Pequenos gestos que contam

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Eu sempre estudei em escola pública e, no Cotel, aprendi a gostar de Química. Foi durante o ensino técnico que eu tive um contato mais amplo com a disciplina e descobri que era muito feliz fazendo isso. Na hora de escolher o curso, não foi nada fácil. Durante todo o ensino médio eu estava muito indecisa e o último ano foi o pior de todos! Eu já sabia que queria seguir nessa área, então, quando fui fazer minha inscrição na Fuvest, escolhi ficar no campus de Lorena. Assim, podia conciliar o estágio do curso técnico e a graduação.

Minha maior dificuldade no vestibular foi o nervosismo e o medo de não conseguir, afinal estamos falando de milhares de pessoas com o mesmo sonho. E quando se vem da escola pública, existe certa defasagem em relação aos alunos da rede privada. Por isso, eu diria que muitas vezes você vai se sentir desmotivado e achar que é uma coisa impossível. Mas estudar na USP é algo que depende muito mais de você. O mais importante é nunca desistir!

Muitas vezes você vai se sentir desmotivado e achar que é uma coisa impossível. Mas estudar na USP é algo que depende muito mais de você. O mais importante é nunca desistir!

Um professor que me marcou foi o Mateus, de Química. Ele me marcou pela sua dedicação, paciência e, acima de tudo, pela amizade que criamos durante três anos de Cotel. O Mateus sempre foi um professor diferente de todos os outros, era mais aberto ao diálogo e sabia motivar as pessoas de um jeito que nunca vi igual. Lembro que, em toda prova, ele sempre deixava escrito no final da folha que se você começasse fazendo o que era necessário, em breve estaria fazendo o impossível. Querendo ou não, esses pequenos incentivos mudam a vida da gente.

Leia o depoimento do professor de Graziele:
Mateus Afonso Gomes – Educando e aprendendo juntos
“Sempre quis ensinar e aprender ao mesmo tempo e a profissão de educador me possibilita isso”.

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