a promoção da saúde e prevenção de agravos como meta para a melhoria da qualidade de vida da população”, afirma a pesquisadora.</p>
<p>Tão importante quanto garantir um tratamento adequado aos pacientes, é assegurar-lhes boas condições físicas e psicológicas de convívio com a doença. Por essa razão, um dos focos do NAP-DCD é avaliar o impacto desses problemas sobre a dor, a sensibilização, a qualidade de vida, casos de depressão e parâmetros de examinação e intervenção nas alterações cinético-funcionais.</p>
<figure id="attachment_92476" aria-describedby="caption-attachment-92476" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-92476" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_4.jpg" alt="Foto: Marcos Santos" width="400" height="267" data-id="92476" /><figcaption id="caption-attachment-92476" class="wp-caption-text">Foto: Marcos Santos</figcaption></figure>
<p>De acordo com Anamaria, as pesquisas desenvolvidas dão suporte às atividades de prevenção de agravos e promoção e recuperação da saúde, sempre visando a redução da incidência dessas doenças. “Os resultados desse projeto interdisciplinar servirão como base científica para constituir e consolidar um núcleo de excelência em conhecimento sobre o atendimento às condições crônico-degenerativas. Ademais, auxiliará no desenvolvimento de pesquisas de caráter translacional, multidisciplinar e interunidades”, assegura.</p>
<p>Ao contrário dos métodos aplicados antigamente no tratamento destas doenças, que consistiam, principalmente, em intervenções farmacológicas e repouso, a conduta recomendada hoje baseia-se na prática regular de exercícios físicos, não somente como terapia aliada, mas também como forma de prevenção do desenvolvimento e evolução de enfermidades. Contudo, a prescrição e monitoramento de exercícios físicos para pessoas com doenças crônico-degenerativas ainda é algo limitado, sobretudo devido ao pouco conhecimento sobre os mecanismos adaptativos fisiológicos induzidos pelo exercício nessas condições, inclusive no idoso, explica a especialista. &#8220;Levando em conta tal escassez de informações, nosso objetivo é estudar os processos adaptativos cardiorrespiratórios, metabólicos e teciduais promovidos pelo exercício físico frente ao envelhecimento e às doenças crônico-degenerativas, completa”.</p>
<h2>Sistemas de saúde</h2>
<p>O gerenciamento de condiç<img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-92477" src="https://www6.usp.br/wp-content/uploads/portal20150514_5.jpg" alt="portal20150514_5" width="362" height="341" data-id="92477" />ões crônicas constitui um dos maiores desafios enfrentados pelos sistemas de saúde de todo o mundo, garante a pesquisadora do NAP-DCD. Uma vez que o impacto de tais condições se estende para pacientes, familiares e profissionais da saúde, a Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou, em 2003, um projeto e propôs alguns elementos para compor o manual “Cuidados Inovadores para Condições Crônicas&#8221;. No documento, estão reunidos princípios norteadores desse modelo de cuidado: a tomada de decisão com base em evidências científicas, o enfoque na comunidade, nas ações de prevenção, na qualidade, integração, coordenação e continuidade do cuidado.</p>
<blockquote><p>Gerenciamento de condições crônicas constitui um dos maiores desafios enfrentados pelos sistemas de saúde de todo o mundo</p></blockquote>
<p>&#8220;Dessa forma, esse modelo está fortemente vinculado ao potencial de translação do conhecimento científico interdisciplinar para a aplicação prática nos serviços de saúde em cada um dos níveis de atenção, incluindo o especializado”, esclarece Anamaria.</p>
<p>No Brasil, entre os anos de 2011 e 2012, foi publicado o “Plano de Ações para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis no Brasil”, que visa prover cuidado integral aos portadores das doenças através da organização de uma Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônico-Degenerativas, que tem quatro objetivos centrais: fomentar a mudança do modelo de atenção à saúde, fortalecendo o cuidado às pessoas com doenças crônicas; garantir o cuidado integral às pessoas com doenças crônicas; impactar positivamente nos indicadores relacionados às doenças crônicas e contribuir para promoção da saúde da população e prevenir o desenvolvimento das doenças crônicas e suas complicações.</p>
<p>Mais informações sobre o “Plano de Ações para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não-Transmissíveis no Brasil” podem ser consultadas no <a href="http://dab.saude.gov.br/portaldab/doencas_cronicas.php" target="_blank">Portal da Saúde</a>, do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p><strong>Mais informações: <a href="https://www.facebook.com/NUPDCD" target="_blank">https://www.facebook.com/NUPDCD</a></strong></p>
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